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DHL Global Forwarding investe em transporte com break bulks para driblar escassez de contêineres

Alternativa que pode gerar economia, agilidade e praticidade para os embarcadores
Por Redação em 9 de maio de 2022 às 13h30

Com a escassez de contêineres causada por uma série de eventos ligados à pandemia de Covid-19, a DHL Global Forwarding criou uma solução para seus clientes que envolve o uso de navios break bulk, que carregam mercadorias a granel e cargas de projeto. Com isso, a empresa oferece uma alternativa que pode gerar economia, agilidade e praticidade para os embarcadores. 

Segundo Claudio Ramos, diretor de Projetos Industriais e Energia Renovável da América Latina da DHL Global Forwarding, a expectativa é que a falta de contêineres persista até 2023. No Brasil, houve uma queda de 5% na proporção de unidades disponíveis aos portos, obrigando muitos navios a retornarem sem estar totalmente carregados para atender aos prazos acordados com os clientes. 

“Existem várias situações no transporte internacional que podem se beneficiar desse serviço. Podemos utilizar também o transporte híbrido, que consiste em levar a carga até um ponto em navios roll-on/roll-off para que sejam transferidas, em balsas, para os break bulks até o destino final, o que pode gerar uma economia de até US$ 200 mil em alguns casos específicos”, diz Ramos. 

Segundo o executivo, os break bulks permitem que a carga seja alocada de maneira mais segura, podendo ser acomodada na parte superior do deck ou mesmo em compartimentos internos. Em casos de fretamento do navio, é possível, ainda, trabalhar com o sistema last in, first out, que significa que a mercadoria será a última a ser carregada no porto de origem no navio e a primeira a ser descarregada no porto de destino para garantir eficiência no tempo de viagem, o que gera mais rapidez nas entregas.  

Além disso, por conta do tamanho do break bulk, que pode chegar a 500 pés de comprimento e dependendo do tamanho da carga, existe ainda a possibilidade de adquirir contêineres de 20/40 pés no porto de destino para acondicionamento da carga e que podem ser revendidos no destino, o que também traz benefícios financeiros tanto para a agenciadora quanto para o próprio cliente. 

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