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Novo sistema de cargas aéreas deixa centenas de cargas retidas nos aeroportos

Aproximadamente 40% das cargas farmacêuticas estão retidas; ainda não há previsão de normalização
Por Redação em 25 de agosto de 2023 às 10h57
Novo sistema de cargas aéreas deixa centenas de cargas retidas nos aeroportos
Foto: Divulgação/GRU Airport
Foto: Divulgação/GRU Airport

O novo sistema de cargas aéreas lançado pelo governo federal tem deixado centenas de cargas retidas nos aeroportos, sem previsão de normalização. Aproximadamente 40% das cargas farmacêuticas estão retidas, de acordo com Jackson Campos, especialista em logística internacional farmacêutica e diretor da AGL Cargo.

Para Campos, esse cenário pode trazer impactos potenciais em diversos setores, especialmente na logística farmacêutica. Com a promessa de simplificar e agilizar os processos de importação, o sistema visa desburocratizar e reduzir custos associados à importação, principalmente para produtos de alto valor agregado.

"Muitas cargas permanecem retidas nas instalações dos aeroportos, gerando preocupações tanto para as empresas envolvidas quanto para os órgãos regulatórios. Um dos aeroportos mais afetados, o GRU Airport, não possui uma previsão para a normalização da situação. A inconsistência entre o sistema da Receita Federal e o sistema do aeroporto pode ser a raiz do problema", aponta Jackson Campos.

A Receita Federal estabeleceu metas para aprimorar o cenário de importação, entre elas, reduzir em 80% o tempo médio de liberação das mercadorias nos aeroportos. No entanto, desde seu início, o sistema tem enfrentado desafios substanciais nos aeroportos e que não se restringem apenas à logística. Os atrasos na liberação desses produtos podem ter consequências diretas na saúde pública. Considerando que cerca de 40% das cargas farmacêuticas permanecem retidas, resultando em prejuízos operacionais para as empresas envolvidas e gerando inquietações no contexto regulatório.

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