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Logística na seca: Hidrovia do Madeira transportou 12,1 milhões de toneladas em 2025

Transporte ofereceu apoio logístico em ano de estiagem e manteve fluxo de mercadorias mesmo com a redução do nível dos rios
Por Redacción el 19 de febrero de 2026 a las 7h52
Logística na seca: Hidrovia do Madeira transportou 12,1 milhões de toneladas em 2025
Foto: Divulgação / Dnit
Foto: Divulgación / Dnit

A Hidrovia do Rio Madeira manteve o fornecimento regular de mercadorias na Região Norte e ajudou a sustentar empregos ao longo de 2025, um ano marcado por períodos de estiagem. O desempenho assegurou o transporte de combustíveis, alimentos e grãos, mantendo ativa a cadeia produtiva que movimenta comércio, agricultura e serviços.

Entre janeiro e dezembro, foram transportadas 12,1 milhões de toneladas, o que representa crescimento de 20,4% em relação a 2024, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O corredor que liga Porto Velho à Foz do Rio Madeira, conexão com o Rio Amazonas e os portos do Arco Norte, manteve o fluxo logístico ao longo do ano, contribuindo tanto para o mercado interno quanto para as exportações.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o resultado evidencia a importância da infraestrutura hidroviária para a população. "Mesmo diante dos desafios climáticos, a hidrovia ampliou o volume transportado. Isso significa proteger o abastecimento, sustentar empregos e garantir renda para milhares de famílias que dependem dessa atividade", afirmou.

 

Apoio ao agronegócio e aos povos ribeirinhos

Além de escoar a produção agrícola do Centro-Oeste até os portos do Norte, a Hidrovia do Madeira é fundamental para o envio de combustíveis e outros produtos essenciais aos municípios ribeirinhos. A regularidade do transporte reduz custos logísticos, amplia a competitividade e contribui para maior estabilidade econômica na região. Em 2025, a soja liderou o volume transportado, com 7 milhões de toneladas, seguida por milho (3 milhões) e petróleo (1 milhão).

 

Logística na seca

A estabilidade das operações durante a estiagem foi sustentada por monitoramento contínuo das condições de navegação e por ações técnicas ao longo do trecho. De acordo com o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, esse acompanhamento das condições hidrológicas é decisivo para reduzir riscos e dar previsibilidade ao transporte. "Manter a hidrovia operando mesmo com variações no nível dos rios é fundamental para garantir segurança às populações e estabilidade às atividades econômicas da região. O monitoramento permanente permite antecipar desafios e agir com rapidez", destacou.

O trabalho envolve atuação integrada do Ministério de Portos e Aeroportos, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsáveis pela regulação, manutenção e melhorias na navegação.

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