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TCP inaugura subestação de energia e amplia capacidade em movimentação de carga refrigerada

O investimento possibilitará a expansão do número de tomadas na área reefer de 3.572 para 5.126 até o final do ano
Por Redação em 26 de setembro de 2023 às 9h57
TCP inaugura subestação de energia e amplia capacidade em movimentação de carga refrigerada
Foto: Divulgação/TCP
Foto: Divulgação/TCP

A empresa responsável pela gestão do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) inaugurou uma subestação de energia na última quarta-feira (20). O novo sistema, um modelo GIS F35-4 da General Electric (GE), visa não apenas abastecer todo o terminal, mas também fornecer energia para as 1.554 novas tomadas na área de reefer e para os RTGs recentemente eletrificados na operação ferroviária.

Segundo a TCP, a obra resolve de forma integral a questão da restrição da cota de eletricidade, permitindo atender à crescente demanda por novas tomadas e expandir a área refrigerada. Além disso, estabelece uma base sólida para o desenvolvimento sustentável da TCP, que inclui a expansão do pátio, eletrificação de todos os RTGs e aquisição de STSs adicionais no cais, de acordo com o plano estratégico da empresa.

Situado em um edifício de dois andares, com uma área total de 446 metros quadrados, localizado dentro do terminal, o sistema inclui um transformador de 25 kVA de potência, com tensão de entrada de 138 kV e saída de 13,8 kV para distribuição às outras subestações no local.

De acordo com Wilson do Pilar Cordeiro Junior, coordenador de manutenção da TCP, o antigo sistema limitava a carga distribuída a 10 MVA, enquanto o novo sistema fornecerá 25 MVA, com potencial de expansão para 50 MVA com a futura instalação de um segundo transformador. Isso possibilitará a expansão do número de tomadas na área reefer de 3.572 para 5.126 até o final do ano, além de garantir o fornecimento de energia adequado para os dois RTGs eletrificados, alinhados com a estratégia do terminal para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

O modelo GIS (subestações isoladas a gás) foi escolhido devido à sua compactação, confiabilidade e baixo custo de manutenção, o que traz maior eficiência e segurança às operações do terminal.


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