Segunda-feira, 9 de dezembro de 2019 - 11h10
Tek Trade triplica importação de painéis solares em 2019
Estimativa da empresa é encerrar o ano com um total de 17 mil unidades

A Tek Trade, empresa catarinense especializada em importação e exportação, triplicou o número de painéis solares importados da China para o Brasil de janeiro a novembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com a própria empresa, a estimativa é completar 2019 com cerca de 17 mil unidades importadas.

“Santa Catarina oferece vantagens em relação a outros estados brasileiros por possuir infraestrutura com cinco portos: Itajaí, São Francisco do Sul, Imbituba, Navegantes e Itapoá. Além disso, é reconhecida como uma referência em termos de centro logístico, com opções de armazenagem, transporte rodoviário e ferroviário”, explica o diretor da Tek Trade, Sandro Marin.

Os painéis solares mais vendidos são de silício, como o 340 polisilício, um modelo chinês de alta performance, homologado pelo Instituo Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Outro equipamento bastante comercializado, de acordo coma  Tek Trade, é o 370 monosilício, ideal para o Sul do país, região com temperaturas mais amenas.

Divulgação

Como principais clientes estão empresários de setores como plástico e metalmecânico, além de comércios e fábricas que possuem câmaras frias, apresentando alto consumo de energia. Destaque ainda para a instalação em usinas, especialmente no Centro-Oeste e no Nordeste brasileiro.

Segundo Marin, a procura do consumidor final também tem crescido. “Cada dia as tecnologias estão mais eficientes e gerando mais watts por metro quadrado. Além disso, o tempo de retorno do investimento inicial está menor.  Já existe opção de financiamento com juros de 1% ao mês para a aquisição de sistemas fotovoltaicos em residências e carência de até dois anos para começar a pagar. A redução das taxas de juros pelo apelo sustentável com subsídios do governo – como não ter imposto de importação e de ICMS – também auxiliam para o crescimento da geração de energia distribuída”, explica.