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Sexta-feira, 28 de dezembro de 2018 - 7h42
Terminal de cargas no Macapá passa para a iniciativa privada
Consórcio Ponta Negra vai administrar o Teca por dez anos

O Consórcio Ponta Negra assumiu, neste mês de dezembro, as operações do Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Alberto Alcolumbre, o Aeroporto Internacional de Macapá. Com isso, a companhia passa a gerenciar todas as atividades de armazenagem e movimentação de cargas internacionais e nacionais realizadas no terminal aéreo da capital do Amapá.

No mês de novembro o Consórcio Ponta Negra já havia assumido também a gestão dos tecas do Aeroporto Atlas Brasil Cantanhede, em Boa Vista, e do Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville (SC). A transferência das operações faz parte do posicionamento estratégico da Infraero, que prevê a exploração comercial de complexos logísticos situados nos aeroportos administrados pela estatal.

O contrato de concessão do Teca do Aeroporto Internacional de Macapá foi assinado no dia 13 de julho de 2018, com vigência de 120 meses e valor global de R$ 784,2 mil. Os principais tipos de cargas processadas no complexo logístico amapaense são componentes eletrônicos, produtos hospitalares e peças para manutenção de equipamentos florestais. As cargas são provenientes majoritariamente da China e dos Estados Unidos, entram no Brasil por São Paulo e depois passam por Brasília e Belém (PA) até chegarem a Macapá, onde são nacionalizadas.

A superintendente do aeroporto, Keyla Paula de Moraes, explica que a concessão do complexo reduzirá custos operacionais até então absorvidos pela Infraero. “Além disso, trará melhorias para as atividades de carga do estado e ampliará o portfólio de clientes do terminal. A gestão do Teca pela iniciativa privada trará mais dinamismo e adaptação ao mercado, o que vai gerar, por consequência, modernização, aumento de receitas e novos serviços logísticos.”

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