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Ricardo Buteri assume presidência do Conselho Deliberativo da ABOL para o biênio 2026–2027

Mudança na governança da entidade envolve articulação institucional com operadores logísticos e interlocução com órgãos públicos
Por Redação em 9 de fevereiro de 2026 às 7h41
Ricardo Buteri assume presidência do Conselho Deliberativo da ABOL para o biênio 2026–2027
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Ricardo dos Santos Buteri, diretor de operações da Santos Brasil, assumiu a presidência do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Operadores Logísticos (ABOL) para o período 2026–2027, em alteração na estrutura de governança da entidade que representa empresas envolvidas na gestão de transporte, armazenagem e integração de modais no país.

O executivo sucede Eduardo Araújo, diretor de logística da FedEx, que passa a ocupar a vice-presidência do conselho. A mudança ocorre em contexto de interlocução da associação com empresas associadas e órgãos governamentais sobre temas relacionados à regulação, planejamento e execução de atividades logísticas e de transporte.

Graduado em Administração com ênfase em Recursos Humanos, Buteri possui pós-graduação em Comércio Exterior pela Universidade Federal do Espírito Santo e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em Logística pela Fundação Getulio Vargas. Sua trajetória profissional inclui passagens por organizações ligadas a operações portuárias, comércio exterior e serviços logísticos, como Cotia Trading, Terminal Marítimo Ultrafertil, Grupo Bravante e Wine.com.br.

A ABOL informou que a atuação do conselho envolve formulação de diretrizes institucionais e acompanhamento de pautas ligadas à atividade dos operadores logísticos, incluindo discussões sobre integração modal, participação em políticas públicas e relacionamento com agentes reguladores. A entidade também atua na representação de interesses setoriais junto a instâncias governamentais e fóruns de planejamento logístico.

Declarações institucionais indicam que a nova gestão pretende desenvolver agenda voltada à participação em debates sobre o Plano Nacional de Logística, ampliação da integração entre modais e fortalecimento do papel dos operadores logísticos nas cadeias produtivas. A associação aponta que essas empresas atuam na coordenação de fluxos de mercadorias e serviços que conectam transporte rodoviário, ferroviário, portuário e armazenagem.

A diretoria executiva da entidade informou que a continuidade da atuação junto a órgãos públicos permanece como prioridade, com presença em discussões regulatórias e institucionais que impactam o setor. A associação mantém participação em processos de consulta e negociação relacionados a políticas e normas que afetam operações logísticas.

Além da presidência do conselho deliberativo, foram anunciadas alterações na composição de outros colegiados. No conselho deliberativo passam a atuar representantes de empresas do setor logístico e de transporte, incluindo executivos de Multilog, DHL, Grupo Toniato, TPC, Penske, Tora e Tegma.

O conselho fiscal passa a contar com representantes de CSI Cargo, Supporte, Luft, AGV e outros participantes ligados à gestão financeira e acompanhamento contábil da entidade.

O conselho de ética inclui representantes de empresas como FM, Bravo, CEVA, Wilson Sons e ID Logistics, responsáveis por acompanhar diretrizes de conduta institucional e práticas relacionadas à atuação associativa.

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