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Grupo TPC negocia aquisição da Columbia

Investimento trará ganhos significativos de sinergia para a companhia
Por Redação em 14 de agosto de 2017 às 16h34 (atualizado às 16h39)

O Grupo TPC anunciou hoje, dia 14 de agosto, que está em negociação com a Columbia para a aquisição de 100% da companhia, que possui 75 anos e atua com as atividades de comércio exterior e logística geral. O valor envolvido no acordo não foi divulgado.

TPC e Columbia-interna

Com a compra, o TPC vai expandir sua plataforma de serviços com a armazenagem alfandegada em área secundária, já que a estrutura da Columbia conta com um Centro Logístico Industrial Aduaneiro (Clia) situado no município de Simões Filho (BA), parte integrante do Complexo Logístico Columbia Nordeste, que soma 243 mil m².

A Columbia possui ainda operações de armazenagem doméstica e de distribuição com armazéns localizados em Cotia (SP), com 17 mil m2, Curitiba, com 11 mil m2, e Itajaí (SC), com 10 mil m2. A aquisição vai proporcionar também que o Grupo TPC passe a atuar em setores em que a Columbia possui expertise, como vestuário, artigos esportivos e alimentos.

“Foi uma oportunidade que o Grupo TPC enxergou, de passar a oferecer serviços mais completos aos clientes. Agora, atuaremos desde a importação, no desembaraço aduaneiro e na armazenagem até a distribuição”, analisa Leonardo Barros, presidente do grupo, destacando que a aquisição permite que o TPC transcenda fronteiras para tornar-se um operador logístico internacional.

O negócio ainda deve ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Quando confirmado, o Grupo TPC, controlado pela Porto Participações, terá um crescimento de cerca de 20% em receita e, ainda em 2017, deve ampliar seu faturamento para aproximadamente R$ 650 milhões. Além disso, o número de colaboradores diretos aumentará para 4.500.

Um dos objetivos da companhia é chegar ao final de 2018 com um faturamento da ordem de R$ 1 bilhão. O aumento na receita virá de crescimento orgânico e por meio de outras possíveis aquisições. “O Grupo TPC não pode adiantar o que planeja em aquisições, mas está sempre de olho em negócios e operações complementares e que gerem sinergia”, revela Barros.

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