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TCP reduz emissão de CO2 com o uso de energia renovável e opções logísticas menos poluentes

Somente em 2021, clientes do terminal deixaram de emitir quase 62 mil toneladas de CO²
Por Redação em 20 de junho de 2022 às 14h15 (atualizado às 14h39)
TCP reduz emissão de CO2 com o uso de energia renovável e opções logísticas menos poluentes

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (PR), anuncia que, somente em 2021, seus clientes reduziram 61.865,79 toneladas de CO2 emitidas em suas operações, como resultado de inciativas como a logística multimodal ferroviária, realizada em parceria com a Brado Logística. 

De acordo com a própria TCP, o uso da combinação entre trem e caminhão tem se destacado entre as opções oferecidas aos clientes, seja pelo prazo e custo ou também como uma solução menos poluente. “Por meio da parceria com a TCP, oferecemos aos nossos clientes as melhores soluções multimodais logísticas com base ferroviária, conectando com sustentabilidade importantes regiões produtoras com os maiores mercados consumidores do mundo”, afirma Andréa Ramos, diretora Comercial, de Marketing e Customer Experience da Brado. 

Segundo dados divulgados pela companhia, um em cada cinco contêineres exportados por Paranaguá utilizam a ferrovia. “São vários os fatores que têm nos levado a optar pelo transporte de trem, dentre eles o fator ambiental. Além da excelência na prestação de serviços, a TCP também se preocupa com o impacto ambiental gerado na região na qual atua, que faz parte de todo um bioma. Sendo signatários do Pacto Global da ONU, promover ações que reduzam esse impacto e mirem em objetivos ESG está entre as premissas do terminal, que possui mais de 60 projetos socioambientais em andamento”, afirma Thomas Lima, diretor Comercial e Institucional do terminal. 

Além disso, no início deste ano foi firmada uma parceria com a EDP para a compra de energia elétrica 100% renovável, destinada ao abastecimento total das operações do terminal, o que vai evitar a emissão de cerca de 10 mil toneladas de dióxido de carbono em 2022. 

“Sendo o principal corredor de contêineres refrigerados do Brasil, nossas necessidades energéticas são elevadas e, a partir de agora, toda essa energia virá de fontes renováveis, reforçando o nosso compromisso com o meio ambiente”, destaca Lima. O consumo médio de energia do terminal é equivalente ao de uma cidade de 156 mil habitantes.

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