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Terça-feira, 23 de maio de 2017 - 16h34
Prumo e TRX assinam contrato para construção de condomínio no Porto do Açu
Projeto contará com investimento inicial de R$ 30 milhões e deve gerar 500 empregos no início da operação

A Prumo Logística, empresa que desenvolve e opera o Porto do Açu, divulgou no dia 22 de maio ao mercado a assinatura de um contrato com a TRX, empresa no setor de Real Estate, para desenvolvimento e implantação de um condomínio logístico e industrial no empreendimento. Desenvolvido em parceria pelas duas empresas, o condomínio irá oferecer pátios e galpões modulares, além de espaços para projetos built to suit, com oferta de serviços compartilhados e opções de serviços pay-per-use.Prumo e TRX interna

Com terreno de 208.321 m², o condomínio logístico estará instalado a apenas 3 minutos dos terminais portuários, e contará com estrada de alta capacidade, preparada para transportar equipamentos dos mais diversos tamanhos.

O condomínio poderá atender a demanda dos fornecedores e subfornecedores da indústria de O&G, assim como operadores logísticos e empresas de equipamentos industriais. “O condomínio logístico e industrial será a porta de entrada dos fornecedores que irão atender as demandas das indústrias instaladas no Distrito Industrial do Porto do Açu, principalmente os fornecedores do setor de Óleo e Gás, por conta do aumento nas operações da base de apoio offshore instalada no empreendimento. Eles terão a possibilidade de alugar uma área pronta, sem necessidade de investimentos para começar a operar”, disse José Guilherme Vasconcelos, gerente Comercial do Porto do Açu.

Para Ralph Annicchino, gerente Comercial da TRX, o condomínio oferece uma oportunidade para investidores e futuros clientes. “Esse conceito de oferta de galpões e pátios modulares, com serviços compartilhados, irá dar ainda mais competitividade para os futuros clientes, além de oferecer uma grande possibilidade de redução de custos para os atuais”, diz.

A previsão é que sejam investidos R$ 30 milhões no desenvolvimento da primeira fase, com potencial crescimento conforme a ocupação da área. O empreendimento deve começar a operar no 1º semestre de 2018. Cerca de 500 empregos serão gerados na primeira fase.

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