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Quinta-feira, 20 de setembro de 2018 - 15h41
Kion South America apresenta o KFS, braço financeiro da companhia
Multinacional alemã lançou ainda uma plataforma que facilita a utilização do serviço

A Kion South America anunciou ontem, dia 19 de setembro, a ampliação do braço financeiro da companhia, o Kion Financial Services (KFS), como parte da estratégia de fortalecimento de sua participação na América Latina.

Para dar ainda mais capilaridade ao serviço, foi lançado o aplicativo KFS+, uma plataforma digital utilizada pela área Comercial, que simula e apresenta ao cliente o processo de venda end-to-end, sem camadas adicionais e com todas as opções disponíveis.

A ideia com a chegada do KFS+ é transformar o vendedor em um consultor por excelência. “Com isso, empoderamos a área Comercial, fazendo com que o vendedor ajude o cliente a tomar decisões de forma célere e assertiva, uma vez que todas as informações necessárias para concretizar o negócio estão na palma da mão”, afirma Ricardo Eguchi, CFO da Kion South America.

Idealizado em 2014, o Kion Financial Services foi desenvolvido em 2015 como alternativa à crescente necessidade do mercado em relação a crédito para o financiamento de máquinas e equipamentos, disponibilizando desde serviços de leasing e crédito até consultoria financeira para o cliente.

Para Eguchi, o fortalecimento do braço financeiro da Kion é considerado chave na estratégia da companhia, já que ela passa a ser a única do mercado de bens de capital a oferecer aos clientes produtos, serviços e formas de pagamento. Assim, o KFS faz com que o cliente encontre na Kion todas as orientações para a aquisição de sua máquina, fechando o ciclo one-stop-shop. “É, sem dúvida, uma inovação já que do financiamento ao seguro do bem de capital, tudo é feito conosco”, destaca o executivo.

Atualmente, 37% dos financiamentos de clientes da Kion são realizados por meio do KFS, e a expectativa da companhia é chegar, no curto prazo, a 50%, e a médio ou longo prazos a 75% dos financiamentos. “Trabalhamos em parceria com bancos sólidos, como DLL, Deutsche Leasing, Société Générale e Daycoval, de maneira a ter linha para os clientes de forma ágil e transparente”, completa Eguchi.

Ele explica ainda que, diferente do que acontece no mercado europeu, em que o KFS funciona como uma captive, ao captar recursos no mercado e emprestar em forma de locação aos clientes, no Brasil as empresas buscam a compra do equipamento e não somente o seu aluguel por tempo determinado. Por apresentar características de mercado semelhantes, outros países da América Latina devem passar a contar com o KFS também.

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