Quarta-feira, 17 de outubro de 2018
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Tecnologística no LinkedIn
Dicionário de Engenharia
CAB
Change Authorization Board
CACHÊ
Área de memória muita rápida, para duplicar informação para ficar de fácil acesso.
CAD
Computer-Aided Design
CAD/CAM
Computer-aided design/computer-aided manufacturing - Desenho e projeto da manufatura com ajuda de computador para se automatizar a passagem do projeto para a execução na manufatura.
CADASTRO DE CLIENTES
Conjunto de dados e informações gerais sobre a qualificação dos clientes das sociedades corretoras.
CADDIA
Computer in Automation of Data and Documentation for Import/Export and Agriculture.
CADEIA ALIMENTAR
Se entende como cadeia alimentar como todas as atividades relacionadas à produção, beneficiamento, armazenamento, transporte, industrialização, embalagem, reembalagem, comercialização, utilização e consumo de alimentos, considerando-se suas interações com o meio ambiente, o homem e seu contexto sócio-econômico.
CADEIA DE ELEMENTOS
Fração de dados definida em estrutura e significado, compreendendo uma parte de identificação (prefixo ou identificador de aplicação) e uma parte de dados, representada em um portador de dados endossado pela EAN/UCC.
CADEIA DE VALOR
Designa a série de atividades relacionadas e desenvolvidas pela empresa para satisfazer as necessidades dos clientes, desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e venda até à fase da distribuição para o consumidor final. Cada elo dessa cadeia de atividades está ligada ao seguinte. Este é um método usado pela consultora McKinsey, sistematizada e popularizada por Michael Porter, que permite decompor as atividades (divididas em primárias e de suporte) que formam a cadeia de valor. Segundo Porter existem dois tipos possíveis de vantagem competitiva (liderança de custos ou diferenciação) em cada etapa da cadeia de valor.
CADERNETA DE POUPANÇA
Depósito de poupança, em dinheiro, que acumula juros e correção monetário, cujos recursos são destinados ao financiamento da construção e da compra de imóveis.
CAE
Computer Aded Engineering - Execução de projetos de engenharia com o auxílio por computador.
CAIT
Inspeção e teste com o auxílio de computadores.
CAIV
Cost As (An) Independent Variable
CAIXA
Recipiente com lado fundo e tampa para fechamento, fabricado de materiais diversos. Quando fabricado de madeira, passa a denominar-se caixote.
CAIXA DE REGISTRO E LIQUIDAÇÃO
Empresa responsável pela liquidação e compensação das negociações a vista, a termo e de opções, realizadas em bolsa.
CAIXA TELESCÓPICA
Caixa em que a tampa e o fundo encaixam-se entre si. Adequada para acondicionar produtos de grande comprimento, largura e de pouca altura.
CAIXAS COM ABAS EXTERNAS SUPERPOSTAS
Caixas em que as abas externas sobrepõem-se completamente.
CAIXAS COM ABAS INTERNAS FECHADAS
Caixas com as abas internas se encontrando. CALANDRA – Equipamento par dar lustre e brilho em papeis não revestidos, pela utilização de cilindros com superfícies duras e polidas. Apaga as marcas deixadas pelas telas e feltros. Os papeis revestidos são acetinados, com o cilindro frio.
CALCINAÇÃO
O processo de aquecimento de uma substância causando perda de umidade ou qualquer outro material volátil.
CALDEAMENTO
Processo de produção que se caracteriza pela junção de lâminas de metais diferentes, que são comprimidos quentes ao rubro.
CALENDÁRIO DE MANUFATURA
Calendário utilizado no planejamento dos estoques e da produção, que permite que a programação das ordens de produção seja feita somente considerando os dias disponíveis para o trabalho.
CALIBRAÇÃO
Calibrar os dispositivos de entrada, bem como o monitor e dispositivos de saída, de modo que se possam reproduzir cores com base em dados recebidos e com resultados previsíveis, nunca, porém cores idênticas ao original.
CALIBRAÇÃO
Comparação de um instrumento de medida com aferição desconhecida, com um instrumento com precisão conhecida, para detectar toda variação da performance requerida e especificada.
CALISPA
Empresa controlada pela Bolsa de Valores de São Paulo. Sua função é compensar e liquidar financeiramente as operações realizadas na BOVESPA.
CALL
Veja Opção de Compra de Ações.
CALL CENTER
Atendimento rápido, eficiente e completo do cliente, com os recursos da administração, da informação, do marketing e das tecnologias de comunicação.
CALLBACK
Processo pelo qual um servidor de EDI verifica a fonte de acesso para o sistema para garantir que quem esta chamando é um usuário autorizado.
CALQUE
Fenômeno que ocorre nas folhas impressas, quando as tintas ainda não polimerizadas mancham o verso da folha sucessiva, sendo necessário mantê-las separadas até a finalização da polimerização.
CALS
Commerce At Light Speed
CALS
ontinuous Acquisition and Life-Cycle Support
CAM
Computer-Aided Manufacturing
CAM-I
Consortium for Advanced Manufacturing – International
CAMINHÃO TRATOR
Veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro.
CAMPANHA DE CAMPO
Chamada de produtos, como veículos, para retrabalho ou inspeção de segurança.
CAMPANHA DOS SETE
Campanha de melhoramentos implantada pela Nissan Motors
CAMPEÃO
Pessoa com autoridade, que suporta e sugere ações da equipe que desenvolve atividades de solução de problemas.
CANAL DE COMUNICAÇÃO
O raio de luz composto.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO
Conjunto de instrumentos comerciais, mercadológicos e logísticos, que propicia a movimentação dos produtos que obedecem ao conceito do segmento de mercado, colocando estes produtos ao alcance dos usuários e, por intermédio do "Merchandising", estimulando as transações comerciais com o usuário conceitualmente ajustado.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO
Empresas ou indivíduos que participam na administração dos fluxos de materiais e serviços, dos fornecedores de matérias primas e componentes até o usuário final dos bens.
CANAL DE VENDA
Grupo de clientes formado por estabelecimentos de varejo, que são freqüentados pelos participantes de um determinado segmento de mercado e que foi eleito para ser percorrido pela força de vendas a procura de pedidos de compra e com resultado na disponibilidade dos produtos aos usuários alvo.
CANDELA
A candela é a intensidade luminosa, na direção perpendicular, de uma superfície de 1/600.000 metro quadrado de um corpo negro à temperatura de solidificação da platina sob pressão de 101.325 newton por metro quadrado.
CANTILEVER
Braço prolongado que sustenta peso, utilizado no desenho de cadeiras originais.
CANTOFACIL
Os cantos iniciais dos furos devem ser arredondados, para facilitar a inserção de partes a serem montadas. Tal arredondamento deverá ser processar simultaneamente com a operação que abre o furo, não necessitando de operação posterior.
CAO – COMPUTER ASSISTED ORDERING
Sistema operado pelo distribuidor que automaticamente gera pedidos de reposição, quando as vendas diminuem o estoque de um determinado item.
CAP
College of American Pathologist
CAPABILIDADE DO PROCESSO
Habilidade do processo de produzir partes conforme as especificações de engenharia, avaliando-se a média e o desvio padrão do processo, para comparação com a especificação.
CAPACIDADE
Capacidade de um sistema de executar a função para o qual foi projetado.
CAPACIDADE
Conjunto de aptidões, habilitações e competências para resolver ou suplantar problemas de determinada característica ou nível de dificuldade.
CAPACIDADE
Um processo tem capacidade mínima quando todos os valores da região ±3s da distribuição, estão localizados dentro da tolerância de especificação (dados variáveis). A capacidade pode ser determinada somente após o processo estar sob controle estatístico. O índice Cpk é usado para quantificar a Capacidade do processo.
CAPACIDADE DE CARGA
A resistência de duas superfícies ao carregamento mecânico.
CAPACIDADE DE CARGA
É o peso máximo da carga que poderá ser movimentada por uma empilhadeira, com um centro de carga específico.
CAPACIDADE DE MANUTENÇÃO
É a probabilidade de que um sistema com falhas possa ser consertado em um intervalo específico.
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO
Máximo peso que a unidade de tração é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante, baseado em condições sobre suas limitações de geração e multiplicação de momento de força, e resistência dos elementos que compõem a transmissão.
CAPACIDADE OCIOSA
Uma empresa tem capacidade ociosa quando está com condição de produzir o novo produto a um custo inferior do que o de uma nova empresa que vá se estabelecer especialmente com esta finalidade.
CAPACIDADE PRODUTIVA
Quantidade máxima do atual mix de produtos, que comprovadamente pode ser fabricado em condição de otimização da utilização dos recursos, sempre limitado pela restrição da utilização plena de um determinado tipo de recurso.
CAPACITAÇÃO
Esforço despendido por uma entidade para elevação da sua capacidade.
CAPITAL
É a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a constituição de uma empresa.
CAPITAL ABERTO (COMPANHIA DE)
Empresa que tem suas ações registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) distribuídas entre um determinado número de acionistas, que podem ser negociadas em bolsas de valores ou no mercado de balcão.
CAPITAL AUTORIZADO
Limite estatutário, de competência de assembléia geral ou do conselho de administração, para aumentar o capital social de uma empresa.
CAPITAL DE GIRO
Trata-se da parte do capital em giro, cuja formação foi financiada por recursos fornecidos diretamente pelos acionistas da empresa.
CAPITAL DE GIRO NEGATIVO
Trata-se da parte do capital em giro, cuja formação foi financiada com recursos de terceiro devido a deficiência de capitalização da empresa ou esgotamento destes recursos devido a uma operação deficitária, por tempo excessivo.
CAPITAL EM GIRO
Trata-se dos valores registrados nas contas circulantes do ativo do balanço patrimonial da empresa. São os valores necessários a manutenção da operação de comprar, produzir, vender e receber o numerário dos clientes. São as contas caixa e bancos, duplicatas a receber, os estoques de produtos acabados e o estoques de matérias-primas.
CAPITAL FECHADO (COMPANHIA DE)
Empresa com capital de propriedade restrita, cujas ações não podem ser negociadas em bolsas de valores ou no mercado de balcão.
CAPITAL SOCIAL
Montante de capital de uma sociedade anônima que os acionistas vinculam a seu patrimônio como recursos próprios, destinados ao cumprimento dos objetivos da mesma.
CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO A INTEGRALIZAR
Parcela de subscrição que o acionista deverá pagar, de acordo com determinação do órgão que autorizou o aumento de capital de uma sociedade.
CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E REALIZADO
Montante de capital social acrescido da parcela de subscrição paga pelo acionista.
CAPITALIZAÇÃO
Ampliação do patrimônio, via reinversão de resultados ou captação de recursos, pela emissão de ações.
CAPOSS
Capacity Planning and Operation Sequence Scheduling
CAPOSS
Capacity Planning and Operation Sequence Scheduling
CAPP
Computer aided process planning
CAPTAÇÃO
Obtenção de recursos para aplicação a curto, Médio e/ou longo prazos.
CARACTERE FINAL E INICIAL
Indica ao scanner o início e fim do código.
CARACTERIZAÇÃO
Construir um modelo matemático capaz de expressar as propriedades da cor de cada equipamento, sob a forma de números, dados que possam ser processados com o auxílio de computadores.
CARACTERÍSTICA
Uma característica do produto como um raio e dureza, ou de um processo como força de inserção e temperatura.
CARACTERÍSTICA CRÍTICA
Uma necessidade do produto (dimensão, especificação, teste) ou parâmetro do processo que pode afetar o cumprimento de conformidades, como a regulamentação governamental ou a função de segurança do veículo/ produto e que requer ações específicas do produtor, montagem, transporte ou de monitoração. Características Críticas devem ser incluídas em Planos de Controle e, quando Controles Específicos são requeridos por todos os produtores, identificadas nos desenhos e especificações com o símbolo do Delta Invertido (Ñ).
CARACTERÍSTICA DA QUALIDADE
É uma característica de um produto ou processo, que define as sua qualidade; a medida do grau de conformidade de algum padrão conhecido.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PROCESSO
Característica crítica, chave, maior e significativa de processo que deverá ser controlada em relação ao seu valor de referencia para assegurar que a variação em uma característica especial do produto seja mantida em seus valores de referencia durante o processo de manufatura e montagem.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PRODUTO
Característica crítica, chave, maior e significativa do produto onde a variação no produto poderia afetar significativamente a segurança ou o comprimento dos padrões e normas governamentais, ou da mesma forma afeta significativamente a satisfação do cliente.
CARACTERÍSTICA MERCADOLÓGICA
Características que diferenciam os produtos e suas embalagens, como freqüência de compra, tempo despendido na compra, tempo de consumo, margem de comercialização, possibilidade de diferenciação e tamanho do canal de distribuição.
CARACTERÍSTICA SIGNIFICATIVA
Aqueles requisitos de produto, processo e teste que são importantes para a satisfação do cliente e para os quais as ações de Planejamento de Qualidade devem ser resumidas em um Plano de Controle.
CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO
Características quantificáveis e mensuráveis, tais como dimensões, tamanho, forma, localização, orientação, textura, dureza, resistência à tração, revestimento, refletividade, acabamento, cor e química.
CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS
Características do produto e processo designadas pelo cliente, incluindo regulamentações governamentais e segurança, e/ou selecionadas pelo fornecedor através do conhecimento do produto e processo.
CARACTERÍSTICAS HERDADAS
São símbolos, expressões, figuras, cores, que são tradicionais no conceito da empresa e que dêem necessariamente constar em qualquer nova família de produtos embalados a serem lançados no mercado.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS
Os Característicos Físicos são dados detalhados relativos à composição de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento ao Nome Padronizado e à Identificação Suplementar sua Descrição Padronizada.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS DE MATERIA
Os Característicos Físicos são dados detalhados relativos à composição de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento ao Nome Padronizado e à Identificação Suplementar sua Descrição Padronizada. A determinação dos Característicos Físicos deve obedecer, preliminarmente, à fixação de uma série de requisitos, considerados comuns aos itens de suprimento possuidor do mesmo Nome Padronizado.
CARGA
Aditivo como carbonato de cálcio, fibra de vidro, amianto, sílica, bissulfeto de molibdênio, com a finalidade de mudar as características de ressonância da peça, elevar a resistência a tração, melhorar as condições de auto lubrificação. A redução de custo por centímetro cúbico do plástico adjetivado devido ao preço da carga, é em grande parte prejudicada pela densidade mais elevada proporcionada pela adição de carga densa.
CARGO-IMP
Mensagem aérea padrão da IATA , referente a cargas.
CARPO
Porção do esqueleto localizado entre o antebraço e a mão e constituída de oito ossos dispostos em duas fileiras de quatro, como frutos em cacho.
CARRETA
Constituída por um baú de maiores dimensões com trem traseiro próprio sem força motriz própria, porém, aclopavel ao cavalo mecânico.
CARRETEIRO
Profissional independente contratado para realizar transporte de cargas.
CARRIER
Operador autorizado de redes
CARRIER
Operador autorizado de redes
CARTA DE CRÉDITO
Documento emitido pelo banco, que garante o pagamento da compra quando o fornecedor despacha as mercadorias.
CARTA DE PROCESSOS
Carta que representa a seqüência dos trabalhos e natureza dos eventos que compõem o processo.
CARTAZ DE RISCO
Elemento de identificação, de grandes dimensões, usado nos acondicionamentos de transporte, para torná-los facilmente reconhecíveis quando transportam materiais com risco, para identificar a natureza do risco e para dar indicação primaria do procedimento de emergência, na eventualidade de acidente.
CARTÃO DUPLEX
Cartão com faces de cores diferentes.
CARTEIRA DE AÇÕES
Conjunto de ações de diferentes empresas, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.
CARTEIRA DE INVESTIMENTO
Resultado da aquisição de bônus com vencimento de longo prazo e ações representativas de negócios nacionais ou estrangeiros.
CARTEIRA DE TÍTULOS
Conjunto de títulos de rendas fixa e variável, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.
CARTELA DE TOLERÂNCIA
Determina a variação máxima de cor admissível, utilizada para a produção de embalagens, normalmente para a impressão em offset.
CARTUCHO
Embalagem de apresentação fabricada em cartão, para contenção de bisnagas e outras embalagens de contenção.
CASA
Computer and Automated Systems Association
CASA DA QUALIDADE
Processo para relacionar as necessidades dos clientes e as características dos produtos necessárias para suportar e proporcionara estes atributos.
CASE
Computer-Aided System Engineering
CATADIÓPTRICO
Dispositivo de reflexão e refração da luz utilizado na sinalização de vias e veículos (olho-de-gato).
CATAFORESE
Movimento de partículas coloidais com cargas através de um líquido estacionário sob a influência de um campo elétrico.
CATALOGAÇÃO
Consolidação dos dados de identificação de material e dos respectivos códigos em publicações específicas: catálogos ou banco de dados para consulta ou disseminação da informação.
CATALOGAÇÃO DE FORNECEDOR
Consolidação dos dados de identificação e codificação dos fornecedores de itens de suprimento em publicações específicas.
CATALOGAÇÃO DE MATERIAL
Consolidação dos dados de identificação de material e dos respectivos códigos em publicações específicas: catálogos ou banco de dados para consulta ou disseminação da informação.
CATEGORIA TOXICOLÓGICA
Identificação imediata de risco atribuído a uma substância ou formulação obedecido o critério de classificação toxicológica aprovado pela Divisão Nacional de Vigilância Sanitária de Produtos Saneantes Domissanitários.
CATODO
Eletrodo negativo; eletrodo de onde partem os elétrons e para onde se dirige os íons positivos.
CAUÇÃO
Depósito de títulos ou valores efetuados para o credor, visando garantir o cumprimento de obrigação assumida.
CAUSA COMUM
Entrada do processo que regularmente contribui para a variabilidade da saída do processo.
CAUSA RAIZ
O evento primeiro, singular, que resulta em um modo de falha.
CAUTELA
ertificado que materializa a existência de determinado número de ações; também chamada título múltiplo.
CAVALO MECÂNICO
Veículo com força motriz para o tracionamento de carretas
CÁLCULO DO DÍGITO VERIFICADOR
Algoritmo da EAN/UCC para o cálculo de um dígito verificador a fim de verificador padrão verificar a precisão dos dados decodificados a partir de símbolos EAN/UPC ou a correção de números de identificação padrão EAN/UCC decodificados a partir de outras simbologias.
CÂMBIO
A moeda de todos os outros países
CBD
Commerce Business Daily
CBM (Condition-Based Maintenance)
Manutenção Baseada em Condição.
CBT
omputer-Based Training
CBU
Complete Build Up
CBU
Exportação de veículos totalmente montados.
CCD – CHARGED COUPLED DEVICE
Dispositivo, que converte luz em corrente elétrica proporcional, podendo ser de varredura linear, como nos scanners e de área, como nas filmadoras e máquinas fotográficas
CCRP
Análise de características críticas dos requisitos do projeto do produto.
CDC
Control Data Corporation; opera REDINET e serviços de EDI.
CDROM
Compact–disk read-only memory
CEDAC
Diagrama de Causa e Efeito com Adição de Cartões. Método criado por Ryuji Fukuda para realizar ações de melhoria de maneira eficaz. Permite concentrar-se sobre aspectos precisos de um problema importante a resolver, ter "à vista" as causas dos problemas e as ações para inibi-las, gerenciar a melhoria "in loco", de modo contínuo e informar a todos, em tempo real, os objetivos de melhoria e os novos padrões de processo encontrados.
CEE
International Commission on Rules of the Approved of Electrical Equipmen
CEFIC
Federation of European Chemical Industries
CEGUEIRA CROMÁTICA
Designação do daltonismo que é uma sensibilidade a uma das três luzes primárias, que produzem a gama completa do espectro.
CELOFANE
Filme flexível transparente, fabricado a partir da celulose da madeira ou algodão.
CELULOSE
Fibras para a fabricação do papel, obtidas pelo cozimento da madeira para separar as fibras celulósicas da lignina, substância que une uma fibra à outra.
CEN
Comitê Europeen de Normalisation
CENÁRIOS
Descrição de maneira qualitativa e estilística, dos tipos de atividades futuras, que a empresa gostaria de estar envolvida.
CENTRALTRONIC
Sistema que centraliza num mesmo local todos os componentes elétricos e eletrônicos, evitando inúmeras caixas espalhadas pelo produto.
CENTRO DE CARGA
É a distancia entre o centro de gravidade da carga e a parte traseira dos garfos de uma empilhadeira.
CENTRO DE CUSTO
É a unidade mínima de acumulação de custos e classificado, pelo sistema de custeio, de área de atividade onde se realizam operações, podendo ou não se confundir com um próprio departamento, tendo os seus custos acumulados transferidos por absorção em todo semi-acabado, premontado ou produto que ali é processado. A existência de um único centro de custo num departamento está condicionada a uniformidade de estrutura de todos os equipamentos em operação no departamento. Quando esta uniformidade não existe, será necessário criar vários centros de custo dentro de um mesmo departamento. Enquanto o departamento é uma unidade administrativa, o centro de custo não o é.
CENTRO DE CUSTO
O menor segmento de uma organização onde os custos são apurados e registrados no sistema de custeio, podendo ser um departamento ou parte dele.
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
Armazém com produtos acabados e itens de serviços, oriundos de mais de uma fábrica e dedicados a atender mais de um mercado.
CENTRO FINANCEIRO
Centros sem regulação governamental do fluxo de entrada e saída de moeda estrangeira, com grande número de transações financeiras e com estabilidade política adequada.
CENTRO FLEXÍVEL DE MANUFATURA – FMC
Sistema automático com máquinas por CNC e com alimentação e descarga por manipuladores, com facilidade de mudança rápida de produtos.
CEO – CHIEF EXECUTIVE OFFICER
O principal executivo da empresa, o presidente, o superintendente, o diretor geral. É comum em empresa grande, se ter um CEO e um Presidente, Quem efetivamente manda é o CEO e nesse caso o Presidente é um cargo político.
CEO – CHIEF EXECUTIVE OFFICER
Presidente, Diretor Executivo
CEP
Aplicação de métodos estatísticos para o monitoramento do processo, como por exemplo, os gráficos de controle para determinar se um processo está sob flutuação estatisticamente estável.
CEP
Aplicação dos métodos estatísticos para análise dos dados, estudos e monitoração do desempenho de um processo. Por exemplo: gráficos de controle com os quais podemos determinar se um processo está sob controle, mantendo-o enquanto se trabalha para atingir um novo nível de desenvolvimento do processo.
CERR – CUSTOMER ENVIRONMENT RELIABILITY –
Confiabilidade do Ponto de Vista do Usuário – É um programa para avaliar o produto orientado para o cliente de maneira regular, consistente e acurada. A avaliação se faz com usuários não profissionais e no ambiente do consumidor. Deverá ser realizado com produtos das produções piloto. O produto deverá ser utilizado em diferentes locais do segmento geográfico a sr atingido e em diferentes condições de clima, altitude, umidade, salinidade e contaminantes atmosféricos. As partes do produto que se movem devem ser acionadas continuamente simulando de maneira exaustiva a utilização pelo usuário.
CERTIFICAÇÃO
Ato formal de reconhecimento que a empresa realizou uma série de atividades planejadas e documentadas para garantir que os seus produtos e serviços sejam fabricados segundo certos padrões.
CERTIFICAÇÃO
Modo pelo qual uma terceira parte dá garantia escrita de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados.
CERTIFICAÇÃO DE FABRICAÇÃO DO PRODUTO
Comprovação da capacidade de se produzir produtos conforme as especificações, verificadas no controle estatístico do processo e comprovação dos requisitos funcionais e operacionais estabelecidos no projeto.
CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DO PRODUTO
Verificação se o projeto cumpre os objetivos iniciais de atender as especificações técnicas e se todos os problemas encontrados, foram resolvidos e corrigidos.
CERTIFICADO
Documento que comprova a existência e a posse de determinada quantidade de ações.
CERTIFICADO DE DEPÓSITO
Instrumento negociável que confirma o depósito e fundos em determinado banco.
CERTIFICADO DE DEPÓSITO
Título representativo das ações depositadas em uma instituição financeira. Algumas empresas do Mercosul são negociadas nas bolsas de valores brasileiras por meio desse mecanismo.
CERTIFICADO DE DEPÓSITO BANCÁRIO – CDB
Titulo emitido por bancos de investimento e comerciais, representativo de depósitos a prazo.
CERTIFICADO DE DESDOBRO
Comprovante do desdobramento de um certificado de ações em vários outros.
CERTIFICADO DE INSPEÇÃO
Documento que atesta as condições, a qualidade e a quantidade das mercadorias que estão preparadas ara serem exportadas.
CERTIFICADO DE MANUFATURA
Este documento atesta que as mercadorias estão prontas para o embarque e forma verificadas e se encontram em boas condições. As instituições financeiras, muitas vezes exigem este documento antes de liberarem a letra de crédito.
CERTIFICADO DE ORIGEM
Este documento certifica o país de origem do embarque. Este certificado ajuda a obter taxas preferenciais nos portos de origem.
CERTIFICADO DE SEGURO
Certifica que o seguro da importação atinge as exigências do contrato de compra.
CÉLULA
Conjunto de operações contínuas para completar uma fase distinta.
CÉLULA DE FABRICAÇÃO
Unidade de conformação e montagem, formada por alguns centros de trabalho, mecanismos de deslocamento e estoques em processo de materiais, que são inter-relacionados entre si e dedicados para a produção de família de produtos afins.
CFI
Cartão de Identificação de Fornecedor.
CFM
Continuous Flow Manufacturing
CFO – CHIEF FINANCIAL OFFICER
Principal Executivo de finanças.
CFR
Cost and Freight
CG
Consumer Goods
CGI
Common Gateway Interface
CGM
Computer Graphics Metafile
CHALKING
Fenômeno de empoeiramento da superfície da tinta, devido à drenagem excessiva do veículo, deixando uma ligação insuficiente do pigmento.
CHAMADA DE BÔNUS
Resgate de bônus pelo emitente, mediante o pagamento antes do vencimento.
CHAMADA DE CAPITAL
Subscrição de ações novas, com ou sem ágio, para aumentar o capital de uma empresa.
CHIPBOARD
Recycled paperboard.
CHRO - CHIEF HUMAN RESOURCES OFFICER
Principal Executivo de recursos humanos.
CHUPAMENTO
Contração do material fundido ou moldado, de fora para dentro, resultando no abaixamento da superfície externa da peça, prejudicando a sua aparência. O resfriamento intenso da superfície externa poderá provocar a contração de dentro par fora, resultando numa superfície lisa, porém com o aparecimento de bolhas no material, resultado da contração.
CI
Continuous Improvement
CIANO
Azul formado pela reflexão do azul violeta e do verde em um substrato, que juntamente com o amarelo e o magenta forma o sistema de cores aditivas para impressão e que juntamente com o preto denomina-se CMYK.
CIBERNÉTICA
Estudo do processo de controle em sistemas mecânicos, elétricos, biológicos, administrativos e de informação.
CICLALOG – CICLAGEM LOGÍSTICA DE MARKETING
Administração da sincronização do ciclo mercadológico promocional, de fabricação, de suprimento, de aviamento de pedidos, e de distribuição física para atender ao cliente e evitar perdas para a empresa.
CICLO DA QUALIDADE
Atividades interdependentes, que influenciam a qualidade nas diferentes fases.
CICLO DA QUALIDADE
Modelo conceitual de atividades interdependentes que influenciam a qualidade, nas diferentes fases, variando desde a identificação das necessidades até a avaliação do atendimento destas necessidades.
CICLO DE DEMING
Ciclo de interação constante entre pesquisa, projeto, produção e vendas, para se chegar a uma melhor qualidade para os usuários.
CICLO DE PRODUÇÃO
Tempo entre o término de duas unidades de uma determinada produção.
CICLO DE SUPRIMENTO
Tempo decorrido entre a colocação de uma ordem e outra.
CICLO DE VIDA
A seqüência pela qual o produto, o maquinário e o equipamento passam da concepção ao esgotamento do seu valor residual.
CICLO DE VIDA DE UM PRODUTO
Refere-se aos estágios consecutivos e inter-relacionados de um sistema produto, desde a aquisição das matérias-primas ou geração de recursos naturais apite a sua disposição.
CICLO DE VIDA DO PRODUTO
O ciclo de vida de um produto no mercado pode ser dividido em quatro fases: a Introdução - O produto foi lançado no mercado e o crescimento das vendas é lento; o Crescimento - Há uma explosão da procura, uma melhoria dos lucros e o produto tende a massificar-se. Chegam novos competidores; a Maturidade - O ritmo de crescimento das vendas dá sinais de abrandamento; o Declínio - A procura entra em derrapagem, os lucros sofrem uma rápida erosão em direção ao ponto zero. Grande parte dos competidores começa a abandonar o mercado.
CICLO DE VIDA – ANÁLISE
Técnica de projeção quantitativa baseada em modelos históricos de outros produtos que passaram pela introdução, crescimento, maturidade, saturação e declínio, similares a nova família em desenvolvimento.
CICLO DO PEDIDO
O tempo do ciclo de pedido, é contado a partir do reconhecimento da necessidade da compra e a entrega física do item no recebimento da fábrica.
CICLO PDCA
(Padronizar, Fazer, Verificar, Agir) – Adaptação do ciclo Deming, que afirma que todas as ações administrativas melhoram através da aplicação cuidadosa da seqüência: planejar, fazer, verificar, agir.
CIDM
Customer-Integrated Decision Making
CIENTISTA
Elemento humano dedicado à pesquisa científica.
CIÊNCIA
Conjunto organizado dos conhecimentos relativos ao universo, abrangendo seus fenômenos naturais, ambientais e comportamentais.
CIF – COST, INSURANCE AND FREIGHT
Condição em que o vendedor é responsável pelos custos, seguro marítimo e despesas de frete dos produtos.
CIM
Manufatura integrada por computador.
CINTA COM DIVISÃO
Moldura com uma aba de interligação para suportar o “teto” da caixa de papelão ondulado.
CINTAMENTO
Aplicação de cintas de segurança em embalamento ou acondicionamento.
CINTAS DE REFORÇO
Moldura colocada por dentro junto às paredes da caixa de papelão ondulado para aumentar a resistência de coluna.
CIO – CHIEF INFORMATION OFFICER
Diretor de Relações Públicas
CIP
Carried and Insurance Paid
CIPE
Compressed Integrated Product Engineering
CIRCUITO INTEGRADO
Circuito composto por condensadores, diodos, transistores, ligados por condutores e agrupados numa mesma placa.
CISÃO
Grupo que desempenha voluntariamente atividades de controle de qualidade no local de trabalho, realizando estas tarefas continuamente, como parte de um programa na empresa inteira, de controle de qualidade, desenvolvimento próprio, ensino mútuo, controle do fluxo e melhoramento no local de trabalho.
CITAÇÃO Jurídico
É o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se defender. Citação pelo correio (carta registrada), pelo oficial de justiça e por edital.
CIW – CONTINUOUS IMPROVEMENT WORKSHOPS
Trata-se de uma atividade focada no exame e tomada imediata de atitude e providências para resultar na melhoria dos processos, como sistemas administrativos, processo de montagem, centro de conformação de peças, rotinas de emissão de ordens de produção. A equipe deverá remover as barreiras, implementar as ações necessárias acelerar todas as implementações dentro do prazo de uma semana.
CÍRCULOS DE CQ
Grupo que desempenha voluntariamente atividades de controle de qualidade no local de trabalho, realizando estas tarefas continuamente, como parte de um programa na empresa inteira, de controle de qualidade, desenvolvimento próprio, ensino mútuo, controle do fluxo e melhoramento no local de trabalho.
CKD
Exportação de veículos completos desmontados
CKP
Área de produção das unidades CKD
CLA
Center Line Average – Desvio médio aritmético, designação de um parâmetro para a determinação da rugosidade superficial.
CLAM SHELL
Embalagem formada por uma bolha de plástico que se abre como uma concha.
CLASS
Capacity Loading and Operation Sequence Scheduling
CLASSE
Categoria ou classificação atribuída às entidades que tem a mesma função, mas que diferem entre si quanto aos requisitos para a qualidade.
CLASSE DE LIMPEZA
Numero estatisticamente permissível de partículas iguais ou maiores que 0,5 mícron por pé cúbico de ar.
CLASSICISMO
Estilo com origem Greco-romana, com organização e ordem, simples, harmonioso e bem proporcionado.
CLASSIFICAÇÃO
Tarefa de classificar e ordenar os materiais, segundo a suas naturezas e características básicas.
CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS
Atividade responsável pela Identificação, Codificação e Catalogação de materiais e fornecedores.
CLASSIFICAÇÃO DECIMAL
Método de classificação idealizado por Melville Louis Kossuth Dewey e que divide o conhecimento humano em 10 grandes conjuntos.
CLEARINGHOUSE
Uma Network e mailbox num computador central facilitando que os parceiros comerciais mandem documentos eletronicamente e recebam mensagens de uma central única, independentemente do tempo de trafico.
CLICHÊ
Dispositivo utilizado para a impressão sobre papelão.
CLICK RATE
É o número de cliques dividido pelo número de requisições de anúncios.
CLIENTE
A pessoa que autorizará o pagamento do valor do produto a ser transacionado.
CLIENTE
Entidade compradora que se caracteriza por ser uma entidade jurídica, como, por exemplo, uma outra empresa industrial ou estabelecimento atacadista ou de varejo.
CLIENTE
Pessoa ou organização que recebe um produto, um serviço ou uma informação mediante retorno.
CLIENTE DE PROJETO
Aquele que patrocine ou ordene um estudo e remunere o consultor por este trabalho.
CLIENTE EM GERAL
Pessoa ou entidade que troca recursos monetários por um produto ou serviço.
CLIENTE INTERNO
Área que recebe um produto ou serviço, como material, serviço ou documento de qualquer outra área da organização.
CLIENTE INTERNO
Qualquer pessoa, departamento ou divisão que recebe um produto ou serviço (geralmente peças ou suprimentos, mas também relatórios e documentos, ou ainda assessoria profissional) de outra pessoa ou departamento da mesma organização (fornecedor interno).
CLIENTE INTERNO
Recebedor do resultado da atividade de uma outra pessoa ou departamento, que pode abranger produto, serviço ou informação.
CLINCHING
União do painel externo com o painel interno do produto, embainhando as duas partes
CLINICA DE PRODUTO
Exame crítico de um produto e a sua embalagem, frente a um grupo de usuários selecionados, a partir de um segmento de mercado, para o qual ele é destinado.
CLIPPING ELETRÔNICO
Levantamento e gravação de matérias veiculadas em rádio e televisões.
CLIPPING IMPRESSO
Levantamento, recorte e organização, em ordem cronológica ou remissiva, de todas as matérias publicadas, em jornais ou revistas, sobre uma divulgação realizada, um tema específico, a empresa ou o setor de atividade.
CLÍNICA ISO-PREÇO
Avaliação de 10 produtos comprados no mercado a preços aproximadamente iguais, solicitando que usuários do mercado ordenem os produtos segundo o seu próprio critério de valor. Forma-se então uma escala de produtos iso-preço iniciando com o produto pior avaliado e terminado com o produto de maior valor. A ordenação é possível porque algumas empresas praticam preços de dentro para fora, passando para o mercado as suas improdutividade e outras empresas fixam preço conforme o mercado.
CLOSED CAPTION
Apresentação dos textos nas emissões de TV.
CLUBE DE INVESTIMENTOS
Grupo de pessoa físicas (máximo de cento e cinqüenta), que aplica recursos de uma carteira diversificada de ações, administrada por uma instituição financeira autorizada.
CM (CATEGORY MANAGEMENT)
É um processo entre o fabricante e distribuidor para gerenciar em comum as categorias de produtos, com tomada de decisões sobre o mix de produtos, níveis de estoque, alocação de espaço nas lojas, promoção e abastecimento.
CM - CATÁLOGOS DE MATERIAIS
Têm por finalidade consolidar e divulgar os dados de Identificação e Codificação de Itens de Suprimento adquiridos pela empresa.
CMD (COMPETIÇÃO, MERCADO E DISTRIBUIÇÃO)
Aferição permanente das ocorrências, geradas pela concorrência, distribuição e posicionamentos dos usuários do produto.
CMO - CHIEF MARKETING OFFICER
Gerente de Marketing
CMOS
Complementary Metal-Oxide – Semicondutor
CMRP
Capacitated Material Requirements Planning
CMYK
Definição e cores como porcentagem de Ciano, Magenta, Yellow e Black – Sistema de cores utilizado para impressão em off-set.
CN
Comando numérico
CNC
Comando numérico e que utiliza microprocessadores
COA
Continuous Ordering Agreement
COACH
Facilitador da utilização cada capacidade de cada elemento da cadeia de distribuição.
COBERTURA
Fechamento antecipado da taxa de juros ou de câmbio de fundos que serão requeridos numa data futura.
COBERTURA MERCADOLÓGICA
Área ou canal de distribuição atendido por uma corporação ou empresa, com os recursos de marketing, como distribuição urbana, força de vendas, serviços e publicidade e promoção. Quanto maior for a área e o número de canais de distribuições mais elevados serão os recursos necessário para um atendimento crítico que produza resultados.
CODESIGN
CODESIGN
CODESIGN
Situação onde o fornecedor participa do desenvolvimento do produto, estabelecendo-se contratos de longo prazo.
CODIFICAÇÃO DE FORNECEDOR
Representação dos dados de identificação dos fornecedores de itens de suprimento por meio de códigos numéricos de composição uniforme.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL
Compreende a apropriação de códigos numéricos para itens de suprimento, agrupados ou individualizados e sob as seguintes denominações: Código de grupo, Código do Subgrupo, Código de Identificação, Código de Estoque.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL
Representação dos dados de identificação dos itens de suprimento por meio de códigos numéricos de composição estruturada.
CODIFICADOR
Condições físicas do objeto para refletir a luz.
CODIFICADOR
Condições físicas do objeto para refletir a luz.
COEFICIENTE DE EXPANSÃO TÉRMICA
Coeficiente para exprimir a variação dimensional ocorrido no material, correspondente a uma unidade de variação de temperatura, podendo ser considerado o volume e o comprimento da peça.
COFC
Situação que se caracteriza pela colocação de um contêiner sobre um vagão ferroviário, sendo um doblestack, quando são colocados dois contêineres.
COFRE DE CARGA
O mesmo que container.
COGNIÇÃO
Capacidade de se adquirir conhecimento.
COLOCAÇÃO DIRETA
Aumento de capital realizado pela subscrição de ações, pelos atuais acionistas, diretamente em uma empresa.
COLOCAÇÃO INDIRETA
Aumento de capital realizado mediante subscrição, no qual a totalidade das ações é adquirida por uma instituição financeira ou por um grupo reunido em consórcio, para posterior colocação no mercado secundário.
COLOCAR
Ato de um banco de emprestar recursos para um outro banco.
COLOTIPIA
É um sistema de impressão planográfico, semelhante à litografia e baseia-se na gelatina bicromada que se modifica quando exposta à luz, perdendo as propriedades hidrófilas, retendo a tinta gordurosa somente nas zonas liófilas.
COLUNA
Aplicação de carga em um corpo de prova de papelão ondulado com as ondas no sentido vertical.
COMAKERSHIP/PARTNERSHIP
É a estratégia dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores no complexo empresarial do cliente. Realiza-se através do "just in time" e "free pass" podendo alcançar inclusive uma integração estratégica.
COMBINAÇÃO DE OPÇÕES
Compra ou venda de duas ou mais séries de opções sobre a mesma ação-objeto, porém com preços de exercício e/ou datas de vencimento diferentes.
COMBURENTES
Substâncias que alimentam a combustão
COMBUSTÍVEL
São líquidos, misturas de líquidos ou líquidos contendo sólidos em solução ou em suspensão capazes de produzir vapores combustíveis à temperatura acima de 60.5 C (vaso fechado) ou 6575 C (vaso aberto).
COMECÊUTICOS
Produtos cosméticos que associam medicamentos, para aplicação específica em pele lesada.
COMÉRCIO ELETRÔNICO
Procedimento de comunicações comerciais e gerenciamento por meio de métodos eletrônicos, tais como o intercâmbio eletrônico de documentos e sistemas automatizados de coleta de dados.
COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS – CVM
Órgão federal que disciplina e fiscaliza o mercado de valores mobiliários.
COMISSÃO NACIONAL DE BOLSAS DE VALORES – CNBV -
Associação civil sem fins lucrativos, que tem a função de representar os interesses das bolsas de valores do País perante as autoridades monetárias e reguladoras do mercado.
COMITENTE
Pessoa que encarrega uma outra de comprar, vender ou praticar qualquer ato, sob suas ordens e por sua conta , mediante certa remuneração a que se dá o nome de comissão.
COMITÊ DE ARBITRAMENTO
Grupo formado por executivos da área financeira, marketing, logística, engenharia e produção, com a responsabilidade de ajustar o planejamento de vendas, programação de produção, aquisição de materiais, avaliação do nível dos vários tipos de estoque e destino dos itens sem movimentação.
COMMERCIAL PAPER
Instrumento resultante da transação monetária entre duas instituições não-financeiras.
COMMODITY
Produto não diferenciado, de comercialização em grandes quantidades, que poderá ser adquirido indistintamente de vários fornecedores e estão sempre submetidos a uma norma ou padrão.
COMMS
Customer-oriented manufacturing management system.
COMPACTAÇÃO
Redução de dados para se reduzir o tamanho de um arquivo, visando o seu armazenamento.
COMPACTAÇÃO COM PERDAS
Arquivos tipo JPEG, que ao reduzir o tamanho, remove dados não desejados, com uma ligeira degradação da imagem.
COMPACTAÇÃO COM PERDAS
Método para a redução do tamanho de arquivos digitais de imagem, removendo dados não desejados, com ligeira degradação da qualidade da imagem, como ocorre no sistema JPEG.
COMPACTAÇÃO SEM PERDAS
Método não destrutivo, que utiliza um “taquígrafo” interno que recria os dados como eles estavam originalmente antes da compactação, como ocorre nos sistema TIFF ou LZW.
COMPACTAÇÃO SEM PERDAS
Redução do tamanho de uma imagem em arquivos TIFF ou LZW, com um “taquígrafo” interno, que recria os dados como antes da compactação sem prejuízo para a imagem.
COMPANHIA ABERTA
Veja Capital aberto.
COMPANHIAS DE COMÉRCIO
Empresas compradoras e vendedoras, entre vários países. Providenciam também recursos logísticos e financeiros.
COMPATIBILIDADE
Capacidade de entidades serem usadas em conjunto sob condições específicas, para atender requisitos pertinentes
COMPATIBILIDADE
Habilidade de duas superfícies estarem em contato sem falha do sistema de lubrificação e sem desgaste significativo das duas superfícies.
COMPATIBILIDADE DE COMPONENTES
Capacidade dos componentes a serem usados em conjunto, sob condições específicas, para atender os requisitos próprios.
COMPATIBILIDADE DE CÓDIGO
Capacidade que tem um código de ser lido e interpretado por outro sistema diferente. O sistema UPC é compatível com o sistema EAN, porém o inverso não ocorre.
COMPATIBILIDADE DIMENSIONAL DO PRODUT
Verifica-se se as dimensões e as formas dos subsistemas e seus componentes devem assegurar a montagem em um arranjo físico otimizado.
COMPATIBILIDADE FUNCIONAL DO PRODUTO
As saídas dos subsistemas devem ser aceitas sem restrições, como entradas pelo subsistema seguinte.
COMPETÊNCIA AUTOMÁTICA
Atributo de uma pessoa, que sabe o que e como fazer, no momento que esta competência torna-se necessária.
COMPETÊNCIA DE BASE
É o conjunto da experiência e tecnologia coletiva da organização, devidamente administradas, adequadas à produção de bens e serviços dentro das necessidades da linha de produtos definida e a integração dos diversos caminhos da tecnologia e especialmente as diversas capacitações no pensamento estratégico.
COMPETÊNCIA DE BASE ESTRATÉGICA
É uma das competências de base, que foi eleita como importante pelo Planejamento Estratégico da empresa e a ser devidamente administrada de forma permanente e coordenada. É o conjunto da experiência e tecnologia coletiva da organização, devidamente administradas, essenciais à produção de bens e serviços e integradas com os diversos caminhos da tecnologia, internas e externas a empresa e especialmente as diversas capacitações selecionadas no pensamento estratégico.
COMPLIANCE CHECKING
No processo de transações de mensagens num sistema EDI, exerce a função de garantir que toda a transmissão contenha um mínimo de informações determinado pelo padrão de EDI que está sendo utilizado.
COMPONENTES DE GESTÃO
Conjunto de atividades empresarial que são necessárias à execução dos Processos do negócio.
COMPONENTES DE MONTAGEM
São os componentes, internos e externos, que estão relacionados no segundo nível da árvore do produto, que alimentam as linhas de montagem para a formação final do produto acabado.
COMPOSIÇÃO
É o resultado da interação do desenho completo, com normas, especificações, contratos, etc., que estão relacionados com ele. Deve ser escrito em forma de anexo ou adendo ao desenho.
COMPOSITO
Material que combina substâncias de estrutura diferentes, mas compatíveis, de modo a criar um complexo estável com desempenho superior aos das partes constituintes.
COMPOSITO AVANÇADO
Material compósito de elevado desempenho em relação às propriedades mecânicas, o peso e a resistência à temperatura, formado por fibras de vidro, aramida, carbono, boro, alumínio, carbonato ou carboneto de silício, enfeixadas com resinas epóxi, poliéster, ou poliamida.
COMPRA EM MARGEM
Aquisição de ações a vista, com recursos obtidos pelo investidor por meio de um financiamento com uma sociedade corretora que opere em Bolsa. É uma modalidade de operação da Conta Margem.
COMPRA MENTAL
Atitude do usuário num ponto de venda onde depois de examinar vários produtos, ele transfere mentalmente a propriedade do item da loja para a sua pessoa, mesmo antes de passar no caixa e pagá-lo, tornando o produto, sua propriedade definitiva.
COMPRA POR LOTE FIXO
Compra de lotes fixos de materiais, determinados por técnica econômica e que sempre é realizada em períodos variáveis, devido a não constância da demanda.
COMPRA POR PERÍODO FIXO
Abastecimento de itens padrões realizados sempre num período fixo, como semanal e mensal, aplicado em material de escritório, informática, limpeza e manutenção, sempre utilizando listagens padrões.
COMPRAR OU FABRICAR
Técnica de análise para se decidir se a empresa deverá produzir ou comprar um determinado item.
COMPRESSÃO
Aplica-se carga em uma caixa de papelão ondulada montada e verifica-se a carga máxima que a embalagem suportaria por um certo tempo.
COMPRESSÃO TONAL
É a redução do intervalo de densidades, que constitui a diferença entre as mínimas densidades das zonas mais claras e as máximas densidades das áreas mais escuras de uma imagem.
COMPRESSION TEST
A test in which force is applied by two flat surface of a box.
COMPRIMENTO DE ONDA
Distância entre dois pontos iguais de determinada onda.
COMPROMISSO DA EQUIPE COM A VIABILIDADE
É um compromisso da Equipe de Planejamento da Qualidade do Produto, de que o projeto pode ser manufaturado, montado, testado, embalado e entregue em quantidades suficientes a um custo aceitável e dentro do prazo.
CONCEITO DO MERCADO
Definição concisa do conjunto de necessidades dos usuários de um segmento de mercado e suas características, como o perfil das pessoas que formam parte deste segmento de mercado.
CONCEITO DO PRODUTO
Diferenciação de um produto, com origem nas competências de base, que foi escolhida pelo mercado entre tantas outras, como a mais significativa e importante para os usuários. Este Conceito do Produto será transformada em vantagem competitiva e será utilizado para se definir a linha de comunicação mercadológica, em detrimentos das outras diferenciações que não devem mais ser mencionada na embalagem e mesmo na publicidade.
CONCENTRAÇÃO DE PARTÍCULAS
Quantidade de partículas por unidade de volume de ar.
CONCENTRAÇÃO LIMITE DO ODOR – THRESHOLD ODOR CONCENTRATION
CONCENTRAÇÃO LIMITE DO ODOR – THRESHOLD ODOR CONCENTRATION –
CONCENTRADOR
Trata-se de um hardware que conecta muitas linhas de entrada e saída e condensa o trafico de dados numa linha para maior velocidade e economia.
CONCEPT APPROVAL MILESTONE
Marco de Aprovação do Conceito – A avaliação do escopo do programa, das metas e dos recursos necessários, para se comprovar que são consistentes com o plano de negócios corporativo de longo prazo e atende aos preceitos da Estratégia Corporativa da empresa.
CONCESSÃO PÓS-PRODUÇÃO
Liberação de um produto não-conforme em relação aos requisitos especificados.
CONCLUSÃO Jurídico
É o ato que certifica o encaminhamento dos autos ao Juiz para alguma deliberação.
CONCORRÊNCIA DESLEAL
Este conceito de concorrência tem aspectos éticos, jurídicos e econômicos de difícil definição. O concorrente desleal quer levar vantagens, sem relação com a sua eficiência e produção e comercialização, m atitudes, como seguem, divulgar no mercado que o produto do concorrente não é bom, difamar a administração do concorrente nas rodas de negócios e sociais, tentar introduzir no mercado a preocupação a respeito da saúde financeira do concorrente, tentar induzir nos clientes preocupações sobre o comportamento dos vendedores do concorrente, danificar deliberadamente as mercadorias dos fornecidas pelo concorrente, subornar os compradores para não comprarem dos concorrentes, espionar e furtar informações dos concorrentes, pressionar os fornecedores de insumos a discriminar a empresa concorrente e abaixar os preços alem da necessidade de cobrir as despesas e custos.
CONCORRÊNCIA DESTRUTIVA
Tal condição ocorre particularmente no oligopólio, quando o mercado como um todo se reduz, levando as empresa a reagirem com reduções de preços para manterem o seu montante de vendas e conseqüentemente elevar a sua participação neste mercado menor. Como o lucro é apenas um resíduo da operação, ele será volátil se evaporará rapidamente e podendo mesmo a empresa entra numa condição de prejuízo. A ação impensada dos dirigentes da empresa oligopolísticas poderá levar todo um setor da economia a uma crise sem precedentes.
CONCORRÊNCIA DISCRIMINATÓRIA
Nesta situação o fornecedor dominante reduz os preços em uma das famílias de produtos, onde sofre concorrência de um outro fornecedor que comercializa apenas aqueles itens que compõem a família. Esta atitude poderá também ser tomada abaixando-se os preços em uma certa localidade onde domina um fornecedor regional.
CONCORRÊNCIA EFICAZ
A concorrência eficaz oferece aos compradores a possibilidade de mudarem de fornecedores quando isto for mais conveniente para eles. Como os bens não são padronizados, tal substituição fácil poderá resultar em alterações dos preços e da qualidade dos fornecimentos. Os compradores têm pleno conhecimento de todas as possibilidades de abastecimento. A fuga desta situação, da possibilidade ser rapidamente substituído por um outro fornecedor é obtida pelos produtores, pela especialização do fornecimento customizado, para determinado comprador. A concorrência eficaz, da aos compradores uma proteção contra as pressões dos fornecedores, garantindo um abastecimento socialmente justo.
CONCORRÊNCIA IMPERFEITA
As forças do mercado passam a serem influenciadas, pela ocultação das informações, contratos restritivos, convenções ou represálias. Impõem-se barreiras para se entra no mercado, e diferenciam-se os produtos para tornar fiel o comprador e se vender a preços diferenciados da concorrência.
CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA
Este regime se caracteriza pela forte diferenciação dos produtos ofertados, mesmo considerando um grande número de fornecedores, que diferenciam as suas partes para que os compradores hesitem em mudar de fornecedor. As diferenciações que cativam o cliente e justificam um desequilíbrio nos preços são em geral: variações da composição, dos tamanhos, dos acessórios, dos aspectos, da embalagem, da marca e da propaganda.
CONCORRÊNCIA OLIGOPOLÍSTICA
Situação de mercado onde a oferta é proporcionada por poucas empresas, que estabelecem barreiras de entrada para outras empresas, como recursos financeiros, o fornecimento de matérias-primas ou mesmo sistema logístico de distribuição.
CONCORRÊNCIA PERFEITA
Situação de atendimento ao mercado formado por um número elevado de clientes, por um número elevado de fornecedores. A existência de uma condição de concorrência perfeita lastreia-se nos seguintes pontos, o item negociado deverá uniforme e ofertado em elevadas quantidades, os comerciantes devem estar bem informados de todos s preços praticados no mercado, os vendedores devem ser em elevado numero, sem que um predomine sobre o outro e saída de um fornecedor do mercado não afetará o preço estabelecido, a oferta de cada fornecedor será a preços constantes e numa quantidade que maximize o seu lucro, os compradores e fornecedores se relacionam com independência e sem nenhuma coação, o preço do mercado variará de tempos em tempos, em respostas às condições da oferta e da procura os itens e não existe nenhuma barreira para fornecedores entrarem no mercado.
CONCORRÊNCIA POTENCIAL
A característica essencial deste tipo de concorrência é uma situação onde a entrada e a saída do mercado poderá se efetivar de maneira livre e rápida. As barreiras que descaracterizam esta situação poderão ser: A posse de recursos escassos, o montante de recursos para entrar no mercado, a instalação de grandes equipamentos, tarifas restritivas, franquias exclusivas e patentes concedidas, a inovação no desenvolvimento de produtos. Tais barreiras inibem a formação de uma situação competitiva.
CONCORRÊNCIA PREDATÓRIA
É uma situação da concorrência onde um fornecedor poderoso, reduz os seus preços para deliberadamente levar o outro a uma condição muito difícil e mesmo insuportável.
CONCORRÊNCIA PURA
Trata-se de uma situação de concorrência perfeita, onde as informações sobre as condições de oferta e demanda, não são transparentes. Grupos podem controlar as condições de oferta e demanda e com isto mudar as tendências dos preços.
CONDUTORES DE OPINIÃO
Atuação de agentes externos bem considerados pela estrutura psicológica do indivíduo, com a finalidade de dificultar o fechamento dos filtros, que impediria a percepção plena das características dos produtos oferecidos.
CONECTIVIDADE
Habilidade de um particular computador ou arquitetura de network, de conectar e se integrar com sistemas incompatíveis.
CONES
Células fotoreceptoras delgadas da retina, sensíveis às cores.
CONFERENTE
Responsável pela conferência de cargas que entram ou saem de uma empresa.
CONFIABILIDADE
É a propriedade de um sistema, aparelho ou componente de funcionar adequadamente durante um intervalo de tempo.
CONFIABILIDADE DAS MÁQUINAS
A probabilidade que maquinário e equipamento podem funcionar continuamente, sem falha, por um intervalo específico de tempo quando operados em condição determinada.
CONFIABILIDADE DO ITEM
É a probabilidade de que um item irá continuar a funcionar nos níveis de expectativa do cliente e em um ponto de medição, sob condições ambientais e de ciclo de serviços especificados.
CONFIABILIDADE DO PRODUTO
É a capacidade do produto de funcionar por um determinado tempo, sem parada para reparos.
CONFIGURAÇÃO DA FORMA
Atividade do design para ajustar as partes do produto, seus comandos, seus mostradores, o peso e volume ás características de seus futuros usuários.
CONFIGURAÇÃO DE PRODUTOS INDUSTRIAIS
É as atividades de atender a estética, a forma, as necessidades dos futuros usuários e a condição de bi-partição para possibilitar a conformação das peças e componentes do produto
CONFIGURAÇÃO DO PRODUTO
Atividade de se estruturar um produto para atender a uma determinada necessidade, como a escultura elaborada por um artista que visa atender a um sentido estético, um ninho que um passaro prepara para atender as necessidades dois filhotes.
CONFIGURAÇÃO DO PRODUTO – GESTALTUNG
É o processo amplo de materialização de uma idéia e se transforma em design quando se atrela a um objeto ou objetivo específico a ser atingido. A configuração do meio ambiente pode-se denominar de design ambiental, pois o conceito de ambiente se une ao do design.
CONFIGURAÇÃO MOLECULAR
Disposição espacial dos átomos de uma molécula, quando os átomos e carbono possuem a capacidade de rodar em torno de uma ligação, com estabilidade e comportamento físico-químicos próprios.
CONFIRMAÇÃO
Aviso que o corretor dá ao cliente da efetivação de uma negociação com ações.
CONFIRMAÇÃO
Registro de uma transação de câmbio e monetária, trocado entre as partes, antes da confirmação real da própria transação.
CONFIRMAÇÃO DE EXPERIMENTO
Um experimento realizado sob condições definidas como ótimas por um outro experimento realizado previamente, para confirmar as previsões experimentais.
CONFLITO DE INTERESSES
Atividade de negócios, relacionada com as pessoas e empresa, que interferem com os objetivos da empresa ou possam acarretar ações fora da ética ou mesmo ilegais.
CONFLITOS
Choque ou antagonismo entre elementos ou idéias oponentes e que ocorre quando o comportamento de um indivíduo ou um grupo deles ou mesmo o de uma organização impede ou dificulta a realização dos objetivos de outra destas partes.
CONFORMABILIDADE
Habilidade de duas superfícies se amoldarem para compensar desalinhamentos.
CONFORMAÇÃO
Mudança de forma das matérias-primas com a utilização de energia mecânica proporcionada pelos equipamentos produtivos, para se obter semi-acabados.
CONFORMAÇÃO INDUSTRIAL
É a forma dada a um material pelas máquinas industriais, como quando uma chapa sofre a ação de uma prensa. O design industrial deverá sempre tratar as peças para serem bi-partida e conformáveis nos equipamentos de produção.
CONFORMAÇÕES
Operação unitárias, que altera a forma de uma matéria-prima pela utilização de energia. Uma seqüência de conformações caracteriza um processo de produção.
CONFORMIDADE
Atendimento a requisitos especificados. O não atendimento é então, uma não-conformidade.
CONJUNTO
Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies, para serem utilizados de uma só vez.
CONJUNTO MONTADO
Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies, para serem utilizados de uma só vez.
CONSCIENTIZAR
Fazer o funcionário entender a necessidade desta política para a empresa e para o funcionário. Compreender as conseqüências da falha do produto, sob os aspectos Jurídicos.
CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL – CMN
Órgão federal responsável pela formulação da política da moeda e do crédito, e pela orientação, regulamentação e controle de todas as atividades financeiras desenvolvidas no País.
CONSENSO
Acordo geral, caracterizado pela ausência de oposição fundamentada a aspectos significativos por qualquer parte importante dos interesses envolvidos, por meio de um processo que busca levar em conta as posições de todas as partes interessadas e a conciliação das opiniões conflitantes.
CONSIGNAÇÃO
Materiais que ficam de posse dos clientes, mas que permanecem de propriedade do fabricante e somente deverão ser pagos quando vendidos para terceiros.
CONSISTENCIA DA QUALIDADE
Atendimento continuado e seguro pelo produto dos requisitos do mercado, com perfeito desempenho, com confiabilidade, durabilidade, adequação ao uso, estética e conformidade com os padrões e que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas dos usuários.
CONSOLIDAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO
Ordenação sistemática de documentos pertinentes a uma determinada parte do projeto, produto ou processo, sucessivamente agrupados, até se ter todos os documentos do projeto, observada a articulação entre os mesmos.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA
Técnica de abastecimento onde um caminhão visita todos os fornecedores todos os dias retirando as mercadorias programadas para atender a compradora naquele dia.
CONSTRUTIVISMO
Movimento Russo de 1917, influenciado pelo cubismo e futurismo, voltado para o design para a produção em massa.
CONSUMIDOR
Trata-se de pessoa física que adquire produtos para consumo rápido e renovação periódica da compra.
CONSUMIDOR
Tipo diferenciado de usuário, que consome produtos em curtíssimo prazo
CONTA MARGEM
Forma de negociação de ações que possibilita ao investidor obter, em uma sociedade corretora, financiamento para compra dos títulos e/ou empréstimo dos papéis para venda. Essas operações são feitas no mercado à vista de bolsa. O custo e liquidação do financiamento, bem como a remuneração do empréstimo dos títulos e sua devolução, são pactuados diretamente entre o investidor e a corretora.
CONTA MARGEM
Forma de negociação de ações que possibilita ao investidor obter, em uma sociedade corretora, financiamento para compra dos títulos e/ou empréstimo dos papéis para venda. Essas operações são feitas no mercado à vista de bolsa. O custo e liquidação do financiamento, bem como a remuneração do empréstimo dos títulos e sua devolução, são pactuados diretamente entre o investidor e a corretora.
CONTABILIDADE DOS ESTOQUES
Atividade contábil que se preocupa na valoração de todos os itens em estoque, utilizando um sistema perpétuo ou periódico.
CONTABILIDADE GERENCIAL
Trata-se de um enfoque especial, para auxiliar os gerentes da empresa em seu processo decisório, conferido a várias técnicas e procedimentos contábeis, já conhecidos e tratados na contabilidade patrimonial, na contabilidade de custos, na análise financeira e de balanços, colocados de uma forma diferente, num grau de detalhe mais analítico, com uma classificação diferenciada e uma nova forma de apresentação.
CONTADOR DE NÚCLEO DE CONDENSAÇÃO
Instrumento para a contagem de pequenas partículas aéreas transportadas de aproximadamente 0,01 mícron e maior, mediante detecção de gotículas formadas por condensação de vapor sobre as partículas.
CONTADOR ÓTICO DE PARTÍCULAS
Instrumento contador por dispersão de uma fonte luminosa com mostrador e/ou meios de registro, para a contagem de partículas no ar.
CONTAMINAÇÃO CRUZADA
Condição operacional em que existe a possibilidade de um material contaminar o outro e vice versa.
CONTAS A PAGAR
Valor dos produtos e dos serviços ainda a serem pagos.
CONTAS A RECEBER
Valor dos produtos e serviços fornecidos ou prestados aos clientes e ainda não recebidos.
CONTAS DE CAPITAL
Contas da balança de pagamentos que medem as mudanças nos passivos e débitos (claims) financeiros de residentes locais contra estrangeiros e de estrangeiros contra residentes locais.
CONTAS DE COMÉRCIO
Contas do Balanço de Pagamentos que refletem o dinheiro gasto fora do país por cidadãos, em bens e serviços e o dinheiro gasto pelos estrangeiros nesse mesmo país.
CONTEÚDO EFETIVO
É a quantidade de produto contida na embalagem.
CONTEÚDO EFETIVO DRENADO
É a quantidade de produto contida na embalagem, descontando-se qualquer líquido, solução, caldo, segundo método próprio.
CONTEÚDO NOMINAL
É a quantidade líquida indicada na embalagem do produto.
CONTRAPRESSÃO
É a pressão estática na descarga da válvula ou a pressão junto à descarga da válvula, devido a perdas de carga na tubulação de descarga da mesma, podendo ser constante ou variável.
CONTRASTE
Relação entre o grau de reflexão das barras escuras e os espaços claros, ou o fundo do código de barras.
CONTRASTE
Uma medida da velocidade de mudança de brilho de uma imagem, definido pela distribuição de valores entre o preto e o branco.
CONTRASTE
Valor de refletância entre as barras escuras e os espaços claros de um símbolo do código de barras legível por máquina.
CONTRATO DE CÂMBIO BILATERAL
Contrato de câmbio para uma moeda local, contra uma moeda estrangeira.
CONTRATO DE CÂMBIO MULTILATERAL
Contrato de câmbio envolvendo duas moedas estrangeiras, realizados no país com uma outra moeda.
CONTRATO DE OPÇÃO DE CÂMBIO
Contrato de câmbio sem uma data fixa de vencimento.
CONTRIBUIÇÃO MARGINAL
Diferença entre a receita auferida e as despesas variáveis e custo do produto vendido.
CONTROL PLANNING
É um sumário escrito e editado de um sistema para o controle das variações das características chaves dos produtos e dos processos, descrevendo as providencias a serem adotadas no fluxo do processo para que as saídas do sistema de produção estejam numa situação de controle estatístico do processo. Determina os pontos a serem controlados, escolhe o sistema de controle, identifica os locais de controle, desenvolve o plano de reação às variações, estabelecem o modo de retroalimentar as correções e mantêm em dia o plano de controle.
CONTROLADORIA
Divisão administrativa empresarial que tem a função de prover suporte para a elaboração do orçamento pelas diversas áreas da empresa, conforme o plano de contas contábil, executar a contabilidade patrimonial e fiscal, controlar a execução orçamentária apontando as distorções entre o previsto e orçado e exercer uma auditoria interna no caixa, estoques, folha de pagamento e negócios em geral.
CONTROLE
Atividade que tem por objetivo ajustar o realizado, durante a execução, com o planejado e que se divide em partes como segue: acompanhamento, avaliação, decisão e retroalimentação.
CONTROLE
Comparação das características da atual atividade com as características planejadas analise destas variâncias, desenvolvimento de alternativas e tomada de ações corretivas apropriadas.
CONTROLE ACIONÁRIO
Posse, por um acionista ou grupo de acionistas, da maior parcela de ações, com direito a voto, de uma empresa, garantindo o poder de decisão sobre ela.
CONTROLE ADAPTATIVO
Habilidade de um controle de alterar seus parâmetros em resposta a uma mudança da medida das condições das operações.
CONTROLE CONTÍNUO DO PROCESSO
Utilização de sensores para monitorar um processo e realizar automaticamente as alterações na operação através de alças de retroalimentação.
CONTROLE DA CAPACIDADE
Medição do volume de produção e comparação desta produção com a capacidade planejada, determinar estas variações e determinar ações corretivas para se retornar aos limites das variações planejadas.
CONTROLE DA QUALIDADE
Conjunto de atividades planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema de qualidade e demonstradas como necessárias para prover confiança adequada de que uma entidade atenda os requisitos para a qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE
Técnicas e atividades operacionais, utilizadas para atingir os requisitos da qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE DE PROJETOS
Monitoramento dos resultados do projeto para determinar se atende aos padrões relevantes de qualidade e se as causas de um desempenho insatisfatório estão afastadas.
CONTROLE DA QUALIDADE OFF-LINE
Qualidade garantida pela otimização do Projeto do Produto e um bom delineamento do Projeto do Processo, decorrente do Projeto do Produto.
CONTROLE DA QUALIDADE ON-LINE
Qualidade garantida pelo monitoramento dos processos de produção em andamento na fábrica.
CONTROLE DE CÂMBIO
Regulamentação das transações de câmbio pelas autoridades monetárias, para evitar uma expansão excessiva dos meios de pagamentos locais ou a erosão das reservas cambiais de um país.
CONTROLE DE CUSTO
Atividade para eliminar desperdícios caracterizados pela utilização de insumos em quantidade acima dos valores padrões determinados pelo projeto.
CONTROLE DE DOCUMENTOS
Sistemática de controle de documentos para garantir a utilização sempre da versão atual.
CONTROLE DE ESTOQUES
Técnicas e atividades para se manter um determinado nível de estoque de itens como: matéria–prima, materiais em processo e produtos acabados.
CONTROLE DE PROCESSO
Conjunto de atividades a partir das quais se assegura que um dado processo gere os resultados de acordo com o objetivo.
CONTROLE DE PROCESSO
Função exercida para manter um processo dentro de uma faixa de capabilidade pela retroalimentação e correção.
CONTROLE DE PRODUÇÃO
Controle diário da situação das peças produzidas, ou em processo.
CONTROLE DE QUALIDADE
Técnicas e atividades operacionais utilizadas para atingir os requisitos de qualidade.
CONTROLE DE SAÍDA
Técnica para o controle de saída de um centro de trabalho, onde a saída atual é comparada com a saída planejada, para se identificar sintoma de problemas na produção.
CONTROLE DE VARIEDADES
Seleção do número ótimo de tamanhos ou tipos de produtos, processos ou serviços, para atender as necessidades predominantes.
CONTROLE DE VARIEDADES
Seleção do número ótimo de tamanhos ou tipos de produtos, processos ou serviços, para atender as necessidades predominantes.
CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO
Método preventivo de se comparar continuamente os resultados de um processo com padrões, identificando, a partir de dados estatísticos, as tendências para variações significativas e eliminar/controlar as variações com o objetivo de cada vez mais reduzi-las.
CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP)
O uso de técnicas estatísticas, tais como gráficos de controle, para analisar um processo ou seu resultado de maneira a tomar ações apropriadas para atingir e manter um estado de controle estatístico e melhorar a capacidade do processo.
CONTROLE INTEGRAL DE PRAGAS
Sistema que incorpora ações preventivas e corretivas, destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e a proliferação de vetores e pragas urbanas que comprometem a segurança do alimento.
CONTROLES DE PROJETO
Uma descrição das ferramentas, métodos, cálculos, revisões, testes, etc., de engenharia que tem como objetivo identificar modos de falhas potenciais anteriores à liberação da engenharia. Estes métodos podem incluir testes de DV.
CONTROLES ESPECIAIS
Controles especiais são aqueles métodos de processos de fabricação e montagem, ações administrativas, técnicas e testes além dos controles normais. Controles Especiais são implementados para assegurar que produtos que afetam funções de segurança do veículo ou regulamentações governamentais serão produzidos e montados conforme especificações de engenharia. Controles Especiais podem ser implementados também para garantir que características designadas que são importantes para a satisfação do cliente, serão produzidas e montadas para atender às necessidades de engenharia e do processo. Controles Especiais devem ser identificados e descritos em Planos de Controle, e estes Planos de Controle devem ser aprovados pela Engenharia de Produto responsável e pelas atividades de qualidade.
CONTROLES NORMAIS E COMUNS
Referem-se àqueles controles associados com práticas comerciais padrões e incluem os métodos, práticas, técnicas e testes, geralmente usados por um produtor para um determinado produto. Controles Normais são aplicados a características (outras) não designadas.
CONVECÇÃO
É o método de transmissão de calor característico dos fluidos (líquidos e gases). Ela se da pela formação de correntes ascendentes e descendentes no seio da massa líquida. Assim, o calor gerado numa estufa se transmite por convecção, mediante o aquecimento do ar. O ar aquecido se expande, tendendo a subir e a propagação por convecção, ocorre naturalmente na direção de baixo para cima, embora as correntes de ar possam ser dirigidas em qualquer direção.
CONVERSÃO
Mudança das características de um título. No caso de ações, pode ser sua transformação, quanto à forma (de nominativa para escritural) ou à espécie (de ordinárias em preferenciais ou vice-versa) dependendo de deliberação de assembléia geral extraordinária e do disposto no estatuto social de uma sociedade anônima.
COO – CHIEF OPERATING OFFICER
Executivo chefe de operações, assistente mais próximo do CEO, que responsabiliza-se pelo cotidiano e pela administração.
COORDENADA CROMÁTICA
Chamamos de coordenada cromática a medição da refletância das três luzes refletidas por uma superfície do produto em relação à intensidade das luzes que formam o branco.
COORDENADAS ABSOLUTAS
Valores das coordenadas medidos a partir de um sistema de coordenadas, com origem num ponto.
COPAKERSHIP/PARTNERSHIP
É a estratégia dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores de embalagem, no complexo empresarial do cliente. Realiza-se através do "just in time" e "free pass" podendo alcançar inclusive uma integração estratégica. A produção das embalagens junto do envasamento reduz a contaminação, elimina os estoques que podem ser contaminados, reduz as despesas de transporte e os custos de se controlar a atmosfera de fabricação das embalagens e custos dos materiais necessários para proteger as embalagens de possíveis contaminações no canal de distribuição.
COPO
Embalagem tronco cônica de vidro, plástico ou papel, que serve de embalagem de contenção para geléias e conservas.
COPOLÍMERO
Polímero formado por mais de um tipo de monômero.
COR
A cor é o resultado do espectro total de luzes que incidem em um objeto, menos as luzes que não são refletidas, mas absorvidas pelo mesmo.
COR CONCEITUAL
Cor aplicada em um produto pertencente a uma família e na sua embalagem, que retrata as definições da programação visual definida, ao se examinar o conceito de um segmento de mercado.
COR INDEXADA
Mapeamento das cores no padrão 8 bits ou inferior, para reduzir imagens a um pequeno tamanho.
COR LEGAL
Cor aplicada em um produto pertencente a uma família e na sua embalagem, que retrata as definições da legislação específicas a respeito deste segmento de mercado.
CORANTE
E toda substancia solúvel capaz de modificar ou fornecer cor a um sistema.
CORBA
Common Request Broker Architecture
CORE COMPETENCE
O conceito surgiu em 1990, na Harvard Business Review, em artigo intitulado "The Core Competence of the Corporation", da autoria de Gary Hamel e C. K. Prahalad. O primeiro é professor na London Business School e o segundo leciona na Universidade de Michigan. Core competence designa as competências estratégicas, únicas e distintivas de uma organização. Poderá ser, por exemplo, um conhecimento técnico ou uma tecnologia específica que é susceptível de oferecer um valor único para os clientes e que distingue a empresa das rivais. É o caso da competência da Sony em técnicas de minuturização, ou da Honda na criação de motores. Para os autores, poucas companhias poderão ser líderes mundiais, em mais de cinco ou seis competências estratégicas.
CORES CONCEITUAIS
Ao se definir o conceito do segmento do mercado, procura-se expressar este conceito, nas figuras, nos grafismo, nos símbolos e principalmente na combinação das cores, que se ajustam ao gosto dos participantes do segmento do mercado.
CORÓIDE
É a camada seguinte à córnea, que contém os vasos sangüíneos.
CORPORAÇÃO
Sistema de se organizar os negócios em divisões integradas, mantendo, porém a centralização financeira, a aplicação das reservas no mercado financeiro, o controle das decisões de liberação de verbas para investimentos em novas linhas de produtos e novas instalações fabris.
CORRETAGEM
Taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra ou venda de títulos.
CORRETOR
Intermediário na compra e venda de títulos.
CORRETORA
Veja Sociedade Corretora
CORRIDA DE PRODUÇÃO
É um produto feito com a utilização de todas as ferramentas, processos, equipamentos, ambiente, instalações e tempo de ciclo de produção.
CORROSIVO
É substancias que, por ação química, causam danos e destruição quando em contato com tecidos vivos ou materiais.
CORTEX VISUAL
À parte do córtex cerebral responsável principalmente pela interpretação dos sinais elétricos provindos dos olhos.
CORTISOL
Hormônio produzido pelas glândulas supra-renais, devido ao estresse sendo tóxico para o cérebro quando em excesso, pois causam a destruição de neurônios.
COST-PLUS
Sistema de fixação de preços, que acrescenta ao custo incorrido ou previsto, um acréscimo percentual ou montante fixo, para fazer frente as despesa, aos impostos e a geração de lucro previsto no orçamento.
COTAÇÃO
Preço registrado quando da negociação com títulos em bolsa de valores.
COTAÇÃO DE ABERTURA
otação de um título na primeira operação realizada em um dia de negociação.
COTAÇÃO DE FECHAMENTO
Última cotação de um título em um dia de negociação.
COTAÇÃO MÁXIMA
A maior cotação atingida por um título no decorrer de um dia de negociação.
COTAÇÃO MÉDIA
Cotação média de um título, constatada no decorrer de um dia de negociação.
COTAÇÃO MÍNIMA
A menor cotação de um título, constatada no decorrer de um dia de negociação.
COTS
Commercial Off The Shelf
COULOMB
O Coulomb é a quantidade de eletricidade transportada em 1 segundo por uma corrente de 1 ampère.
CÓDIGO
Sistema de normas, de preceitos, de imperativos, que se referem a um amplo ramo do direito.
CÓDIGO BIDIRECIONAL
Lido pelo scanner em ambos os sentidos e depois decodificado no sentido correto.
CÓDIGO CONTÍNUO
Os espaços fazem parte da codificação.
CÓDIGO DE BARRAS
Série alternativa de barras e espaços, representando a informação em código que poderá ser lida por leitores eletrônicos. O código de barras destina-se a facilitar e aprimorar a entradas de dados em um sistema de computação.
CÓDIGO DE IDENTIDADE VISUAL
Denominamos de código de identidade visual um sistema de signos visuais como marca, logotipo, tipologia e esquema de cores e suas regras básicas que caracterizam, distinguem e coordenam a identificação do conceito de um segmento de mercado.
CÓDIGO DE PRÁTICAS
Documento normativo que recomenda praticas ou procedimentos para o projeto, produção, instalação, manutenção ou utilização de equipamentos, estruturas ou produtos.
CÓDIGO DE REFERENCIA DO FORNECEDOR
O CR - Código de Referencia do Fornecedor, comumente denominado Nome da Peça, Número da Peça ou “Part Number”, é um código adotado pelo fornecedor para representar item de suprimento de sua fabricação ou venda.
CÓDIGO DE SÉRIE DE UNIDADE LOGÍSTICA (SSCC)
Identificação exclusiva de uma unidade logística que utiliza uma estrutura Unidade Logística/ ou de numeração padrão de 18 dígitos. Identificador de Aplicação de Despacho (SSCC) EAN/UCC - AI (00)
CÓDIGO DO PRODUTO
Trata-se do código que identifica os produtos acabados, que consta no sistema de processamentos de dados do fabricante, será gravado nas ferramentas de moldagem, constará nas tabelas de preços utilizadas pelos vendedores, será gravado nas embalagens na forma de EAN 13, será registrado nos sistemas de processamentos de dados do varejo e aparecerá na emissão das notas fiscais.
CÓDIGO PROPRIETÁRIO
Representação particular e em barras, de códigos utilizados internamente à empresa para controle do sistema de fabricação.
CÓRNEA
Fecha o globo ocular na frente da esclerótica.
CP
Um índice de capacidade, que é a razão da tolerância especificada da peça para a distribuição 6s do processo sem levar em conta a localização dos dados. É calculado depois da verificação de que o processo está estatisticamente controlado.
CP/CPK
São indicadores da capabilidade do processo. Cp relaciona a variação natural do processo com a especificação.
CPIM
Certified in Production and Inventory Management
CPK
Um índice de capacidade que considera tanto a distribuição do processo quanto a proximidade da distribuição em relação aos limites de especificação. É calculado depois da verificação de que o processo está estatisticamente controlado.
CPM
Chamada de peças para a montagem
CPM
Certified Purchasing Manager
CPM – CRITICAL PATH METHOD
Uma técnica de planejamento por rede para a análise dos tempos de execução de um projeto, utilizada para o planejamento e controle das atividades de um projeto, identificando os elementos que atualmente funcionam como restrição na redução do tempo total.
CPT
Carried Paid To
CPV
O custo dos produtos vendidos é maior quando a venda se eleva, já que o custo unitário de um produto vendido é constante, e dado de entrada da formação do preço.
CQ
Controle de qualidade que compreendendo um sistema de meios para fazer, economicamente, produtos ou serviços que satisfação às necessidades do consumidor.
CQ
Convite para cotação.
CR
Código de Referencia do Fornecedor
CRACK
Ocorre quando as cotações das ações declinam velozmente para níveis extremamente baixos.
CRADA
Cooperative Research and Development Agreement
CREDENCIAMENTO
Modo pelo qual um organismo autorizado dá conhecimento formal de que um organismo ou pessoa é competente para desenvolver tarefas específicas.
CRIATIVIDADE
Idéias de objetos que possam trazer a felicidade ao ser humano, pelo atendimento de suas mais sofisticadas necessidades. A criatividade se reveste da característica de novo e inesperado.
CRIPTOLOGIA
A ciência pela qual os dados encryption e decryption são derivados para sistemas seguros.
CRIPTÔMETRO
Aparelho usado para determinar o poder de cobertura e opacidade de uma dispersão pigmentaria.
CRISTAL
Sólido uniforme com configuração atômica repetitiva, no qual as moléculas ocupam uma posição precisa.
CRISTAL LÍQUIDO
São líquidos cujas moléculas podem ser dispostas espacialmente de modo bastante regular, sendo uma situação intermediaria entre o sólido e o líquido, com tendência a orientação molecular quando sujeita a um campo elétrico.
CRISTALINO
Tecido transparente que focaliza os raios luminosos na retina.
CRM
Consumers Relationship Management – Gerenciamento do relacionamento mercadológico com cada cliente.
CROMATICIDADE
Dimensão de um estímulo cromático expresso em termos de matiz e saturação, excluindo a intensidade luminosa
CROMINÂNCIA
CROMO
Confeccionado como o fotolito, utilizado para a correção ou atualização de partes de um fotolito maior.
CRONOGRAMA
Documento para planejar o desenvolvimento de novos componentes ou produtos estabelecendo fases principais e responsáveis.
CRONOGRAMA
É um plano que descreve as tarefas, obrigações, acontecimentos e tempos requeridos para oferecer um produto que atenda aos requisitos e expectativas dos clientes.
CROSS DOCKING
Passagem das mercadorias que chegam, rapidamente para a expedição destas mesmas mercadorias para os clientes.
CROSS FUNCTIONAL MANAGEMENT
Controle, gerenciamento e melhoramento contínuo dos problemas difusos, permanentes e comuns a funções e processos diversos.
CROSS-DOCKING
Sistema de distribuição, que facilita o direcionamento da expedição às lojas de varejo, das mercadorias recém chegadas a um depósito e mercadorias de baixa movimentação que se associam à distribuição de mercadorias de alto volume e giro.
CROSSDOCKING
Recebimento, separação de carga com consolidação por destino e despacho.
CRP
Capacity Requirements Planning
CRP
Continuous Replenishment of Product
CRP – CONTINUOUS REPLENISHMENT PROGRAM
Suprimento contínuo entre parceiros comerciais, com informações relativas às vendas reais dadas pelos scanners, com suprimento ajustado ao necessário, com a manutenção de estoques mínimos e com informações comparadas com a previsão de demanda previamente acordada entre os parceiros comerciais.
CRT
Current Reality Tree
CS
Códigos de Subgrupos
CTD – CUSTOS PARA A TOMADA DE DECISÕES
Adaptação dos demonstrativos contábeis referente aos custos industriais, realizando-se cálculos, fazendo análises estatísticas e de engenharia, e adaptando os demonstrativos contábeis as necessidades de informação para suportar decisões gerenciais.
CTI – COMPUTER TELEPHONY INTEGRATED
Sistema de telefonia integrado com a computação.
CTO - CHIEF TECHNOLOGY OFFICER
Cargo surgido posteriormente ao Chief Information Officer e é o executivo que cuida do operacional.
CTO – CHIEF TECHNOLOGY OFFICER
Diretor de Tecnologia
CTQ – CRITICAL TO QUALITY
Característica Crítica para a Qualidade. Uma característica do produto ou processo que é considerada crítica em relação ao impacto sobre os requisitos do cliente, desempenho, qualidade ou confiabilidade. Jargão de projeto Six Sigma.
CUBAGEM
Método para a programação de colocação de caixas com mercadorias dentro de um baú ou container, para garantir a melhor ocupação volumétrica e colocar o centro de gravidade das cargas o mais próximo possível do centro geométrico do contentor. CUBISMO – Reação de 191
CULTURA DA EMPRESA
Conjunto de valores, crenças e condutas próprias de uma empresa, definidas e introduzidas pela alta administração.
CULTURA ORGANIZACIONAL
As empresas, tal como os países, têm uma cultura única. É, por isso, crucial que as empresas divulguem de forma explícita quais são os valores que valorizam. Quando o fazem por escrito, o documento chama-se declaração de missão. Para James Collins e Jeremy Porras, autores do livro Built to Last, a razão por que algumas empresas têm sucesso em longo prazo, enquanto outras acabam por desaparecer está na cultura organizacional. Nesta era de incerteza tudo deve ser posto em causa, à exceção dos valores. Esses têm de ser imutáveis.
CUPOM
Comprovante que pode ser resgatado no ponto de venda em troca de dinheiro (desconto) ou de um item gratuito.
CURSO DA AÇÃO
Atos administrativos concatenados, praticados por pessoas ou grupos.
CURVA DE APRENDIZADO
Função que reflete o ritmo de elevação das habilidades e capacidades à medida que são produzidas mais unidades de um certo item, resultando num tempo de produção menor com o decorrer do tempo.
CURVA DE RENDIMENTOS
Gráfico que mostra as taxas de juros para os diferentes prazos de um instrumento financeiro.
CUSTEIO POR ABSORÇÃO
Sistema de custeio para valoração do produto acabado, semi-acabados e pré-montados onde uma parcela dos custos fixos departamentais são assumidos por cada unidade produzida. A absorção do custo fixo é realizada pelo cálculo da taxa horária do departamento ou da máquina, multiplicado pelo tempo de conformação ou montagem dos componentes intermediários ou do produto.
CUSTO AMPLIADO
O custo do produto com um acessório acrescido é denominado de custo ampliado, não sendo necessário de se multiplicar o valor deste acessório por todos os fatores formadores de preço, pois supomos que os custos fixos e as despesas da empresas já estão devidamente cobertos pelas vendas em andamento. O produto ampliado pelo acessório poderia ter o preço do anterior, acrescido do valor do acessório, apenas multiplicado pelas taxas de impostos e despesa do financiamento da venda.
CUSTO APROPRIADO
São custos levados à valoração do custo dos produtos, que não resultarão em saída de caixa para pagamento de contas, pois são apropriações de depreciações de instalações e equipamentos utilizados na produção do produto.
CUSTO BÁSICO
São custos padrões definidos numa certa ocasião, e nunca mais alterados para que não se perca a referência histórica. Poderemos então utilizar os números para a montagem de séries históricas elucidativas.
CUSTO CORRENTE
Custo padrão que poderá ser atingido, desde que haja um esforço generalizado para se atingir este objetivo.
CUSTO DA QUALIDADE
Custos dos produtos fabricados de maneira defeituosa, custos dos defeitos ocorridos no cliente, custo da inadequação com os requisitos do cliente e custo das atividades de controle da qualidade.
CUSTO DE AQUISIÇÃO
Valor que envolve os custos de cotação e do produto ou serviços em si e custos decorrentes da entrega.
CUSTO DE ARMAZENAGEM
Valor que envolve gastos com espaço para armazenagem e pessoal para movimentação do produto.
CUSTO DE ESTOQUE
Valor que envolve preço do produto ou serviço, custo de cotação, custo de pedido, custo de armazenagem e despesas de venda.
CUSTO DE LONGO PRAZO
São custos avaliados para utilização futura, considerando uma profunda alteração de acréscimo da estrutura industrial, que irá alterar a escala da produção.
CUSTO DE OPORTUNIDADE
Retorno do capital que poderia acontecer, se não fosse utilizado nos atuais investimentos realizados ou a utilização de insumos na produção, com valores alternativos externamente a empresa, não sendo, portanto, registrados nos demonstrativos contábeis
CUSTO DE PEDIDO
Valor que envolve todos os gastos para se fazer um pedido, como gasto com pessoal, telefone, papel, lápis e tudo mais que for necessário para a confecção do pedido.
CUSTO DE REPOSIÇÃO
Simulação dos custos das matérias-primas, dos produtos em processo e dos produtos acabados, considerando os preços dos insumos apurados no dia da avaliação.
CUSTO DE VENDA
Valor que envolve gastos com propaganda, emissão de nota fiscal e comissão de vendedores.
CUSTO DEPARTAMENTAL
Custo perfeitamente identificados como pertencentes ao departamento e não identificáveis diretamente no produto. Soma-se a estes custos identificáveis, os custos recebidos por transferência por rateio proveniente dos departamentos de serviços e gasto indiretos de fabricação.
CUSTO DIRETO DO PRODUTO
São os custos facilmente identificáveis como pertencentes ao produto, como por exemplo, a matéria-prima. Sendo fixos por produto, quando multiplicados pelas quantidades produzidas, tornam-se variáveis para a empresa.
CUSTO DO CICLO DE VIDA (LCC)
A soma de todos os fatores de custo incorridos durante a expectativa de vida do maquinário.
CUSTO FIXO
Dispêndios da empresa que serão absorvidos no produto via custo departamental e que não se alteram em curto prazo. com a variação do volume da produção.
CUSTO FIXO DA EMPRESA
É a soma dos custos dos departamentos de produção, montagem e embalamento, que já absorveram os custos dos departamentos de serviços e os gastos indiretos de fabricação.
CUSTO FUTUROS
Simulação dos custos das matérias-primas, dos produtos em processo e dos produtos acabados, considerando os preços dos insumos apurados segundo uma estudada projeção das séries históricas dos registros contábeis, associada a uma avaliação dos fatores determinantes de definição de preços dos insumos, registrados no mercado.
CUSTO GLOBAL
A avaliação a custo global refere-se ao fato de se avaliar os fornecedores, no que diz respeito aos aspectos econômicos, comparando-os operacionalmente, não com base no preço, mas com base no custo global que eles acarretam à empresa cliente. O custo global envolve os custos da qualidade, custos de confiabilidade, custos de tempo de resposta, custos de lotes de reabastecimento, custos de falta de aperfeiçoamento, custos de obsolescência tecnológica e o preço.
CUSTO GLOBAL DO FORNECIMENTO
Custo que o fornecimento de um item acarreta para a empresa, com qualidade, confiabilidade, tempo de resposta, lotes de reabastecimento, falta de aperfeiçoamento, custos da obsolescência e preço.
CUSTO IDEAL
Custos padrões mínimos sem folgas que constituem a meta mais ambiciosa da eficiência da produção.
CUSTO INCREMENTAL
Custo do próximo produto a ser fabricado depois de uma substancial alteração da estrutura industrial.
CUSTO INDIRETO
Dispêndios da empresa que serão absorvidos no produto via custo departamental e que não se alteram em curto prazo. com a variação do volume da produção. Estes custos são fixos para a empresa e variável para o produto, uma vez que este valor dividido por quantidades crescentes a serem produzidas, será absorvido no produto em valores cada vez menores.
CUSTO MARGINAL
Custo adicionado ao custo total, quando a quantidade gerada numa operação ou processo, é elevada de uma unidade.
CUSTO MÉDIO
Custo estimado total, incluindo absorção dos custos departamentais, para se produzir um lote de produtos, dividido pelo número das unidades produzidas e de boa qualidade.
CUSTO OBJETIVO
Valor de custo a ser adotado como objetivo a ser atingido por um desenvolvimento de produto, que é obtido pela avaliação do valor mercadológico e a sua desagregação, dentro da estrutura de formação de preços, envolvendo a dedução da margem de comercialização, as despesa logísticas, a estrutura de impostos e os porcentuais de despesas.
CUSTO PADRÃO
Sistema de apuração do valor do custo do produto, adotando-se os padrões de engenharia em termos de utilização dos materiais, dos tempos de conformação, dos tempos de montagem e dos tempos de embalamentos, valorando estes padrões pelos custos registrados dos insumos e pelas taxas horárias obtidas com uma taxa de ocupação média.
CUSTO PROJETADO
Pré-calculo do custo nas diversas fases do desenvolvimento de um produto, para comparação com o custo objetivo definido através da desagregação do valor mercadológico, através da cadeia de formação de preços de etiqueta. O pré-cálculo se processa pela valoração da lista de materiais e pela valoração dos tempos de conformação multiplicados pelas taxas horárias adotadas como objetivo orçamentário.
CUSTO TOTAL DA REVENDA
É a somatória de todos os custos de um produto para revenda ou serviço, considerando os custos de aquisição, custos de pedido, estoque, armazenagem, custo de venda e despesas de entrega.
CUSTO VARIÁVEL DA EMPRESA
É o custo resultado da multiplicação dos custos diretos dos produtos, pela quantidade fabricada de cada produto.
CUSTO VARIÁVEL DO PRODUTO
É a parcela do custo industrial que absorve todos os custos departamentais e que é multiplicando-se a taxa horária pelo tempo demandado em cada departamento para que o produto seja fabricado.
CUSTO VARIÁVEL DO PRODUTO
Resultado da divisão do custo fixo da empresa num determinado período, pela quantidade de produtos produzidos neste mesmo período.
CUSTOS
Dispêndios que são absorvidos ao valor do produto e incorporados no valor dos estoques de produtos acabados.
CUSTOS DE CURTO PRAZO
São custos apurados em uma determinada estruturas industriais, que não se altera em curto prazo, não alterando, portanto a escala da produção.
CUSTOS DE UTILIZAÇÃO
São os custos correntes de utilização do produto pelo comprador, que são inevitáveis e decorrentes das características de projeto, manufatura do produto, do ambiente e das condições de utilização do produto.
CUSTOS DESENBOLSÁVEIS
São custos incorridos que envolverão pagamentos com saída de caixa.
CUSTOS HISTÓRICOS
Custos das matérias-primas, dos produtos em processo e dos produtos acabados, valorados segundo os registro da contabilidade, com números históricos do preço das matérias–primas, da mão de obra e dos custos indiretos.
CUSTOS IRRECUPERÁVEIS
São custos como depreciação e a obsolescência dos ativos fixos, as oportunidades perdidas, a existência de materiais sem movimentação, produtos acabados fora de linha, os materiais danificados, são classificados como custos irrecuperáveis e retratam uma má gestão da administração.
CUSTÓDIA DE TÍTULOS
Serviço de guarda de títulos e de exercício de direitos, prestado aos investidores.
CUSTÓDIA FUNGÍVEL
Serviço de custódia no qual os valores mobiliários retirados podem não ser os mesmos depositados, embora sejam da mesma espécie, qualidade e quantidade. Deixa de existir a necessidade de se retirar exatamente o mesmo certificado depositado.
CUSTÓDIA INFUNGÍVEL
Serviço de custódia no qual os valores mobiliários depositados são mantidos discriminadamente pelo depositante.
CVS
Centro de vigilância sanitária.
CWQC - COMPANY-WIDE QUALITY CONTROL
Termo usado, de maneira genérica, com o mesmo sentido de TQC (“Total Quality Control”) estratégia que consiste em projetar, produzir e pôr à disposição dos clientes novos produtos e serviços que proporcionem sua plena satisfação a um nível de preço aceitável, através do envolvimento de todos da organização, dos fornecedores e dos canais de distribuição. Outros aspectos fundamentais desta abordagem são a cultura do melhoramento contínuo e a cultura dos processos. Através desta estratégia, a empresa busca maior competitividade e a garantia de sua prosperidade e sobrevivência.
CWQC – COMPANY WIDE QUALITY CONTROL
Sistema de medidas para se produzir bens e serviços de modo econômico e que satisfaçam às necessidades dos consumidores, requerendo a cooperação de todas as pessoas da empresa, envolvendo a direção, os gerentes, os supervisores, os trabalhadores, a pesquisa de mercado, o desenvolvimento, o planejamento, a preparação da produção, as compras, a gerencia de vendas, o projeto de engenharia do produto, a manufatora, a inspeção, a assistência técnica, o controle financeiro, a administração do pessoal, o treinamento e a educação.