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Associação Mexicana de Empresas de Capital Humano apoia redução da jornada de trabalho no México

Alertaram sobre desafios e implicações para empresas e setores específicos
Por Redação em 26 de março de 2024 às 6h42
Associação Mexicana de Empresas de Capital Humano apoia redução da jornada de trabalho no México
Foto: Reprodução/Pixabay
Foto: Reprodução/Pixabay

A Associação Mexicana de Empresas de Capital Humano (AMECH) expressou nesta quarta-feira seu apoio à proposta de reduzir a jornada de trabalho no país de 48 para 40 horas semanais. No entanto, eles destacaram os desafios e as implicações que essa medida acarretaria.

A organização reconheceu que esta iniciativa está alinhada com as tendências internacionais em direção a uma melhor conciliação entre vida profissional e pessoal, especialmente relevante no México, onde 68,7% dos trabalhadores são subordinados e remunerados, de acordo com dados de janeiro do Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).

"A AMECH reconhece e valoriza os potenciais benefícios que uma redução na jornada de trabalho pode trazer para os funcionários em termos de qualidade de vida. No entanto, ressalta que isso traz desafios e implicações para as empresas", afirmou em comunicado.

A associação enfatizou a necessidade de uma revisão abrangente do funcionamento da indústria, especialmente em setores como vendas e logística, onde o tempo e a eficácia são críticos para alcançar objetivos.

"É essencial realizar uma análise minuciosa das implicações e dos ajustes necessários em cada setor e atividade antes de implementar qualquer mudança na jornada", recomendou a AMECH.

Eles instaram as empresas, o governo e os trabalhadores a colaborarem e dialogarem para encontrar soluções que beneficiem o bem-estar dos funcionários sem comprometer a viabilidade e a competitividade econômica.

O presidente da AMECH, Fernando Bermúdez, recomendou seguir um processo de transição planejado e consensual, citando como exemplo o caso do Chile, que aprovou uma reforma semelhante em abril de 2023.

Esta posição surge após o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, expressar que "não descarta" aprovar a reforma, após reclamações da oposição. A proposta havia sido adiada no Congresso para ouvir as vozes empresariais, gerando controvérsia devido ao apoio do presidente a outras iniciativas trabalhistas.

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