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TPC reestrutura Clia em Simões Filho

Mudanças abrangem a implantação de tecnologias e alterações na estrutura organizacional
Por Redação em 28 de junho de 2019 às 16h32 (atualizado às 17h02)

A TPC Logística Inteligente vem realizando uma reestruturação no seu Complexo Logístico e Industrial Aduaneiro (Clia) localizado em Simões Filhos (BA), na Região Metropolitana de Salvador, com o objetivo de entregar soluções cada vez mais eficientes aos seus clientes.

“A reestruturação consiste em mudanças nas diretrizes de atuação da companhia depois da aquisição da Columbia Nordeste, trazendo foco total no nível de serviço oferecido, atendimento personalizado aos clientes e pós-venda atuante”, destaca Thiago Brandão, gerente geral da TPC. A Columbia Nordeste foi adquirida pela TPC no final de 2017 e a compra incluiu o Clia, negócio em que a companhia não atuava até então.

As mudanças abrangem novas tecnologias implantadas no complexo, como o Logistics Information System (Lis) da TPC e também o Carga Pontual. “O Lis é uma plataforma web one-stop-shop e o Carga Pontual é uma ferramenta online de agendamento e acompanhamento das operações de carga e descarga”, explica Brandão. “Ambas são desenvolvidas internamente, como nosso WMS, que é customizado de acordo com as necessidades do cliente.”

Reprodução
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De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), o comércio exterior baiano movimenta uma média de 3.500 contêineres de importação e 16 mil de exportação por mês. Com a atuação no Clia de Simões Filho e o crescimento obtido mês a mês, a TPC registra hoje 26% de participação nesse mercado.

A reestruturação compreendeu ainda a redução de níveis hierárquicos, um dos passos para facilitar a comunicação, o tempo de resposta e otimizar a gestão dos clientes. “Alteramos a estrutura organizacional do complexo, criando uma unidade de negócio conduzida por um gerente geral responsável pelas áreas de Operações, Comercial e Transporte, o que trouxe mais velocidade e interação entre os setores na tomada de decisão”, diz Brandão.

De acordo com o executivo, o ponto mais importante é evidenciar ao mercado nacional e baiano os diferenciais competitivos do Clia, como a infraestrutura, o atendimento, a localização e os regimes especiais atendidos. O complexo, composto por um centro de distribuição de cargas secas com 14 mil m² e 23 mil posições-palete, conta com serviços de transportes, terminal de contêineres (depot) e armazém geral.

Assim que uma carga chega ao local, ela passa pelo processo de desembaraço aduaneiro, que inclui a nacionalização. Com uma área alfandegada de 90 mil m², a TPC faz um fluxo inteligente dos contêineres, conforme a demanda, deixando as cargas de alto giro mais acessíveis e as de baixo giro reservadas, atendendo às particularidades de cada cliente.

Com o armazém geral vinculado ao condomínio alfandegário, a partir do momento em que a carga é nacionalizada os clientes podem optar por fazer a transferência de sua mercadoria da área alfandegada para o armazém sem a necessidade de transporte externo, de maneira única ou fracionada, com redução de custos.

“Hoje temos um Clia que é multicliente e que atende às necessidades de empresas de diferentes áreas, como petroquímica, varejo, energia eólica, saúde, telecomunicações, entre outras. O objetivo da TPC é pulverizar ainda mais essa carteira de clientes e nossa modernização já está gerando frutos”, enaltece Brandão.

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