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Brasil tenta regularizar transporte de cargas leves na fronteira com o Paraguai

ANTT e Receita Federal unem forças para destravar o transporte entre Brasil e Paraguai
Por Redação em 29 de janeiro de 2026 às 7h46
Brasil tenta regularizar transporte de cargas leves na fronteira com o Paraguai
Fotos: Álvaro Venino / Comunicação da ANTT
Fotos: Álvaro Venino / Comunicação da ANTT

Em um movimento estratégico para desatar um nó logístico histórico na Ponte da Amizade, o Diretor da ANTT, Severino Medeiros, e o Secretário Especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, reuniram-se na última quarta-feira (21/01), em Brasília. O encontro marca a parceria entre as duas forças de regulação e fiscalização com o objetivo de retirar da "zona cinzenta" o transporte de cargas leves (até 8 toneladas) entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este.

De acordo com os órgãos, o Estado brasileiro reconhece a lacuna regulatória atual, mas está agindo com rapidez para oferecer uma estrutura jurídica que solucione a questão. Severino Medeiros destacou que a segurança jurídica é o combustível do desenvolvimento e a criação de regras claras em conjunto com o Paraguai é fundamental para garantir a integridade dos transportadores e das mercadorias, acabando com a insegurança de quem opera na fronteira.

Ao abrir diálogo com entidades do setor, o diretor posicionou a ANTT como uma facilitadora da logística internacional, buscando um modelo de operação que atenda às demandas reais do mercado sem abrir mão do controle rigoroso que a travessia exige.

 

Impulso à economia regional

Para o Brasil e o Paraguai, a regularização dos caminhões leves  pode transformar a dinâmica econômica da região, atraindo mais investimentos e profissionalizando o setor. Ao resolver essa questão, a ANTT e a RFB pretendem aumentar a segurança nacional nas fronteiras e fortalecer os laços do Mercosul.

Na reunião, também foi reforçada a importância da participação do setor privado no debate do tema. As entidades reforçam que o avanço das negociações nas próximas semanas pode eliminar gargalos burocráticos e ampliar a competitividade do Brasil no comércio com o Paraguai.

 

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