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HyperloopTT e Ega Group se unem em projeto de logística para portos brasileiros

HyperPort prevê um sistema capaz de transportar contêineres por centenas de quilômetros em velocidade de avião
Por Redação em 7 de fevereiro de 2022 às 15h00 (atualizado às 15h49)

A Hyperloop Transportation Technologies (HyperloopTT), empresa que atua no desenvolvimento de transportes sustentáveis de alta velocidade, acaba de fechar uma parceria com o Ega Group, operador de cargas especializado em logística portuária e recintos alfandegados, com o objetivo de desenvolver o HyperPort, uma solução de frete para portos capaz de transportar contêineres por centenas de quilômetros em velocidade de avião.

As cápsulas do HyperPort são capazes de mover 2.800 contêineres por dia, sendo dois do tipo padrão ou high-cube de 20 pés, ou um de 40 a 45 pés. A união da tecnologia da HyperloopTT com a expertise de mais de 40 anos de atuação com soluções logísticas do Ega Group prevê a identificação do fluxo de demanda das principais movimentações de carga no país, além de um estudo de viabilidade econômica para as linhas de operação que ligarão os portos, aeroportos e centros industriais e produtivos.

“Como nós desenvolvemos a tecnologia, precisamos nos juntar aos melhores players do mercado para realizar análises profundas sobre a implementação dos sistemas nas regiões. O Ega Group tem uma extensa trajetória, com conhecimento pleno do setor nacional de logística, comportamento de mercado, demanda, movimentação dos portos, operações de contêineres, fluxos de importações e exportações, enfim, tudo o que precisamos para trazer o HyperPort para a realidade brasileira. Nós acreditamos que essa parceria vai se tornar um case de muito sucesso e influenciar o mercado mundial”, afirma Ricardo Penzin, diretor Latam da HyperloopTT.

Dentre os principais avanços para o sistema portuário com o projeto estão a velocidade para o escoamento das operações de importação e exportação de cargas, conteinerização do mercado interno, comunicabilidade de todos os modais, geração de empregos para toda rede operacional do fluxo, assim como a redução de tarifas devido à alta produtividade do modal.

Para Eduardo Guimarães de Assumpção, presidente do EGA Group, os ganhos para o setor serão a longo prazo. “É um projeto disruptivo, que busca elevar o nível de produtividade e aproveitamento das correntes operacionais dos portos, da comunicação entre o mercado interno com o mercado externo para importação e exportação, dentre outros aspectos. Outro ponto importante é a altíssima tecnologia aplicada com redução de emissão de CO2 e geração de energia renovável, o que emprega um caráter sustentável tanto ambientalmente quanto financeiramente para os operadores”.

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