
A empresa de cabotagem e transporte integrado Aliança Navegação e Logística vai passar a operar no recém-inaugurado APM Terminals Suape a partir de 1º de setembro. A novidade amplia a capacidade de atendimento da companhia no Nordeste, fortalecendo a conectividade logística entre Pernambuco e o restante do país.
Novo serviço conta com três escalas semanais
A Aliança oferece três escalas semanais integradas aos serviços ALCT 1 (sentidos Sul–Norte e Norte–Sul) e ALCT 2, conectando Pernambuco às regiões Norte, Sudeste e Sul do país. O fluxo apoia a movimentação de cargas como alimentos, papel e celulose, plásticos, produtos químicos, máquinas e insumos industriais.
A solução também apoia soluções integradas de ponta a ponta, que combinam transporte marítimo, armazenagem, distribuição e integração multimodal.
O terminal da APM Terminals em Suape é o primeiro 100% eletrificado da América Latina. Localizado em uma posição estratégica para o escoamento e distribuição de cargas, o terminal conta com a utilização de tecnologia de ponta em suas operações.
Nordeste desponta como região estratégica para cabotagem
A chegada da Aliança à APM Terminals Suape ocorre em um momento de forte expansão da cabotagem no Nordeste, região que desempenha papel cada vez mais estratégico nas cadeias de suprimentos nacionais. Atualmente, 49% de toda a carga transportada por cabotagem com destino ao Nordeste tem origem nos portos da região Sul, evidenciando a importância desse corredor marítimo para o abastecimento do mercado nordestino.
"O Nordeste é uma das regiões mais dinâmicas para o crescimento da cabotagem no Brasil. Nossa chegada à APM Terminals Suape amplia a capacidade de conectar empresas nordestinas aos principais mercados consumidores nacionais, por meio de soluções logísticas eficientes. Mais do que movimentar carga, queremos apoiar o desenvolvimento econômico da região e o crescimento dos nossos clientes", afirma Luiza Bublitz, presidente da Aliança Navegação e Logística.
Entre os produtos que chegam à região por cabotagem, destacam-se cereais, sementes e grãos (13%), plásticos (11%) e papel e celulose (11%). Somente os portos de Itapoá (SC), Itajaí (SC), Imbituba (SC) e Navegantes (SC) respondem por 20% das cargas destinadas a Suape (PE), enquanto outros 11% de cargas originadas nesses portos seguem para o Porto do Pecém, no Ceará.
No sentido contrário, o Nordeste também se consolida como importante polo produtor e distribuidor para o mercado nacional. Sal, cimento e plástico representam 45% das cargas que deixam a região por cabotagem com destino a diferentes estados brasileiros.