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Domingo, 5 de abril de 2015 - 11h11
Corredor de Exportação de Paranaguá tem seu melhor mês de janeiro
Número se deve, principalmente, ao aumento no embarque de milho

A exportação de soja, milho, trigo e farelo de soja pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá (PR) atingiu, neste início de ano, o maior volume de carga para um mês de janeiro. Ao todo, foram exportadas 984,1 mil toneladas de grãos pelo porto, volume 0,13% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 982,8 mil t.

A marca reforça o aumento da produtividade do porto, já que o Corredor de Exportação operou durante o mês de janeiro inteiro com apenas dois berços de atracação, devido às obras de instalação de dois novos shiploaders no terceiro berço. Além disso, foram registradas mais de 190 horas de chuva no Porto de Paranaguá, o que inviabiliza o carregamento dos navios.

O novo recorde foi motivado principalmente pelo aumento no embarque de milho. Em janeiro de 2014, foram exportadas 491 mil toneladas do grão. Já no primeiro mês deste ano, foram descarregadas nos navios mais de 583 mil toneladas de milho, uma alta de 18,7%.

A alta nas exportações pode ser mensurada também no aumento do fluxo de caminhões. O Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá recebeu, em janeiro, 21,2 mil caminhões carregados com grãos, 2,2% superior ao registrado em 2014. Mesmo com o aumento do fluxo, o sistema logístico de recebimento de cargas, chamado Carga Online, tem funcionado sem problemas e não houve filas no acesso ao porto.

“O Porto de Paranaguá é um dos principais portos exportadores de commodities agrícolas do país. Estamos trabalhando intensamente para aprimorar nossos procedimentos logísticos, a fim de potencializar o escoamento e reduzir os gargalos”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho.

A expectativa é de que os próximos meses sejam ainda mais produtivos. O terceiro berço voltará a operar no final de fevereiro, quando os dois novos shiploaders passarão a funcionar. “Os novos carregadores têm capacidade de duas mil toneladas por hora, cerca de 30% a mais do que os shiploaders antigos, e permitem reduzir os tempos de interrupções nas mudanças de porões dos navios em até 15%”, explica o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

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