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Brado amplia terminal de algodão em Rondonópolis

Companhia aplicou tecnologia inédita de pontes rolantes no local
Por Redação em 20 de dezembro de 2022 às 14h05 (atualizado às 14h17)
Brado amplia terminal de algodão em Rondonópolis

A Brado acaba de ampliar seu terminal de transbordo localizado na cidade de Rondonópolis (MT). Com a instalação de duas pontes rolantes para tirar fardos de algodão dos caminhões que chegam ao terminal, a capacidade de operação com pluma de algodão foi dobrada e o tempo de descarga foi reduzido pela metade, de 40 minutos para em média 20 minutos.  

O equipamento normalmente é empregado na movimentação de produtos como fardos de palha e de celulose. Seu uso na operação do algodão representa uma inovação da equipe de engenharia da Brado e é inédito no Brasil. “Além de otimizar a operação, as pontes reduzem em praticamente metade a necessidade de empilhadeiras, que são movidas a diesel”, diz Homero Rech, gerente de engenharia da empresa. “As pontes funcionam com energia elétrica, que são uma fonte mais limpa”, completa.

Leia mais: Brado movimenta mais de 100 mil contêineres em 2022 e registra recorde histórico 

O Terminal da Brado em Rondonópolis, que já contava com 6.400 m² de área útil, passa agora a ter mais 1.800 m² dedicados exclusivamente à descarga dos caminhões. A capacidade vai subir de 24 para 50 caminhões recebidos por dia, e de 45 para 99 contêineres carregados por dia. Após serem descarregados com a nova tecnologia, os fardos de algodão são estufados em contêineres e seguem de trem até o Porto de Santos (SP). 

Mercado de algodão

A participação da Brado no mercado de algodão vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Em 2020 foram 4.500 contêineres movimentados e 2022 deve fechar o ano com quase 14 mil. Trata-se de um crescimento de quase 200% no volume em apenas dois anos. Cada contêiner comporta cerca de 25 toneladas de algodão, ou seja, em 2022 serão 350 mil toneladas transportadas pelos trilhos entre Rondonópolis e Santos.

“O Mato Grosso detém 70% da produção de algodão do país e hoje o nosso share é de 27%”, afirma o presidente da companhia, Marcelo Saraiva. Nosso investimento é fundamental para crescermos nesse mercado, oferecendo uma solução ambientalmente mais limpa, mais segura e que garante maior qualidade do produto”.

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