Sexta-feira, 26 de outubro de 2018 - 10h14
TCP registra três novos recordes de movimentação
Quantidade de contêineres cheios que passaram pelo terminal no mês de setembro foi a maior de sua história

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (PR), alcançou três novos recordes no mês de setembro. Foi registrada a maior movimentação de contêineres cheios da história do empreendimento, com 31.036 unidades, superando o recorde que pertencia ao mês anterior, agosto, quando foram movimentados 30.674 contêineres cheios.

Volumes recordes também foram observados na atividade de exportação, com aproximadamente 19 mil contêineres, o melhor índice de 2018, e na movimentação da base intermodal de Ponta Grossa (PR), com 377 unidades, marca 50% maior que a média obtida no primeiro semestre do ano.

Maurício Toti, gerente Comercial da TCP, explica que os números apresentados no mês de setembro são resultado de um esforço contínuo em prospecção, inovação e investimentos. “A TCP conta com um time comercial empenhado em oferecer aos clientes soluções logísticas capazes de suprir as suas demandas, com a maior qualidade possível e preços mais competitivos”, diz.

Um dos pontos fundamentais para os números apresentados no período foi o transporte por ferrovia, que em agosto também registrou recorde de movimentação, com 5.403 unidades transportadas. “A TCP é o único terminal de contêineres do Sul do Brasil que conta com conexão ferroviária direta, dentro do pátio. Isso torna o terminal líder no mercado brasileiro no modal, atraindo cargas de estados como São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul”, destaca Toti.

O executivo afirma que os novos recordes também são reflexo dos investimentos realizados nos últimos anos para a modernização e ampliação da infraestrutura da empresa. Atualmente o TCP passa por novas obras de ampliação, que vão aumentar o cais de 879 metros para 1.099 metros de extensão.

As obras fazem parte do projeto de expansão  previsto na renovação antecipada do contrato de arrendamento por mais 25 anos a partir de 2023, e que prevê a construção de dolfins exclusivos para a atracação de navios que fazem o transporte de veículos e a ampliação da retroárea do terminal, que hoje conta com 320 mil m² e que será ampliada para cerca de 477 mil m².