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Viracopos passa a inspecionar 100% das exportações

Ação engloba mercadorias em aviões cargueiros e em porões de aeronaves de passageiros
Por Redação em 27 de julho de 2016 às 11h51

O Aeroporto Internacional de Viracopos, localizado em Campinas (SP) e administrado pela concessionária Aeroportos Brasil, passou a inspecionar 100% dos volumes que entram em seu terminal de cargas (teca) para exportação. Para tornar isso possível, foram implantados três aparelhos de raios-X de última geração e são utilizados e equipamentos de detecção de traços de explosivos e de substâncias químicas consideradas de alto risco, além de cães farejadores.

O rigor na fiscalização tem como objetivo reduzir os riscos devido às recentes ocorrências de atos de terrorismo praticados contra a aviação civil mundial, além de reforçar a segurança em virtude dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. As novidades demandaram a alteração de todo o layout e do fluxo operacional do teca de exportação, com a criação de uma área restrita de segurança.

Viracopos-teca-exportação-interna“Hoje, com exceção dos Estados Unidos, onde é obrigatória a inspeção na origem, a inspeção de cargas em aeronaves que vão para outros países, como para a Europa, por exemplo, deixa a desejar. O passageiro de voos comerciais não sabe o que as aeronaves levam no porão. Isso é gravíssimo”, analisa o gerente de Segurança de Viracopos, Samuel Conceição da Silva.

Ele destaca que será feito o monitoramento do fluxo de exportação de cargas, com o acompanhamento e o registro de todas as etapas, desde a chegada às docas até o carregamento nas aeronaves. “Serão realizados serviços especiais de acordo com a demanda dos operadores aéreos, visando a segurança das cargas e das operações”, explica.

O teca de Viracopos conta com pelo menos 110 câmeras de segurança e o sistema prevê que a Receita Federal e a Polícia Federal tenham acesso simultâneo às imagens de todo o processo de inspeção. Ele foi apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à Administração de Segurança no Transporte (TSA), dos Estados Unidos, e segue os padrões de segurança estipulados pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa).

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