
A empresa de paletes circulares CHEP inaugurou um novo Centro de Serviço em Campo Grande (MS). A planta já está em operação e reforça a presença da empresa em uma região estratégica para a logística nacional e para a integração dos principais corredores de transporte.
A nova unidade passa a integrar a rede de 19 Centros de Serviço da CHEP, com cobertura nacional e presença em todos os estados brasileiros em operações de entrega e coleta de paletes. A estrutura tem foco na inspeção, reparo e manutenção dos tradicionais paletes azuis da empresa, que são reutilizáveis e adequados para estratégias de pooling de paletes e economia circular.
A escolha da cidade de Campo Grande acompanha a crescente relevância do Centro-Oeste no cenário logístico brasileiro. A região vem se consolidando como um hub estratégico, impulsionada pela expansão do agronegócio, por investimentos em infraestrutura e pela posição geográfica central, que facilita a conexão entre áreas produtoras e os principais portos do país.
"A inauguração do Centro de Serviço em Campo Grande representa mais um passo decisivo na expansão da CHEP no Brasil. Iniciamos nossa presença na região Centro-Oeste em 2005, com a abertura da unidade de Goiânia, avançamos para Cuiabá e, agora, reforçamos esse movimento com Campo Grande. Essa continuidade demonstra nossa prioridade em estar cada vez mais próximos dos clientes, oferecendo soluções mais eficientes, sustentáveis e alinhadas às demandas do mercado. Nosso foco permanece no movimento inteligente de mercadorias", afirma Ricardo Simonian, Country Manager da CHEP Brasil e Transformation Lead para a América Latina.
A ampliação da malha operacional da CHEP na região fortalece a capilaridade da empresa e contribui para a otimização de rotas, promovendo maior eficiência no transporte. O executivo explica que a expansão reforça o compromisso da companhia com uma logística sustentável, baseada no compartilhamento de ativos e na melhoria contínua da eficiência operacional. "Ao ampliar nossa presença em regiões estratégicas, contribuímos para redes de suprimentos mais produtivas, com menor impacto ambiental e maior competitividade para os nossos parceiros", completa Ricardo.