Segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Dólar R$ 3,89
Euro R$ 4,44
Tecnologística no LinkedIn
Terça-feira, 27 de novembro de 2018 - 9h14
VLI computa crescimento na movimentação no tramo norte da FNS
Até outubro deste ano companhia transportou 5,9 milhões de toneladas de grãos

A VLI, empresa de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos e controladora do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul (FNS), informa que já movimentou até outubro deste ano mais de 5,9 milhões de toneladas de grãos pela FNS. Vale lembrar que em 2017 o volume transportado nos dez primeiros meses do ano foi de 5,87 milhões de t.

Com destino aos terminais localizados no Porto de Itaqui, no litoral do Maranhão, a ferrovia contribui de maneira mais eficiente para o transporte de cargas de soja, milho e farelo oriundas do leste e nordeste do Mato Grosso, sul do Pará e da nova fronteira agrícola, o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Os mais de 700 quilômetros da FNS entre Porto Nacional (TO) e Açailândia (MA) conectam-se à Estrada de Ferro Carajás formando uma conexão entre as áreas produtoras e o mercado externo. Conectados aos trilhos da FNS, a VLI dispõe de terminais integradores, que recebem cargas do modal rodoviário e transferem tudo para a ferrovia. O terminal de Porto Nacional, por exemplo, já alcançou novo recorde na movimentação anual. Ao todo, foram mais de 1,5 milhão de toneladas de soja e milho até outubro deste ano, o que representa um volume mais de 50% superior ao total do ano passado.

Além dessa unidade, a VLI conta com o Terminal de Palmeirante, também no Tocantins. Os dois empreendimentos inaugurados em 2016 contam com capacidade para movimentar 6 milhões de t por ano. “Nos últimos anos a VLI capacitou a Ferrovia Norte-Sul para dar suporte ao crescimento do agronegócio na nova fronteira agrícola do país. Investimos cerca de R$ 1,7 bilhão na construção de dois terminais, melhorias na ferrovia, aquisição de locomotivas e vagões e construção de uma nova oficina de manutenção”, explica o diretor de Operações Ferroviárias, Gustavo Serrão.

Comentários




Obrigado por comentar!
Erro!