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Quinta-feira, 1 de dezembro de 2016 - 14h42
Trem de contêineres da MRS bate recorde de capacidade
Composição transportou 100 TEUs, o que superou em 10 TEUs a marca anterior

No dia 9 deste mês de novembro, circulou o maior trem de contêineres já formado pela MRS, com 100 TEUs, superando em 10 TEUs a marca anterior. A composição partiu do Tecon Santos, terminal de contêineres operado pela Santos Brasil no Porto de Santos (SP), e chegou a São José dos Campos (SP), no Vale do Paraíba.

“Foi uma operação muito significativa e que abre muitas portas de desenvolvimento, tendo em vista que esta é uma rota com enorme potencial, que atende a uma região repleta de fábricas e centros de distribuição”, disse Carlos Coletti, analista da gerência de Pós-Venda de Industrializados. “A questão não é só o avanço operacional. Além da otimização, trens maiores também têm custos mais diluídos e, consequentemente, são mais eficientes do ponto de vista econômico. Isso é valor sendo gerado para a MRS e para os clientes”, completa.mrs-capa

Após a criação de serviços especializados, com grades fixas, o crescimento do transporte de contêineres tem sido da ordem de 30% ao ano nos últimos dois períodos fechados, e a projeção é que a MRS feche 2016 com produção em torno de 80 mil TEUs.

“Somos o único terminal com quatro ramais ferroviários do Porto de Santos. Investimos continuamente em tecnologia de ponta para melhor atender nossos clientes e parceiros, como o maior trem da MRS. Recentemente, dobramos a produtividade de nossas operações na ferrovia com o uso de um recurso denominado Twin Lift, que proporciona o embarque e a descarga simultâneos de dois contêineres de 20 pés e, consequentemente, um atendimento em menor tempo”, analisa o diretor executivo de Operações Portuárias e Logísticas da Santos Brasil, Ricardo Molitzas.

Diferentemente do que acontece com os granéis agrícolas, a participação da ferrovia na produção de contêineres em Santos ainda é baixa (inferior a 2% do total movimentado no porto), o que dá a dimensão da oportunidade de negócio. Hoje, essas cargas circulam essencialmente em caminhões, sem as vantagens e benefícios do transporte ferroviário, como segurança, baixo custo e baixo impacto ambiental, entre outros fatores.

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