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Segunda-feira, 3 de outubro de 2005 - 15h06
Jungheinrich em nova sede em Jundiaí

Para atender à demanda do mercado brasileiro de movimentação de carga, a Jungheinrich Lift Truck do Brasil inaugurou, na última sexta-feira (30 de setembro), sua nova sede no Distrito Industrial de Jundiaí (SP). As novas instalações têm cerca de 2.000 m2 de área, mais que o dobro da sede anterior (750 m2), em um edifício de três andares. A sede administrativa ocupa 450 m2 e o galpão, 1.500 m2, no qual estão a área para armazenamento das máquinas, a oficina de manutenção e o almoxarifado com peças de reposição.

A Jungheinrich trabalha no Brasil com a comercialização e prestação de assistência técnica à linha de equipamentos fabricada na matriz alemã, que inclui paleteiras, transpaleteiras, selecionadores de pedidos e empilhadeiras patoladas, retráteis e de contrapeso. Hoje, é possível ao cliente selecionar uma máquina feita lá fora e a unidade brasileira cuida da importação com a matriz, ou então escolher um dos modelos disponíveis em um outro depósito, também localizado em Jundiaí. "Contamos com cerca de 60 máquinas neste local, mas já tivemos até 100 máquinas. Um giro de estoque maior, uma operação logística mais eficaz e a possibilidade de a matriz na Alemanha fabricar uma máquina em três semanas levaram a esta diminuição de estoque", explica Markus Grallert, diretor-geral da Jungheinrich no Brasil.

Os principais segmentos em que a Jungheinrich está atuando no País são as redes de supermercados e os frigoríficos, já que a empresa fabrica principalmente modelos elétricos e a movimentação nesses ambientes é muito mais interna do que externa. "Nossa estratégia agora é investir na indústria automobilística e de máquinas em geral", afirma Grallert. Outro plano da empresa para o mercado brasileiro é entrar, em no máximo três anos, no segmento de transelevadores. Não há planos de produção no Brasil porque, segundo o executivo, uma fábrica só alcançaria rentabilidade a partir de uma produção de 8.000 máquinas/ano e este é praticamente o total vendido no País anualmente por todas as empresas.

No mercado brasileiro, as principais máquinas vendidas pela empresa são as empilhadeiras patoladas e retráteis, com capacidade de carga de 1.400 a 1.600 kg. "O mercado de contrabalançadas é pequeno no Brasil: até agora, foram vendidas no mercado geral este ano cerca de 180 destas máquinas elétricas, enquanto os modelos GLP chegaram a 4.000", aponta Grallert.

Nos números divulgados em relação ao mercado mundial, o valor de entrada de pedidos no grupo no segundo trimestre de 2005 aumentou 5% e chegou a 413 milhões de euros (no mesmo período de 2004, este valor foi de 394 milhões de euros). O valor total no primeiro semestre deste ano chegou assim a 837 milhões de euros, um crescimento de 9% na comparação com o primeiro semestre de 2004 (770 milhões de euros). A empresa não divulga os números no Brasil com relação às suas vendas, divulgando somente a previsão de um aumento no faturamento de 20% em relação a 2004.

www.ameise.com.br

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