Quinta-feira, 30 de setembro de 2021 - 10h13
Jungheinrich lança plano para reduzir emissão de gases de efeito estufa
Estratégia consiste em cada substituição de uma empilhadeira contrabalançada a combustão por uma elétrica Jungheinrich EFG 20 árvores serão plantadas

A Jungheinrich apresenta uma política comercial no Brasil para contribuir com a redução de emissão de gases de efeito estufa. A cada substituição de uma empilhadeira contrabalançada a combustão por uma elétrica Jungheinrich EFG, 20 árvores serão plantadas pela companhia em parceria com a Associação Ambientalista Copaíba.

A ação, denominada “O meio ambiente ganha em dobro”, promove o ganho ambiental tanto ao incentivar a troca das máquinas a combustão por elétricas, quanto pela ajuda no reflorestamento da Mata Atlântica. Já o número de mudas por máquina simboliza os 20 anos da Jungheinrich no Brasil, que serão completados em novembro deste ano, e estipula a compensação ambiental progressiva em longo prazo.

A Associação Ambientalista Copaíba qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP)  atua nas Bacias Hidrográficas dos rios do Peixe e Camanducaia em três áreas que se complementam – produção de mudas de árvores de espécies nativas regionais, restauração das matas nativas e sensibilização ambiental. Por isso, além de seu papel no reflorestamento, ela tem o caráter social por auxiliar os pequenos produtores locais.

“Estamos muito otimistas com essa ação da Jungheinrich, pois sensibiliza grandes empresas a pensarem de maneira diferente sobre a importância de se mudar a governança em prol do meio ambiente. A conta tem de ser feita para o longo prazo. Se uma árvore demora, em média, dois anos para atingir a sua maturidade, a redução do efeito estufa só é possível com uma cadeia de ações perenes e genuínas”, ressalta a secretária executiva da Associação Ambientalista Copaíba, Flavia Balderi.

A campanha abrange tanto a venda quanto a locação das empilhadeiras contrabalançadas elétricas EFG séries 1, 2, 3, 4 e 5 com bateria de lítio ou chumbo ácido.

De acordo com a Jungheinrich, para compensar a emissão de CO2 de cada empilhadeira contrabalançada de 2,5 toneladas a Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) utilizando um cilindro de gás por dia e com uma vida útil estimada em 10 anos, é necessário o plantio total de 1.160 árvores.

Divulgação

“Queremos oferecer às empresas uma oportunidade adicional para contribuir na redução de emissões de gases de efeito estufa, o que também está em consonância com as boas práticas de ESG. Precisamos nos conscientizar que este compromisso com a redução da emissão de gases não deve estar restrito aos veículos de transporte rodoviário (caminhões, ônibus) mas precisa também ser estendido para o transporte interno das empresas”, explica o vice-presidente da Jungheinrich para a América Latina, Vigold Georg.

O executivo reforça ainda a situação do mercado brasileiro, que sente neste ano a retração da participação de mercado dos equipamentos elétricos. “Fazendo uma comparação com a Europa, enquanto hoje lá a participação dos equipamentos a combustão representa aproximadamente 18% do total de equipamentos de intralogística, no Brasil ainda gira em torno de 50%. Isto nos mostra que temos uma grande oportunidade na redução de emissões de gases, impactando positivamente no efeito estufa”, destaca Georg.

Desenvolvimento social

Segunda a Jungheinrich, todo plantio da ação de compensação ambiental promovida é acompanhado por certificados atrelados a cada muda e, também, do Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimento (Sipe). Para isso, a indústria anuncia que passa a ter uma área em seu nome aberta à visitação e onde o plantio é auditado. Os clientes, por sua vez, se desejarem, também poderão contribuir com o plantio de mudas adicionais ao projeto.

A empresa também destaca que ao final do ciclo de vida dos produtos, tanto baterias de lítio quanto as de chumbo ácido contam com processo de logística para evitar qualquer tipo de prejuízo ao meio ambiente. Para dar uma destinação ecologicamente correta para as baterias, a Jungheinrich revela que desenvolve um programa de segunda vida para elas, como baterias estacionárias, que servem até mesmo como reservatórios para energia solar e eólica. Quando essa utilização não é possível ou quando a vida útil como bateria estacionária termina, as baterias são enviadas para reciclagem por meio de empresas credenciadas e habilitadas para lidar com esse tipo de resíduo.