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Terça-feira, 31 de março de 2009 - 15h19
Levorin Pneus adota armazenagem em contêineres

A fabricante acredita que a solução oferecida pela Brasilmaxi já trouxe economia à operação

A Levorin Pneus adotou, em outubro de 2008, a armazenagem em contêineres, solução oferecida pela Brasilmaxi, voltada para cargas que não exijam controle de temperatura. Embora ainda não possa precisar valores, a fabricante de pneus industriais, de moto e de bicicleta, afirma que o ganho obtido foi sensível. “Com relação ao carregamento dos pneus, observamos redução na utilização de mão-de-obra, mais facilidade e maior agilidade – o que proporcionou também maior pontualidade”, resume Adhenar Gomes, coordenador de Expedição da Levorin, acrescentando que as melhorias valem tanto na entrega do pneu para os clientes, como no retorno dos produtos.

A Brasilmaxi calcula que a economia gerada pela armazenagem em contêineres de 40 pés pode chegar a 20%, e em certos casos, até ultrapassar esse índice. “O metódo corta custos em uma série de passos do processo: cada contêiner armazena um só produto, para um só cliente, o que facilita muito a conferência e o carregamento. Depois disso, a carga já está pronta para o transporte, seja qual for o modal escolhido”, detalha Marcelo Cunha, diretor Comercial da operadora. O executivo avalia que a operação para a Levorin movimente dez contêineres por mês.

Cunha conta que esse formato de armazenagem foi descoberto pela Brasilmaxi em 2007, quando lançou mão de 20 contêineres de para estocar uma pequena demanda excedente. “O sucesso foi tamanho que hoje são 150 contêineres, operando com taxa de ocupação de cerca de 80%, para cerca de dez clientes. A atividade corresponde a cerca de 30% dos nossos negócios”, calcula Cunha.

“Com 76 metros cúbicos de espaço armazenável e capacidade para 22 paletes, os contêineres de 40 pés podem ser uma ótima opção para aqueles clientes que precisam de agilidade e economia”, acredita o executivo, afirmando que a Brasilmaxi tem expectativa de que o negócio cresça ainda mais este ano, justamente porque as empresas vão se ajustar à crise. “Embora tenhamos que esperar um pouco mais, sentir mais o mercado, trabalhamos com a possibilidade de dobrar nossa frota”, informa.

www.brasilmaxi.com.br

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