Terça-feira, 23 de outubro de 2018
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Dicionário de Engenharia
EAN – EUROPEAN ARTICLE NUMBERING – ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE NUMERAÇÃO DE ARTIGOS
União dos representantes de 12 países europeus, que projetou um sistema de codificação para produtos no varejo com a intenção de ser compatível com o sistema UPC em uso nos Estados Unidos.
EANCOM®
Padrão internacional para EDI fornecido pela EAN International, em conformidade com o padrão UN/EDIFACT
EC
Electronic Commerce
ECM
Engineering Change Management
ECO
Engineering Change Order
ECOGESTÃO
A idéia de uma empresa responsável perante o ambiente e a sociedade era apenas um sonho dos ecologistas. Hoje, os governos investem em programas de apoio, criam legislação mais eficaz e controlam a eficácia dessas medidas. Em muitos países há um sistema de atribuição do selo ecológico aos produtos amigos do ambiente. Mas a mudança decisiva teve origem na crescente preocupação ecológica dos consumidores, cujos hábitos de compra passaram a premiar as empresas e os produtos respeitadores do ambiente. Também a maioria das multinacionais está a apostar nos produtos verdes. Quem ganha somos todos nós.
ECOLOGIA REVERSA
A ecologia reversa é um sistema realmente interessante e pretende-se com este sistema, fazer com que as embalagens já utilizadas, caminhem no sentido reverso ao da comercialização, retornando às fábricas para a devida recuperação centralizada.
ECOLÓGICO
Produto e embalagem limpos, que não poluem o ambiente na fabricação, na utilização e no descarte.
ECONOMATO
Materiais de utilização administrativa, tanto na fábrica como nas áreas de administração.
ECONOMIA DE ESCALA
Economia representada pela redução do custo unitário de um produto, ocasionado pela distribuição dos custos fixos da fábrica, por uma maior quantidade de produtos fabricados.
ECONOMIA DE ESCALA
Situação do custo médio do produto, mais reduzido, devido à elevação da quantidade produzida de um determinado produto, redução de custo esta, que é devido à redução do custo variável do produto, que é o resultado da absorção dos custos departamentais numa maior quantidade de itens.
ECR
Engineering Change Request
ECR – EFFICIENT CONSUMER RESPONSE
Processos desenvolvidos para se proporcionar uma rápida resposta às exigências do mercado, para o desenvolvimento de lançamento de produtos, no atendimento de pedidos, na produção por encomenda, na recuperação de falhas, na adaptação às mudanças do mercado, ou seja, uma administração flexível.
ECTOMORFO
Ser humano que possui o corpo e os membros longos e finos, com escassez de gorduras e músculos, com ombros largos e caídos, o pescoço fino e comprido, o rosto magro, o queixo recuado, a testa alta e tórax e abdômen estreitos e finos.
ECU
European Currency Unit
EDA
Electronic Document Access
EDI SERVER
Computador, software, caixas postais, e facilidades de transações que constitui o centro geral do EDI.
EDI – ELECTRONIC DATA INTERCHANGE
Troca contínua de informações, através da rede de informação, entre fornecedores e clientes para obter vantagens: eliminação de pedidos escritos, transação em tempo real, faturamento automático, eliminação de documentos e sistema de planejamento e programação, integrado e comum.
EDIÇÃO
Finalização da matéria (em rádio, TV, jornais ou revistas), selecionando os principais assuntos que serão divulgados, suprimindo informações desnecessárias e preparando a notícia de acordo com o espaço editorial disponível e a linha filosófica do veículo.
EDIFACT
Electronic Data Interchange for Administration, Commerce and Transport
EDIFACT
Electronic Document Interchange for Administration, Commerce and Transportation.
EDM
Electrical Discharge Machining, sendo Die-Sinking EDM com eletrodo de carbono e Wire-Cut EDM com fio.
EDM
Electronic Discharge Machine
EDM
Electronic Document Management.
EDO DRAM
Extend Data Output Dynamic Random Access.
EFEITO AMÉLIA
Rejeição de produtos pelas usuárias, produtos estes que facilitam demais as tarefas domésticas, como preparo das refeições, limpeza da casa, lavagem da roupa e depois a atividade de passá-la. A redução do esforço na execução destas tarefas poderia reduzir a sua importância e, portanto o seu mérito perante a família, que a esta gratificando com o reconhecimento de todos.
EFEITO CATRACA SALARIAL
Efeito resultante da elevação o nível salarial, sendo que sobre ele sempre se aplicará o reajuste futuro. Tal fato torna a folha de pagamento não administrável, pois os salários não podem ser reduzidos, numa situação de aperto da concorrência ou da conjuntura de demanda dos produtos.
EFEITO ESCADINHA
Este efeito acontece quando se monta um caderno e a espessura do papel, fazendo com que as páginas externas fiquem para fora das páginas internas. Se for refilada, estas páginas ficaram mais curtas do que as externas. A dimensão menor deverá ser considerada na arte final.
EFEITO MOIRÉ
Este efeito é um fenômeno de interferência que se apresenta quando duas retículas com a mesma lineatura se sobrepõem numa inclinação quase idêntica. Este fenômeno é comum quando a reticulagem é feita em originais que apresenta padrões geométricos próximos do padrão da retícula.
EFEITO SINERGÉTICO
A resposta exponencial de incremento de atividades, resultado da eliminação sistemática de falhas, adequação perfeita dos resultados, ajuste das interações bilaterais e multilaterais, chamamos de efeito sinergético.
EFEITO TRAVESSEIRO
Embalamento de produtos com filmes plásticos com a incorporação insuflada do ambiente da fábrica, ou enchimento com gás neutro, internamente da embalagem, que serve para amortecer impacto.
EFI
Electronic Freight Invoice
EFICÁCIA
Decisões e tarefas onde a estratégia esta envolvida.
EFICÁCIA
É fazer a coisa certa, grau em que um sistema operacional realiza o que dele se espera.
EFICIÊNCIA
Decisões e tarefas onde a tática esta envolvida.
EFICIÊNCIA
É fazer certo as coisas, grau em que um sistema operacional utilizou os recursos que deveria ter utilizado para atingir os objetivos ou realizar as atividades programadas.
EFICIÊNCIA
Porcentagem da saída real de um sistema de produção, em relação à saída esperada ou padrão não sendo, portanto uma relação de saída e entrada de um sistema.
EFICIÊNCIA DA OPERAÇÃO
Relação da produção atual de um equipamento, departamento ou fábrica comparada com a produção planejada e padrão.
EFICIÊNCIA DO FLUXO
Relação entre o tempo necessário para produzir uma unidade do produto e o tempo de atravessamento relativo. Relação entre o tempo operacional e a somatória deste tempo ao tempo de controle, de espera e de movimentação.
EFICIÊNCIA GLOBAL
É o produto do grau de disponibilidade do equipamento x eficiência x percentual de produto bom. O conhecimento da eficiência global pressupõe uma coleta de dados da ineficiência existente de acordo com as "6 Grandes Perdas": paradas causadas por quebras não previstas, tempo de setup e ajustes, tempo não utilizado e pequenas paradas, velocidade inferior à prevista, perdas por sucata ou retrabalho e perdas de início de produção. As duas primeiras perdas se referem ao grau de disponibilidade do equipamento, a terceira e a quarta à perda de velocidade (eficiência), as duas últimas a perdas por defeitos (são ligadas as porcentagens de produto bom).
EFICIÊNCIA GLOBAL
Obtém-se esta avaliação se multiplicado a disponibilidade do equipamento, pela eficiência e pelo porcentual de produtos bons. A ineficiência diz respeito a: paradas, o set up, tempo não utilizado, baixa velocidade da operação, retrabalho, sucata, início da produção.
EFICIÊNCIA LUNINOSA
É a relação entre o fluxo luminoso e a potencia elétrica absorvida e expresso em lúmen por watts.
EFT – ELETRONIC FUNDS TRANSFERS
Transferência eletrônica de fundos, como o pagamento de contas pelo network de computadores.
EFTPOS
Transferência eletrônica de fundos dos pontos de venda, como os cartões de crédito e débito, para facilitar a venda do varejo.
EGONOMIA
Desejo de o consumidor fazer uma afirmação pessoal e ser tratado individualmente pelas empresas, numa era estéril de tecnologia e do atendimento impessoal.
EGONOMIA
Geração do lucro ao satisfazer a necessidade do consumidor de personalização do conceito do produto, no seu projeto e na personabilidade dos serviços agregados.
EIA
Electronic Industrial Association
EIS
Executive Information System
ELASTICIDADE CONCORRENTE
Grau menor de elevação da quantidade comprada em resposta a uma elevação do preço do produto, calculada pela divisão do porcentual de elevação da quantidade, pelo porcentual de redução do preço, variação esta com origem na substituição por produtos similares que elevam a sua participação no mercado, devido ao fato de não terem praticado alterações de preços.
ELASTICIDADE CRUZADA
Grau menor de mudança da quantidade comprada em resposta a uma mudança do preço do produto, calculada pela divisão do porcentual de mudança da quantidade, pelo porcentual de mudança do preço, variação esta com origem nas reações dos participantes no oligopólio, que também reduzem os seus preços em represália e amortecem o ganho de quantidade previsto se o mercado fosse monopolista.
ELASTICIDADE DE DISPÊNDIO
Grau de mudança do valor despendido pelos usuários em resposta a uma mudança do preço do produto, calculada pela divisão do porcentual de mudança do dispêndio, pelo porcentual de mudança de preço.
ELASTICIDADE DE PREÇO
Grau de mudança da quantidade comprada em resposta a uma mudança do preço do produto, calculada pela divisão do porcentual de mudança da quantidade, pelo porcentual de mudança do preço.
ELASTICIDADE DO TEMPO
Mede as acelerações, desaceleração e as inflexões do tempo do consumidor, em resposta aos eventos externos e as tendências de mercado.
ELASTÔMERO
Polímero que suporta variações dimensionais consideráveis, sem se deformar permanentemente.
ELECTRONIC TRADING
Utilização da EDI para o processo de compra e venda entra uma industria e seus clientes. Comércio sem papel.
ELEMENTO
Um termo geral usado para se referir a um subconjunto de um sistema, subsistema, montagem ou submontagem. Uma peça ou grupo de peças que compreendem um sistema.
ELEMENTO BLOQUEADOR
Elemento existente na empresa que determina a incapacidade de aceleração da produção, diante de uma aceleração da venda.
ELÉTRON
Partícula fundamental na constituição dos átomos e moléculas, portadora da menor quantidade de carga elétrica livre que se conhece.
EMBALAGEM
Material que está em contato direto com alimentos destinado a contê-los, desde sua produção até sua entrega ao consumidor, com a finalidade de protegê-los de agentes externos, de alterações e de contaminações, assim como de adulterações.
EMBALAGEM
Envoltório apropriado, aplicado diretamente ao produto, para a sua proteção e preservação.
EMBALAGEM
Invólucros, recipientes ou qualquer forma de acondicionamento removível, ou não, destinado a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter, especificamente ou não, os produtos.
EMBALAGEM DE APRESENTAÇÃO
Embalagem que envolve a embalagem de contenção, e com a qual o produto se apresenta ao usuário no ponto de venda.
EMBALAGEM DE COMERCIALIZAÇÃO
Embalagem que contém um múltiplo da embalagem de apresentação: constitui a unidade para a extração de pedido e, por sua vez, é um sub-múltiplo da embalagem de movimentação.
EMBALAGEM DE CONTENÇÃO
Embalagem em contato direto com o produto e, portanto, tendo que haver compatibilidade entre os materiais do produto e da embalagem.
EMBALAGEM DE DESPACHO
São embalagens para conter embalagens de comercialização de produtos diferentes, resultado da separação dos produtos para atender a pedidos de um determinado cliente. A separação dos produtos exigirá o desmonte das embalagens de movimentação. Tal embalagem e providência não são necessárias, quando a empresa adota como venda mínima à quantidade de produtos existentes em um palete.
EMBALAGEM DE MATERIAL
Dados relativos à apresentação de um item de suprimento, constituídos do tipo do recipiente (ou forma de apresentação) e conteúdo (quantidade e unidade de medida) Exemplo: Lata com 1.000 cm ³.
EMBALAGEM DE MOVIMENTAÇÃO
Múltiplo da embalagem de comercialização, para ser movimentada racionalmente, por equipamentos mecânicos.
EMBALAGEM, DADOS
Dados relativos à apresentação de um item de suprimento, constituídos do tipo do recipiente (ou forma de apresentação) e conteúdo (quantidade e unidade de medida) Exemplo: Lata com 1.000 cm ³.
EMBALAGENS ATIVAS
São embalagens capazes de controlar uma propriedade do alimento embalado. Refere-se à introdução de substância que reage com o produto e interrompe reações que geram elementos que podem, por exemplo, amargar o produto. A dose inicial de conservante, leva a ingestão elevada no início da utilização e a falta de proteção do produto no final. A embalagem ativa dispensa o excesso de conservantes e o fornece de maneira gradual ao logo do tempo de utilização do produto.
EMBALAMENTO
Atividade para colocar os produtos dentro das várias embalagens, colocá-las dentro da embalagem de comercialização e a paletização destas embalagens.
EMBARGO
Decisão governamental restringindo a saída de fretes comerciais de determinados portos.
EMBEDDED SOLUTIONS
Recheio introduzido nos chips, para torná-los inteligentes e com grande capacidade de trabalho.
EMBOSSING
A process in which papers is pressed between metal dies to create an image in relief.
EMBUTIBILIDADE
A capacidade de uma superfície de absorver partículas sólidas, durante o trabalho com esforços mecânicos.
EMI
Early Manufacturing Involvement
EMISSÃO
Colocação de dinheiro ou títulos em circulação.
EMISSOR
Embalagem cuja superfície reflete a luz não absorvida.
EMPENHO
Tipos e quantidades de materiais que foram dedicadas a uma determinada ordem de produção, ou a um determinado cliente, mas que não foram ainda retirados dos almoxarifados ou dos armazéns de produtos acabados.
EMPILHAMENTO EXTERNO
Refere-se à colocação de paletes sobre paletes para realizar-se o armazenamento ou deslocamento do material.
EMPILHAMENTO INTERNO
Refere-se à colocação de caixas sobre caixas dentro do palete.
EMPOWERMENT
É um conceito de gestão associado ao trabalho de Rosabeth Moss Kanter, professora em Harvard e ex-editora da Harvard Business Review. Segundo a autora, as empresas que dão mais poder e autonomia aos seus trabalhadores são as que estão mais bem posicionadas para competir em longo prazo. O meio empresarial parece começar a levar a sério esta recomendação. O caso clássico da aplicação radical do empowerment é o da empresa brasileira Semco, liderada por Ricardo Semler, o autor do livro Maverick e de um polêmico artigo publicado na Harvard Business Review intitulado "Managing Without Managers".
EMPOWERMENT
Prática de gestão para delegar aos empregados em geral, a responsabilidade e a autoridade para tomarem decisões a respeito de seu trabalha e de suas tarefas, sem aprovação prévia ou permitir aos membros da equipe o controle e a possibilidade de mudarem as regras.
EMPRESA ESPECIALISTA DE MERCADO
Uma estratégia de fornecimento de uma linha completa de produto, para atender às necessidades de determinado segmento de mercado.
EMPRESA FLEXÍVEL
A empresa que acelera a sua produção num ritmo sempre superior à aceleração da venda, poderá ser considerada uma empresa flexível e ágil, constituindo um poderoso instrumento de competição no mercado. Estamos pressupondo que o tempo de resposta seja sempre compatível com a maneira como se acelera ou se desacelera o nível de vendas.
EMPRESA FOCADA PRODUTO E MERCADO
Uma estratégia de fornecimento de um produto especial, destinado a um único segmento de mercado: especialista em produto e mercado específico.
EMPRESA GENERALISTA DE MERCADO E PRODUTO
Uma estratégia de atendimento a vários segmentos de mercado, com uma gama completa de produtos, desenvolvidos pela empresa.
EMPRESA LERDA
A empresa tem uma aceleração lenta da produção num ritmo inferior à aceleração das vendas, devido à atuação de elementos bloqueadores que inibem a sua flexibilidade.
EMPRESAS GLOBAIS
São empresas que compram materiais onde for mais barato, fabricam produtos onde os salários forem reduzidos e vende os produtos nos mercados onde possam obter os preços mais elevados.
EMPRESAS MULTILOCAL
As empresas que instalam operações em paises com mão de obra mais barata, procuram outra característica destas economias que seria os mercados locais bastantes amplos. O sucesso na operação em cada local, vendendo bastante na região poderá levar a um sucesso corporativo.
EMPRÉSTIMO A PRAZO REPACTUADO
Empréstimo de dinheiro por um número de anos, com taxa de juros sofrendo reajuste periódicos.
EMS
Electronic Manufacturing Services
EMS
Environmental Management System
EMULATION
Técnica na qual um dispositivo ou programa imita outro dispositivo ou programa.
ENABLING
Processo de integração de um software de translation, num processo de software de processo.
ENCASULAMENTO
O desenvolvimento pelo consumidor da necessidade de proteger-se das duras realidades imprevisíveis do ambiente, com o recolhimento a suas residências tornando-os de difícil acesso à comunicação de marketing.
ENCASULAMENTO MOVEL
Desenvolvimento pelo consumidor da necessidade de proteger-se das duras realidades imprevisíveis do ambiente, se isolando nos meios de transporte, como o carro.
ENDEREÇO ALEATÓRIO
A estrutura modal é um fator de grande importância para a padronização de equipamentos de movimentação, e endereços para a armazenagem. Com a padronização dos endereços, caminha-se rumo ao endereçamento aleatório que aceita armazenar qualquer material acondicionado em UNIMOVs; este gerido com um sistema de informações bem planejado (e adotado de características de rastreabilidade), gerará certamente, grande produtividade.
ENDOMORFO
Ser humano de formas arredondadas e macias, com grandes depósito de gordura, abdômen grande e cheio, tórax relativamente pequeno, braços e pernas curtas e flácidas, cabeça e ombros arredondados e ossos pequenos.
ENDOSSO
Transferência da propriedade de um título mediante declaração escrita, geralmente feita em seu próprio verso.
ENFITEUSE
Contrato de direito real alienável e transmissível aos herdeiros, e que confere a alguém o pleno gozo do imóvel mediante a obrigação da não deteriorá-lo e de pagar um foro anual, em numerário ou em frutos.
ENFOQUE ANALÍTICO
Enfoque para melhoria da administração, baseado no aprendizado a partir da avaliação da experiência.
ENFOQUE DAS OITO DISCIPLINAS - 8D
Um enfoque metódico de resolução de problemas em equipes. Também é referido como TOPS.
ENFOQUE DE PROJETO
Enfoque para a melhoria da administração, através de metas predeterminadas, para futuras aplicações do processo de administração.
ENGENHARIA
Conjunto de ações que consiste no planejamento, no projeto e na execução de um empreendimento que deverá originar um produto.
ENGENHARIA
É a profissão cujos membros utiliza materiais e forças da natureza para desenvolver e realizar estruturas, máquinas, processos e produtos benéficos para a humanidade. Estes profissionais devem ser capazes de desenvolverem novas maneiras de se realizar estas coisas, com a capacidade de levar estes projetos à realização prática.
ENGENHARIA
É uma atividade técnica, visando desenvolver produtos ou serviços que elevem o bem-estar da Sociedade, aprimorem o valor de seu patrimônio e contribuam para a segurança das pessoas, instalações e produtos.
ENGENHARIA
É uma profissão com formação técnica para resolver problemas, gerar alternativas, escolher a mais adequada para atender à sociedade, implantá-la e garantir que sua operação seja benéfica para a sociedade.
ENGENHARIA ATIVA
Ação de engenharia arregimentadora de tecnologia específica, para a melhoria do desempenho da função principal do produto, e da sua embalagem. Atividade técnica que desenvolve tarefas para elevar de maneira consistente a utilidade marginal.
ENGENHARIA CONCORRENTE
Modelo de administração de projetos com a formação de grupos concorrentes para desenvolver o mesmo tema e a formação de um terceiro grupo para dar continuidade ao projeto, depois da primeira fase concorrente.
ENGENHARIA DE MANUFATURA
Área da engenharia relacionada com o desenvolvimento e melhorias no processo de produção.
ENGENHARIA DE PROCESSO
Atividade dedicada à melhoria e desenvolvimento de equipamentos de conformação e processos de produção, para suportar a fabricação.
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
É a profissão cujos membros desenvolvem novos produtos e sistema para a fabricação ou para a prestação de serviços. Estes profissionais devem saber como desenvolver sistemas nos quais as pessoas podem trabalhar junto aos equipamentos de tal maneira que se aproveite ao máximo às vantagens que cada parte possa oferecer.
ENGENHARIA ECONÔMICA
Conjunto de técnicas, tendo como base a matemática financeira, utilizadas na análise de investimentos de ativos reais.
ENGENHARIA HUMANA
Desenvolvimento dos sistemas homem máquina, considerando as habilidades físicas, mentais e características emocionais do ser humano.
ENGENHARIA INDUSTRIAL
Conjunto de disciplinas ligadas a facilidades de leiaute, métodos de medida e melhoria, controle estatístico, desenvolvimento do processo e utilização de técnicas de resolução de problemas industriais.
ENGENHARIA MECANICA
É uma profissão cujos membros tem a tarefa de desenvolverem os sistemas mecânicos, associados à conversão, transmissão de utilização da energia. Estes profissionais aplicam o seu conhecimento e habilidades em áreas como o controle ambiental, facilidades de fabricação e de equipamentos, sistema de movimentação de materiais, racionalização da utilização das áreas fabris e o desenvolvimento e a produção de produtos de consumo.
ENGENHARIA PASSIVA
Ação de engenharia atuante nas funções suporte, que não acrescentam valor e que, entretanto, são necessárias no atual estado da arte. A ação visa essencialmente, obter reduções de custo industrial, o que inclui a embalagem. Atividade técnica para possibilitar a redução competitiva do preço praticado no mercado, devido à redução dos custos industriais conquistada.
ENGENHARIA REVERSA
Processo de desmonte de um produto da concorrência com avaliação completa para redesenhá-lo numa versão da empresa incorporando as tecnologias identificadas e sem se violar os direitos legais do concorrente.
ENGENHARIA SIMULTÂNEA
Método para desenvolver produtos e os processos de manufatura simultaneamente, através da organização de equipes multifuncionais, para assegurar a manufaturabilidade e reduzir o tempo de ciclo.
ENGENHARIA SIMULTÂNEA
Prática da atividade de projeto de engenharia e da embalagem, onde as decisões importantes para o seu andamento são tomadas em consenso por todas as áreas envolvidas, exemplo: Marketing, Engenharia de Produto, Design, Engenharia de Processos, Projetos de Ferramentas, Ferramentaria e os fornecedores e os clientes, resultando num tempo curto de desenvolvimento, máxima qualidade e custo projetado bem reduzido.
ENGENHEIRO
profissional que se caracteriza por uma maneira de ver e raciocinar a respeito dos fatos, devido a sua sólida formação técnica e lógica, que possa contribuir de maneira significativa na solução dos problemas que afligem os membros da Sociedade nos aspectos funcionais, patrimoniais e de segurança.
ENGRADADO
Caixa ou caixote, com os lados em forma de grade, feito de ripas de madeira.
ENN – ESTRUTURA DE NÍVEL A NÍVEL
Além de todas as informações da estrutura de nível único, esta estrutura apresenta também as subestruturas dos componentes da estrutura principal. Esta estrutura nível e nível facilitam a visualização de produtos mais complexos, apresentando em um mesmo documento todas as informações a respeito de matérias, componentes e subconjuntos do produto.
ENROSCAMENTO
Característica negativa de uma peça, que enrosca numa outra, dentro da embalagem e exigirá um trabalho de separação, que demanda tempo, para isolá-la para que possa ser montada no produto.
ENSAIAR
Atividade de teste das propriedades físicas e químicas de uma amostra.
ENSAIO
Quando se submete a peça a procedimentos para se medir uma de suas variáveis, obtendo-se um resultado numérico.
ENSAIO DE CONFORMIDADE
Avaliação da conformidade por meio de ensaio.
ENSAIOS DE VALIDAÇÃO
São ensaios que têm como objetivo verificar se os produtos recém-fabricados atendem às necessidades dos usuários de um determinado segmento de mercado.
ENSAIOS DE VERIFICAÇÃO
São ensaios que têm como objetivo verificar se as funções exercidas pelo protótipo de um produto estão de acordo com os níveis de desempenho especificados pelos requisitos de marketing.
ENTIDADE
Todo elemento físico como uma peça, componente, dispositivo, unidade funcional, equipamento ou sistema que pode ser considerado individualmente.
ENTIDADE
Todo elemento que pode ser considerado e descrito individualmente, como uma atividade, processo, produto, organização, sistema, uma pessoa ou a combinação dos elementos citados.
Entrada manual de dados pelo operador de uma máquina de CNC, sendo necessário parar a máquina para que a digitação seja efetuada.
Embalagem de apresentação de fios têxteis.
ENTRAFACIL
Sistema de projeto, que considera o arredondamento dos cantos, para facilitar a entrada da peça a ser montada, que ira resultar na redução do tempo total de montagem do produto.
ENU – ESTRUTURA DE NÍVEL ÚNICO
Esta estrutura considera somente os componentes que entram na fabricação ou montagem do conjunto em questão. Apresenta um número seqüencial para cada componente, que segue o numero de posição de cada peça no desenho. Esta estrutura de nível único, muitas vezes encontra-se integrada no desenho d o conjunto.
ENVOLVIMENTO
Conceito de gestão que utiliza toda experiência, energia criativa e capacidades mentais de todos os colaboradores, estimulados por um tratamento respeitoso, mantendo-os bem informados e pela inclusão de suas idéias no processo decisório, principalmente nos aspectos de qualidade e produtividade.
EOQ
Economic Order Quantity
EPI
Equipamentos de segurança para a proteção individual.
EPICONDELITE
É a inflamação das estruturas do cotovelo.
EPS – Encapsulated PostScript
Tipo de arquivo gráfico
EPUS – EXPENSES PER UNIT SOLD
Gastos com despesas pós-vendas por produto e inclui custos de re-chamadas e garantia.
EQUIFIX
Equipamentos fixos, como, por exemplo, as estanterias.
EQUIMOV
Equipamentos de movimentação.
EQUIPAMENTO
A porção do maquinário de processo que não é específica a nenhum componente ou submontagem.
EQUIPE DE PROJETO
Associação de pessoas com diferentes especialidades, como o objetivo de colocar no mercado um novo produto, selecionadas de acordo com o planejamento estratégico que definiu as competências de base necessárias para o desenvolvimento de uma nova linha produtos.
EQUIPE DE PROJETO
Grupo de especialistas em área diversas, necessárias e afins à proposta do projeto, com a finalidade de trabalharem em conjunto, para o desenvolvimento de um projeto, com proposta bem elaborada e clara, com objetivo de prazo bem determinado.
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DE PROJETO
Grupo de especialistas em área diversas, necessárias e afins à proposta do projeto, com a finalidade de trabalharem em conjunto, para o desenvolvimento de um projeto, com proposta bem elaborada e clara, com objetivo de prazo bem determinado.
EQUIPES AUTOGERIDAS – AS SELF MANAGEMENT TEAMS – EQUIPES AUTOGERIDAS
São formadas por um pequeno número de pessoas que tem a responsabilidade por um processo operacional e os seus resultados. Elas têm os meios para resolver problemas relativos à execução do trabalho e gerem a divisão e o planejamento das tarefas do grupo. Foi um conceito na moda nos anos 70, mas cujo entusiasmo decresceu na última década, visto que os resultados da aplicação nem sempre foram os desejados. Hoje tem novamente mais adeptos, devido à crescente qualificação dos recursos humanos.
EQUIPES CONCORRENTES
Equipes de projeto que trabalham simultaneamente, com a mesma proposta e chegam a projetos totalmente diferentes. Deste ponto, forma-se nova equipe, com pessoas das equipes anteriores, que aproveitam as boas idéias formuladas em cada projeto preliminar e trabalham para desenvolver os projetos definitivos, evitando-se o risco de ir para o mercado, com produtos desenvolvidos parcialmente.
EQUIPROD
Equipamentos de produção ou conformação.
ERA
Electronic Remittance Advice
ERGONOMETRIA
Medição do trabalho muscular pelo Ergonômetro.
ERGONOMIA
É a ciência que estuda as maneiras de melhorar as condições dos trabalhadores no local de sua atividade, utilizando os conhecimentos da anatomia humana, da fisiologia e da medicina do trabalho.
ERGONOMIA
É a procura da adequação das tarefas, dos equipamentos e ferramentas as características do ser humano.
ERGONOMIA
Técnica para equacionar problemas relativos ao ajustamento do trabalho humano ao projeto das máquinas, equipamentos e ambiente de trabalho. Técnica para o ajustamento do usuário, aos comandos, mostradores, forma e exercício funcional num projeto de um produto a ser colocado no mercado.
ERGONOMIA
Técnica para equacionar problemas relativos ao ajustamento do trabalho humano ao projeto das máquinas, equipamentos e ambiente de trabalho. Técnica para o ajustamento do usuário, aos comandos, mostradores, forma e exercício funcional num projeto de um produto a ser colocado no mercado.
ERGONÔMETRO
Aparelho destinado a medir o trabalho desenvolvido por determinado músculo do corpo humano.
ERP
Enterprise Resource Planning
ERS
Evaluated Receipt Settlement
ESCALA CINZA
Escala cromática com tonalidades que variam do preto, sucessivos tons de cinza, até o branco.
ESCALA DA PRODUÇÃO
Nível de produção a um certo custo médio, obtido por diferentes tamanhos de fábricas ou equipamentos, ou quantidade de máquinas instaladas.
ESCALA HEDÔNICA
Escala para avaliação de uma característica de um produto, que poderá variar de ótima até muito ruim.
ESCLERÓTICA
É a camada exterior que mantém a forma do olho.
ESMAGAMENTO
“Crush Test” que mede a força aplicada numa área de 100 cm2 que esmague as ondas do papelão ondulado.
ESPECIFICAÇÃO
Documento que define requisitos.
ESPECIFICAÇÃO
Norma que se destina a fixar condições exigíveis para encomenda, fabricação, aceitação e recebimento de matéria-prima, de produtos semi-acabados ou acabados.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
Documento que estabelece os requisitos técnicos a serem atendidos por um produto, processo ou serviço.
ESPECULAÇÃO
Negociação em mercado com o objetivo de ganho, em geral em curto prazo.
ESPÉCTOFOTÔMETRO
Aparelho para medir a intensidade de cada cor ou comprimento de onda da luz refletida por um objeto.
ESPINHA DE PEIXE
Denominação alternativa dada ao Diagrama Causa e Efeito pelo seu formato similar ao de uma espinha de peixe.
ESPINHA DE PEIXE
Diagrama para análise, que organiza as possíveis causas de um problema de uma forma hierarquizada.
ESPUMAS ESTRUTURAIS
Espumas rígida com uma superfície compacta na forma de uma pele, podendo também se apresentar na forma flexível, deixando de ser estrutural.
ESSENCIALIDADE
São funções importantes, associadas aos negócios, que não conseguiriam sobreviver ou competir sem elas.
ESTABILIDADE INTRÍNSICA DO PRODUTO
As entradas normas do sistema do produto, devem produzir saídas desejadas, ou saídas indesejáveis aceitáveis, devido a problemas dinâmicos entre os subsistemas.
ESTABILIZAÇÃO DE CARGAS
No trabalho de análise de carga considera-se os aspectos relacionados à existência de planos de clivagem das UNIMOVs, que exigirão o uso de dispositivos de estabilização de carga, para que os movimentos internos da fábrica e externos da empresa, sejam executados com segurança, a fim de evitar perdas e acidentes.
ESTADO DA TÉCNICA
É constituído por tudo aquilo tornado acessível ao público antes da data do pedido de patente.
ESTAMPABILIDADE
Características de uma platina e peça, que tornam o repuxo e estampagem fácil e sem refugos, como por exemplo, um repuxo excessivo alem da capacidade de ser aceito pela chapa de aço.
ESTERADIANO
Ângulo sólido que, tendo seu vértice no centro de uma esfera, subentende na superfície desta, uma área igual à de um quadrado cujos lados igualam o raio da esfera.
ESTÉTICA
A ciência das aparências do objeto perceptivas pelos sentidos, de sua percepção visual pelos homens e o seu valor para o ser humano como parte de um sistema sócio cultural.
ESTÉTICA APLICADA
Aplicação prática da teoria da estética.
ESTÉTICA DO OBJETO
Descreve as características visuais do objeto e as suas qualidades.
ESTÉTICA DO VALOR
Trata da importância dos objetos para o usuário em relação aos conceitos subjetivos de valor, referenciados aos sistemas de normas socioculturais.
ESTÉTICA EMPÍRICA
Pesquisa as idéias sobre valores estéticos em grupos de pessoas, contribuindo com conhecimentos para serem aplicados no desenvolvimento do produto e de acordo com as preferências dos usuários.
ESTÉTICA INDUSTRIAL
Parte do design que busca a beleza do produto.
ESTÉTICA NUMÉRICA
É a fixação com rigor científico, da importância do objeto para o usuário.
ESTÉTICA VERBAL
É a descrição dos aspectos importantes do objeto, das percepções visuais e dos valores associados.
ESTIMATIVA PARAMÉTRICA
Técnica de estimativa que utiliza relações estatísticas entre séries históricas e outras variáveis para projetar uma variável.
ESTIRAMENTO - MDO - MOVIMENT DIRECTION ORIENTATION
Normalmente este estiramento de filmes plásticos é de 1:4 e 1:6.
ESTIRAMENTO - TDO - TRANSVERSAL DIRECTION ORIENTATION
Este estiramento é obtido por grampos que prendem as laterais dos filmes.
ESTOJOS
Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies. Exemplo: Estojo de Primeiro Socorros.
ESTOJOS DE MATERIAL
Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies. Exemplo: Estojo de Primeiro Socorros.
ESTOQUE EMBALADO
É a quantidade de produto que resta na embalagem depois da primeira utilização e que deverá ser preservada para utilização futura.
ESTOQUE MÉDIO
Metade do lote médio de compra ou fabricação, adicionado ao estoque de segurança.
ESTRADO
Tabuleiro de madeira ou de outros materiais que serve de base para arrumação de mercadorias, para serem deslocadas ou armazenadas com recursos de equipamento de movimentação.
ESTRADO AÉREO
Estrado de alumínio medindo 230 cm X 270 cm, combinado com uma rede ou capa de material plástico para carga rápida de aviões.
ESTRADO CAIXA
Caixa montada em cima de um estrado, para conter mercadorias disformes ou frágeis.
ESTRATÉGIA
Arte de preparar e aplicar os meios e especificar os cursos de ação, consideradas as oportunidades e ameaças, para alcançar ou manter os objetivos fixados pela política.
ESTRATÉGIA
É o padrão global de decisões e ações que posicionam a organização em seu ambiente e têm o objetivo de fazê-la atingir seus objetivos de longo prazo.
ESTRATÉGIA CORPORATIVA
Responsável por orientar e conduzir a organização em seu ambiente global, político, econômico e social.
ESTRATÉGIA DA LINHA SE PRODUTOS
A estratégia da linha de produtos é a atividade de se definir as características das famílias de produtos, que deverão ser desenvolvidas pela empresa para lançamento no futuro próximo e do futuro de longo prazo, definindo-se também todas as competências de base que serão necessárias para que estes desenvolvimentos possam ser efetuados.
ESTRATÉGIA DA MANUFATURA
Conjunto de decisões para a estruturação dos recursos de manufatura, suportando a estratégia mais geral da empresa na geração de vantagens competitivas.
ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS
Consiste na missão e nos objetivos individuais de cada unidade de negócio, para alterar as suas condições competitivas e de remuneração dos investimentos realizados.
ESTRATÉGIA FUNCIONAL
Define o papel que cada função deverá desempenhar para contribuir para os objetivos estratégicos do negócio.
ESTRATÉGIAS
São as formas ou caminhos adotados pela empresa, visando a atingir os objetivos estratégicos de longo prazo. São linhas de ação que dirigem a obtenção, a disposição e o uso dos recursos, com vistas à consecução dos objetivos estratégicos.
ESTRESSE
É a sensação sentida pelo profissional, quando a habilidade de executar as tarefas é sobrepujada pelas exigências rigorosas que devem ser cumpridas.
ESTRUTURA
Disposição e ordem das partes de um todo.
ESTRUTURA DE ABASTECIMENTO
Posicionamento das organizações logísticas dentro da Cadeia de Abastecimento
ESTRUTURA DE ATRIBUTOS DA QUALIDADE
Características da qualidade que não podem ser expressas de maneira matemática, mas podem ser externadas de maneira qualitativa, ou por condições passíveis de avaliação, segundo algum critério.
ESTRUTURA DE DECOMPOSIÇÃO
Conjunto ordenado e hierarquizado das partes constitutivas de uma entidade, na forma de uma relação organizada.
ESTRUTURA DE NUMERAÇÃO EAN/UCC 12
Estrutura de numeração padrão do UCC com 12 dígitos, composta de padrão UCC-12 um prefixo UCC de empresa, número de referência de item e dígito verificador.
ESTRUTURA DE NUMERAÇÃO EAN/UCC 14
Estrutura de numeração padrão EAN/UCC de 14 dígitos composta de padrão EAN/UCC-14 um indicador combinado com os 12 dígitos de um número de identificação EAN/UCC-13 (ou EAN/UCC-8) ou ainda UCC-12 e um dígito verificador.
ESTRUTURA DE NUMERAÇÃO EAN/UCC 8
Estrutura de numeração padrão EAN de 8 dígitos composta de um padrão EAN/UCC-8 prefixo EAN/UCC, número de referência do item e dígito verificador.
ESTRUTURA DE PRODUTOS
Seqüência de operações a qual os componentes obedecem, durante a sua manufatura em produto acabado. ESTRUTURA EXPLÍCITA DA QUALIDADE – Características de qualidade que podem ser claramente expressa no projeto, e documentação técnica do produto.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Responsabilidade, vinculações hierárquicas e relacionamentos, configurados segundo um modelo, através do qual uma organização executa suas funções.
ESTRUTURAS DE NUMERAÇÃO PADRÃO
Estruturas de numeração UCC e EAN definidas nos diversos comprimentos necessários para diferentes fins de identificação que partilham uma composição hierárquica. Sua composição combina as necessidades de controle internacional com as necessidades dos usuários.
ESTUDO DE OBSERVAÇÃO
Método para observar e registrar algo que acontece ou já aconteceu.
ESTUDOS DO CONSUMIDOR
Pesquisa realizada com o objetivo de conhecer as motivações, as atitudes, as preferências e os hábitos de compra dos consumidores pertencentes a um mesmo segmento de mercado.
ETA
Atracação da embarcação.
ETG – ESTRUTURA GERAL
Esta estrutura não apresenta a divisão nível a nível, mas a penas a quantidade total utilizada no produto de cada componente.
ETICA NEGOCIAL
Podem os negócios ser éticos? Este é um dilema que tem apaixonado muitas gerações de gestores e acadêmicos. É um caso típico em que existe uma grande diferença entre a teoria (o que se deve fazer) e a prática (o que se faz na realidade). Embora a maioria das empresas se autoproclame ética e socialmente responsável, poucas têm um comportamento que o justifique. O conceito de ética negocial (business ethics) resume o conjunto de princípios e códigos de comportamento moralmente aceitáveis nos negócios. Hoje é uma disciplina que passou a ser ensinada nas melhores universidades mundiais.
ETIQUETA
Elemento de identificação, afixado ao material por amarração. Uma etiqueta pode eventualmente ser portadora de um rotulo.
ETIQUETA
Elemento portador das informações a serem contidas nos produtos ou nas embalagens.
ETO
Engineer To Order
ETS
Dia da saída do navio. Zarpar.
EU
European Union
EUL
Efficient Unit Loads.
EUSTRESS
Em grego EU significa bem e compreende aos stresses que geram criatividade e satisfação.
EVA
Economic value added.
EVACUAÇÃO
Saída do excesso de ar por furos nos filmes termo-encolhíveis.
EVICÇÃO
Perda parcial ou total, que sofre o adquirente duma coisa em conseqüência da reivindicação judicial promovida pelo verdadeiro dono ou possuidor.
EVIDENCE ACCOUNT
Conta contábil mantida por uma Banco Comercial com os débitos e créditos entre o pais hospedeiro e o fornecedor internacional.
EVIDÊNCIA OBJETIVA
Informação cuja veracidade pode ser comprovada, com base em fatos obtidos através de observação, medição, ensaio ou outros meios. Verifica-se uma atividade e se valida um produto, para determinar a sua conformidade a partir da evidência objetiva.
EVM
Earned Value Management
EX-DIREITOS
Denominação dada a uma ação que teve exercido os direitos concedidos por uma empresa.
EXAME Jurídico
É a inspeção de pessoas, coisas, móveis, ou semoventes, para a verificação de fatos e circunstâncias relevantes à demanda.
EXCELÊNCIA
Nasceu em 1982 com a publicação de In Search of Excellence, de Peters e Waterman, o livro de gestão mais vendido. Para os autores, as empresas excelentes têm oito características distintivas: inclinação para a ação; proximidade do cliente; autonomia individual; apostar nas pessoas; criação de valores; manter-se no que se domina; simplicidade formal; e existência em simultâneo de rigidez e flexibilidade. Mais importante do que a seleção das empresas excelentes (a maioria deixou de o ser alguns anos depois) e dos seus oito atributos (parte deles deixaram de ser respeitados por essas mesmas empresas), a obra foi o símbolo da nova forma de encarar a gestão.
EXCLUSÃO DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
O estatuto da empresa aberta que contiver autorização para aumento do capital pode prever a emissão, sem direito de preferência, para antigos possuidores de ações, de debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações.
EXECUÇÃO DE ORDEME
Efetiva realização de uma ordem de compra ou venda de valores mobiliários.
EXECUÇÃO DE PROJETO
Condução da implantação do projeto pelo desenvolvimento das atividades incluídas do plano do mesmo projeto.
EXERCÍCIO DE OPÇÕES
Operação pela qual o titular de uma operação exerce seu direito de comprar ou de vender o lote de ações-objeto, ao preço de exercício.
EXPANSÃO DO PROBLEMA
Técnica que explora idéias alem do domínio imediato do problema, abrindo um leque maior de alternativas
EXPERIMENTO CIENTÍFICO
Nos experimentos o cientista toma providências para que alguma coisa ocorra, a fim observar o se segue e que poderá ser reproduzido por outros pesquisadores, tantas vezes o quanto for necessário.
EXPLOSIVO
São aquelas que por si mesmas, através de reação química. são capazes de produzir gás a tal temperatura, velocidade e pressão que podem causar danos.
EXPOSIÇÃO MONETÁRIA
O montante que os fluxos de entrada de uma determinada moeda, é menor ou maior que o fluxo de saída nessa moeda.
EXTRAPOLAÇÃO
Estimação dos valores futuros de uma série de dados, baseados em séries históricas destes mesmos dados.
EXTRUSÃO
Processo para a moldagem de plástico, cerâmica, alumínio e metais não ferrosos, onde se tem uma rosca plastificadora no caso do plástico, onde o material devidamente preparado por mistura ou temperatura é forçado por empurramento da rosca ou do pistão contra uma fieira com a forma do produto.
EXW
Ex Works