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OceanPact conclui combinação de negócios com a CBO e passa a operar 70 embarcações

Operação aprovada pelo Cade amplia a escala da companhia, que terá receita anual superior a R$ 4 bilhões e backlog contratado de mais de R$ 14 bilhões
Por Redação em 18 de setembro de 2026 às 8h10
OceanPact conclui combinação de negócios com a CBO e passa a operar 70 embarcações
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A OceanPact concluiu a combinação de negócios com a CBO, após a aprovação final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o cumprimento das demais condições previstas para a operação. Anunciado no início deste ano deste ano (leia mais aqui), o negócio incorpora a CBO à OceanPact e cria a unidade OceanPact CBO, que passa a operar 70 embarcações, com mais de 5 mil colaboradores, receita anual superior a R$ 4 bilhões e backlog contratado acima de R$ 14 bilhões.

A combinação amplia a capacidade da companhia para operações marítimas e offshore de maior complexidade, incluindo resposta a emergências ambientais, operações submarinas, descomissionamento, logística integrada e projetos ambientais. A complementaridade das frotas também deverá ampliar a flexibilidade na alocação dos ativos e reduzir a idade média das embarcações.

Segundo a OceanPact, a integração está estruturada em quatro frentes: fortalecimento da geração de caixa e do potencial de pagamento de dividendos; ampliação da capacidade de atuação; geração de valor por meio da integração comercial e operacional e captura de sinergias; e complementaridade da frota e diversificação da base de clientes.

“A chegada da CBO à OceanPact marca uma nova etapa na história da nossa companhia. Temos uma grande oportunidade pela frente: combinar o melhor das nossas histórias para construir uma operação ainda mais completa, eficiente e preparada para gerar valor para nossos clientes e a sociedade”, afirma Flavio Andrade, presidente da OceanPact.

Com a incorporação da CBO, serão emitidas 274.551.446 novas ações ordinárias da OceanPact, que passam a ser negociadas na B3 a partir de 17 de setembro. A diretoria da companhia também passa a contar com Marcos Tinti e Marcelo Martins, executivos provenientes da CBO, além de Flavio Andrade, Haroldo Solberg, Eduardo de Toledo, Erik Cunha, Adriano Ranieri e Fernando Borensztein.

A nova estrutura acionária é composta por Vinci Compass, com 21,8%; fundos geridos pelo Pátria, também com 21,8%; Flavio Andrade, com 13%; BNDESPar, com 10,9%; executivos da OceanPact, com 3,8%; e mercado, com 28,7%. O Conselho de Administração terá sete integrantes e será presidido por Luís Araujo.

A OceanPact CBO reúne os negócios de duas empresas com atuação no setor marítimo brasileiro. A OceanPact foi fundada em 2007 e atua em serviços como consultoria, resposta a emergências e engenharia submarina. A CBO possui mais de 45 anos de trajetória no apoio marítimo offshore. A combinação mantém como focos a eficiência operacional, segurança e redução de emissões.

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