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Copa Truck terá temporada 2026 movida 100% a Be8 BeVant®, biocombustível que reduz até 99% das emissões

Novo biocombustível da Be8 reduz até 99% das emissões e pode ser usado 100% puro em motores a diesel, sem adaptações — solução imediata para o transporte de cargas.
Por Redação em 23 de fevereiro de 2026 às 7h35
 Copa Truck terá temporada 2026 movida 100% a Be8 BeVant®, biocombustível que reduz até 99% das emissões

A temporada 2026 da Copa Truck marcará um novo capítulo na agenda de transição energética do transporte pesado no Brasil. A partir do próximo ano, os 40 caminhões do grid utilizarão 100% do biocombustível Be8 BeVant®, desenvolvido pela Be8, que também assume o naming right da categoria — que passa a se chamar Copa Truck Be8 BeVant®.

Mais do que uma ação de marketing esportivo, a iniciativa posiciona o novo combustível como uma solução concreta e imediata para a descarbonização do transporte de carga, setor responsável por parcela significativa das emissões no país.

Biocombustível compatível com motores diesel, sem adaptação

Desenvolvido pela Be8, o Be8 BeVant® é um biocombustível renovável que pode ser utilizado 100% puro em motores a diesel, sem necessidade de adaptações técnicas ou investimentos adicionais em infraestrutura.

Segundo a empresa, o produto mantém desempenho equivalente ao diesel convencional, com redução de até 99% das emissões de gases de efeito estufa (GEE), o que o consolida como alternativa imediata para operações de alta exigência — como o transporte rodoviário de cargas e o próprio automobilismo profissional.

“Esta parceria marca um novo passo na oferta de uma solução brasileira renovável, viável, segura e compatível para a descarbonização imediata em operações de alta exigência técnica”, afirmou Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8.

Transporte pesado no centro da transição energética

Embora o palco da iniciativa seja o automobilismo, o foco estratégico está claramente no transporte pesado.

O fato de a Copa Truck operar com caminhões de competição, submetidos a altas cargas térmicas e exigência máxima de performance, funciona como um laboratório real de validação tecnológica para aplicações comerciais.

Os testes de pré-temporada já foram realizados e, segundo a organização, apresentaram funcionamento estável e seguro, sem necessidade de qualquer modificação nos veículos.

“A adoção do Be8 BeVant® mantém o alto nível de competitividade da categoria, preservando o desempenho e a dinâmica das corridas”, destacou Camilo Adas, diretor de Transição Energética e Relações Institucionais da Be8.

Para o setor de transporte de cargas, a mensagem é clara: se o combustível atende a um ambiente extremo como o das pistas, pode ser aplicado com segurança em frotas rodoviárias.

Combustível já está em uso no mercado

Disponível comercialmente desde janeiro de 2025, o Be8 BeVant® já está sendo utilizado por mais de 30 empresas nas áreas de transporte, geração de energia, operações aeroportuárias e agricultura.

A proposta da Be8 é acelerar a substituição do diesel fóssil sem exigir mudanças estruturais — um dos principais entraves para a transição energética no transporte rodoviário.

Para empresas de logística e transportadoras, o biocombustível surge como alternativa estratégica para:

Redução imediata de emissões de Escopo 1

Atendimento a metas ESG

Diferenciação competitiva em contratos com embarcadores

Antecipação a possíveis regulações ambientais

Naming right reforça posicionamento estratégico

Além do fornecimento do combustível, a Be8 assume o naming right da categoria, ampliando sua presença de marca em placas de pista, pódio, backdrop de entrevistas e ativações ao longo da temporada.

Para Carlos Col, CEO da Copa Truck, a parceria posiciona o campeonato como protagonista na discussão sobre inovação e transição energética, sem abrir mão da performance.

A temporada 2026 da Copa Truck Be8 BeVant® reforça uma tendência que vem ganhando força no setor: a busca por soluções de descarbonização que não comprometam produtividade, autonomia ou estrutura operacional.

Para o transporte de carga brasileiro — altamente dependente do modal rodoviário — o movimento pode sinalizar um novo caminho para reduzir emissões sem esperar por mudanças estruturais de longo prazo.

Se confirmada em escala, a tecnologia pode acelerar a transição energética do setor com impacto direto na competitividade e na agenda ESG das empresas de logística.

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