Sexta-feira, 27 de abril de 2018 - 10h23
Setor de papel e celulose é destaque nas operações da JSL
Atividade representou 15,6% na composição da receita bruta da companhia em 2017

A JSL anuncia que em sua última divulgação de resultados, referente ao fechamento do ano de 2017, o segmento de papel e celulose segue mantendo importante parcela na composição de sua receita bruta. Ao todo, o setor registrou fatia de 15,6% na composição da receita bruta da companhia, à frente de 13% no resultado consolidado de 2016. Em 2017, a receita bruta total de serviços foi de R$ 4,9 bilhões – crescimento de 3,6% em comparação aos 12 meses do ano anterior.

O mercado de celulose, especificamente, tem apresentado um cenário de crescimento. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a produção brasileira de celulose, em 2017, subiu 3,8% em comparação a 2016, atingindo o volume recorde anual de 19,5 milhões de toneladas. As exportações da matéria-prima do papel subiram 2,3% e geraram uma receita de US$ 6,4 bilhões em 2017 – 14% maior na comparação com o ano anterior.

Divulgação

Ainda segundo a entidade, o papel apresentou aumento na produção de 1,4% em 2017 sobre 2016 – 10,5 milhões de t. As exportações do produto encerraram o ano passado com ligeira alta de 0,5%, somando 2,11 milhões de t.

“O setor de papel e celulose apresenta uma cadeia logística extensa, complexa e muito dinâmica. Desde a floresta, passando pelo processo produtivo, até o embarque do produto final nos portos, por exemplo, muitas variáveis podem surgir no percurso que impactam de forma direta nos serviços. Por isso, diariamente revisamos nossos planejamentos e tomamos decisões rápidas e efetivas para oferecer o melhor serviço ao cliente”, explica o gerente de operações florestais da JSL, Valmir Oliveira Filho.

Além disso, a companhia tem investido em novas tecnologias que aprimoram os sistemas de rastreamento de cargas, telemetria embarcada nos caminhões, que auxilia no desenvolvimento de relatórios operacionais sobre a forma de condução do motorista, para redução de custos, sobretudo, com combustível e manutenção do veículo, e aumento da segurança das operações.