Segunda-feira, 16 de julho de 2018
Dólar R$ 3,85
Euro R$ 4,50
Tecnologística no LinkedIn
Terça-feira, 27 de fevereiro de 2007 - 17h58
Volume de embalagens processadas de defensivos cresce em janeiro

Aumento de 40% no volume de embalagens vazias processadas foi registrado na comparação entre os meses de janeiro de 2007 e de 2006

O trabalho de conscientização de produtores rurais e o engajamento dos elos da cadeia produtiva agrícola (agricultores, canais de distribuição, indústria e poder público) foram responsáveis por um recorde no Sistema de Destinação Final de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas no primeiro mês de 2007: 1.406 toneladas de embalagens foram devolvidas, um volume 40% maior em relação ao processado em janeiro de 2006 (1.002 toneladas).

Vários estados conquistaram ótimos resultados no primeiro mês do ano. Goiás apresentou o maior crescimento (472%) na comparação entre janeiro de 2006 e de 2007, saltando de 22 para 125 toneladas destinadas. Os dois estados com maior volume de embalagens processadas em janeiro do ano passado também apresentaram bons números este ano – em Mato Grosso, o incremento foi de 94%, de 227 para 440 toneladas, e em São Paulo o aumento foi de 17%, de 208 para 243 toneladas.

Entre os meses de janeiro de 2006 e janeiro de 2007, foram processadas pouco mais de 20 mil toneladas de embalagens no Brasil. Elas são recebidas em centrais ou postos de recebimento, separadas e destinadas à reciclagem (caso a tríplice lavagem ou lavagem sob pressão tenha sido feita de forma adequada pelos agricultores) ou incineração (para embalagens não-laváveis ou lavadas incorretamente). Em todo o ano passado, foram movimentados quase 6,2 mil caminhões, ou seja, 26 veículos por hora transportaram os recipientes entre postos e centrais e entre centrais e o destino final.

Os dados foram compilados pelo InpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas em sua responsabilidade de destinar as embalagens vazias de seus produtos.

www.inpev.org.br

Comentários




Obrigado por comentar!
Erro!