
O Mercado Livre lançou uma nova modalidade de entrega em até 60 minutos em São Paulo e também ampliou sua atuação com o início da venda de medicamentos que exigem receita médica. As novidades foram anunciadas durante o Mercado Livre Experience, realizado na quinta e sexta-feira passados (24 e 25/09), em São Paulo.
Entrega em até 60 minutos
O serviço Envios Agora está em fase de testes em bairros de São Paulo deve ser ampliado em breve em toda a capital, e posteriormente em outras cidades. O serviço funciona conecta o consumidor a vendedores próximos, e aceita mercadorias de até 15 kg em diferentes categorias.
A entrega é feita pela rede de entregadores do Mercado Livre, que retiram os produtos no estabelecimento do vendedor e os levam ao cliente em até 60 minutos, podendo usar diferentes meios de transporte. A disponibilidade deve variar de acordo com a localização do comprador e dos produtos oferecidos nas proximidades.
Venda de medicamentos com receita
No caso dos medicamentos, a operação começa pela farmácia própria do Mercado Livre na Zona Sul, adquirida pela empresa no ano passado. A unidade passou a oferecer, a partir de 25 de setembro, medicamentos que exigem prescrição, como antibióticos, canetas para controle de peso e diabetes, dentre outros.
Para fazer a compra, o paciente precisa anexar a receita médica antes do checkout. O documento deve ser analisado pelo vendedor e aprovado antes de seguir para separação e envio. Caso o documento seja recusado, a compra é cancelada.
De acordo com a documentação do serviço pelo Mercado Livre, o vendedor fica responsável pelo armazenamento das receitas em seus próprios sistemas quando necessário. Já a cópia disponível na plataforma é excluída após dois meses.
O marketplace deve permitir a venda por farmácias terceirizadas a partir de outubro, inicialmente com três redes farmacêuticas cujos nomes ainda não foram divulgados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou, em agosto, as proibições à venda e propaganda de medicamentos por plataformas de comércio eletrônico, incluindo Mercado Livre, Rappi, iFood e Shopee e Americanas. No entanto, as regras específicas para a operação ainda não foram definidas pela agência regulatória.