
A MXP Transportes, especializada no transporte rodoviário de cargas, realizou uma megaoperação para levar duas estações de tratamento de água de Sorocaba (SP) a Manaus, onde os equipamentos serão utilizados nas fábricas de uma empresa multinacional. O projeto exigiu planejamento específico em razão das diferentes condições encontradas ao longo da rota e da necessidade de utilização de transporte por balsa.
Por se tratar de uma operação fora da rotina da empresa, a MXP reuniu equipes internas, motoristas, fabricante, fornecedores e parceiros com experiência em operações na Região Norte do Brasil. A estratégia considerou diferentes cenários para definir a rota e antecipar riscos relacionados às condições das rodovias, trechos de estrada de terra e etapas de navegação.
“Foi uma operação que exigiu bastante planejamento, flexibilidade e capacidade de adaptação, principalmente porque fomos construindo a solução à medida que as informações eram consolidadas”, afirma Célio Malavasi, diretor executivo da MXP Transportes.
Além das condições de rodagem, o planejamento levou em conta tempos de navegação, transporte por balsa, seguro, prazos e segurança da carga. A empresa avaliou essas variáveis de forma integrada para definir os procedimentos de cada etapa do deslocamento.
A operação também contou com ferramentas de tecnologia para acompanhamento e controle do transporte. Segundo Malavasi, os recursos tecnológicos foram combinados ao planejamento e à atuação das equipes para permitir o acompanhamento dos cenários e a tomada de decisões durante o percurso.
“O grande diferencial está justamente na combinação desses fatores: tecnologia, planejamento, gestão e pessoas. Quando temos as informações corretas, conseguimos analisar os cenários, antecipar possíveis dificuldades e conduzir a operação de forma segura e eficiente”, afirma.
Para a MXP, a operação também serviu para ampliar ainda mais o conhecimento da empresa sobre a conexão logística entre o Sudeste e o Norte do país. “Foi um momento de aprendizado, superação e união da equipe, porque tivemos que sair da nossa zona de conforto e desenvolver conhecimento sobre uma operação que não fazia parte da nossa rotina”, conclui Malavasi.